hexagrama

De um modo primitivo, por hexagrama, podemos compreender como a reunião de seis letras ou caracteres; já que a palavra tem origem no grego e significa seis linhas ou seis caracteres (hex = seis; gramma = linha). Portanto, uma seqüência de seis sinais gráficos (letras ou figuras geométricas, por exemplo) pode ser considerada um hexagrama. Assim, na filosofia oriental denominada I Ching, o hexagrama possui uma representação linear.
Porém, dentro da maioria das escolas esotéricas ocidentais, o hexagrama usualmente assume a forma de uma estrela de seis pontas e é conhecido também por Estrela de Davi, Selo de Salomão, entre outros. É esta versão que carrega inúmeros significados ao longo da história e figura tanto como símbolo maior do Estado de Israel como na simbologia ocultista. Mesmo havendo distinções interpretativas entre o hexagrama com as linhas entre-laçadas e o hexagrama com os triângulos sobrepostos, as definições confundem-se e ampliam ainda mais as hipóteses das origens, significados e aplicações.


Origens

A maioria das teorias que pretende encontrar a origem específica do hexagrama está relacionada ao judaísmo. Uma delas, sem embasamento histórico confiável, faz alusão ao nome do Rei Davi. Segundo a tradição judaica, o nome Davi era escrito com apenas três letras no alfabeto hebraico: dalet, vav e dalet. A primeira e última letra (dalet), possui uma forma semelhante ao triângulo. Se uma delas for invertida verticalmente e sobreposta à outra, forma-se o hexagrama. Mais uma hipótese é de que o hexagrama seja uma versão estilizada do lírio branco, flor de seis pétalas que é identificada como o povo de Israel no livro bíblico Cântico dos Cânticos.
Outra origem refere-se ao escudo do Rei Davi, que possuía forma triangular e nele estava gravado o Grande Nome Divino de 72 Letras, juntamente com as letras hebraicas m, k, b e y (letras da palavra Macabi). Entretanto, neste caso, não há uma linha nítida que associe o símbolo ao Escudo de Davi (Marguen Davi), sendo que a expressão Marguen Davi passou a ser utilizada referindo-se ao hexagrama, apenas a partir do século XIV. Ainda, pode-se supor que o símbolo tenha surgido na época de Bar Kochba (132-135 d.C.) quando os judeus combatiam os romanos, passaram a utilizar escudos mais resistentes, nos quais foram gravados dois triângulos entre-laçados.


O símbolo na história

Entretanto, desde a Idade do Bronze, símbolos em forma de estrela, como o pentagrama e o hexagrama, já eram encontrados em civilizações distantes, tanto no aspecto geográfico como cultural, como na Índia, Mesopotâmia e Grã-Bretanha.
O mais antigo artefato judaico contendo um hexagrama de que há registro, é um selo encontrado na cidade de Sidon (Líbano), datado do século VII antes de Cristo. Mesmo que no período do Segundo Templo, os símbolos judaicos mais comuns eram o shofar, o lulav e a menorá, foram encontrados pentagramas e hexagramas em trabalhos arqueo-lógicos, como no friso da sinagoga de Cafarnaum (século II ou III d.C.) e uma lápide (ano 300 d.C.), no sul da Itália. Na literatura judaica, uma referência encontra-se no livro Eshkol Hakofer, do sábio Yehudah ben Eliahu Hadasi, que viveu no século XII. No capítulo 242, é citado costumes do povo que, gradativamente, foram sofrendo mutações e o símbolo assume um caráter místico: "e os sete anjos na Mezuzá foram escritos - Miguel e Gabriel [...] o Eterno irá guardar-te e este símbolo chamado Escudo de Davi é escrito em todos os anjos e no final da Mezuzá...".
A bíblia cristã, possivelmente, faz referência ao hexagrama através de uma metáfora citando animais de seis asas: "...os quatro animais tinham, cada um de per si, seis asas, e ao redor, e por dentro, estavam cheios de olhos; e não descansam nem de dia nem de noite..." (Apocalipse - 4:8).
A utilização ornamental de estrelas, de cinco ou de seis pontas, estendeu-se durante a Idade Média aos povos muçulmanos e cristãos e o hexagrama é encontrado em ambas as religiões. Iluminuras de manuscritos hebraicos medievais também contêm hexagramas. Ainda na era medieval, encontram-se os primeiros amuletos de proteção em que surge o hexagrama, como no Mezuzot (pergaminho-amuleto do judaísmo).
A partir do século XIII, na Espanha e na Alemanha, encontra-se manuscritos bíblicos nos quais partes da messorá (tradição oral judaica) são escritas em micrografia, em forma de hexagrama. Até o século XVI, os sábios cabalistas acreditavam que o símbolo não deveria ser desenhado com simples linhas geométricas; mas sim composto com determinados nomes sagrados e suas combinações.
Em 1354, o rei da Bohemia, Carlos IV (Karel), concedeu à comunidade judia de Praga, o privilégio de uma bandeira, que foi confeccionada num fundo vermelho e o hexagrama, centralizado, em dourado. Dessa forma, o símbolo, conhecido também como Marguen Davi (Escudo de Davi), adquiriu uma conotação religiosa e tornou-se também uma referência do estado.
A partir do século XVII, o hexagrama tornou-se emblema oficial de várias comunidades judaicas. Em meados do século XVII, em Viena, foi gravado sobre uma pedra que delimitava os bairros judeus e cristãos, juntamente com uma cruz. Quando os judeus foram expulsos desta cidade, levaram o símbolo para as outras cidades, como a Moravia e Amsterdã. No ano de 1799, foi utilizado para representar o povo judeu em uma gravura anti-semita. No decorrer dos séculos XIII e XIX, algumas instituições, como as sociedades beneficentes, usavam o símbolo em seus documentos. Em 1933, sob a decisão de Adolf Hitler, a Estrela Judaica (como os nazistas, pejorativamente, referiam-se ao símbolo) foi utilizada nas vestimentas dos judeus para que fossem facilmente reconhecidos. Apenas em 1948, o hexagrama foi adotado pela bandeira do estado de Israel e tornou-se a maior referência do judaísmo.


O místico hexagrama

Além de ser um símbolo que representa uma nação, ter sido considerado um "símbolo de desonra" no Terceiro Reich, e utilizado por instituições independentes ao longo da história, o hexagrama também traz um forte apelo ocultista.
Segundo a obra de Albert G. Mackey sobre a maçonaria, The Symbolism of Freemasonry os dois triângulos entrelaçados representam a união das forças ativa e passiva na natureza, os pólos feminino e masculino, yoni e linga (representações dos genitais no hinduísmo). Sendo o triângulo voltado para baixo o símbolo do princípio feminino e o triângulo voltado para cima representando o princípio masculino. Portanto, nesta interpretação, o hexagrama possui um simbolismo sexual. O hexagrama também foi adotado na Maçonaria do Arco Real e, neste caso, segundo o autor maçom Wes Cook, o símbolo representa equilíbrio e harmonia.
Há também uma interpretação na qual o triângulo voltado para baixo representa o céu e o segundo triângulo simboliza a terra; de forma que um interfira no outro. Supõe-se também que as seis pontas representariam o domínio celeste sobre os quatro ventos, sobre o que está em cima e sobre o que está em baixo na terra.
Na Cabala judaica, o hexagrama faz alusão às sete emanações divinas (sefirot) inferiores. Cada um dos triângulos que formam os lados da estrela representam uma emanação e o centro dos triângulos maiores sobrepostos, representam a emanação denominada Malchut. O filósofo Franz Rosenzweig atribui um outro significado. Rosenzweig afirmou que um dos triângulos seria a representação da base de "focos", que caracterizam o pensamento do mundo (Deus), o homem e o mundo. O outro representaria a posição do judaísmo nestes assuntos, referindo-se aos três fundamentos principais da religião: a Criação (a relação entre Deus e o mundo), a revelação (relação entre Deus e o homem) e a redenção (a relação entre o homem e o mundo).
Numa outra interpretação, provavelmente de base alquímica, os triângulos componentes representam a água e o fogo, e a junção destes elementos, normalmente associados à figuras de animais. Há ainda suposições menos plausíveis associando o hexagrama à ritos "satânicos", ou como um poderoso instrumento para evocações e conjurações malignas em círculos de magia negra; ou associá-lo à pegada de um suposto demônio conhecido por Trud. Ainda, pode-se encontrar o número 666 ao se consi-derar as duas faces de cada um dos seis triângulos externos, no sentido horário e anti-horário (6 e 6), e as seis linhas que compõem o hexágono interno (666). De qualquer forma, dentro dos círculos ocultistas, o hexagrama geralmente é visto com alguma palavra ou símbolo gravado em seu centro para ser aplicado numa situação específica, como potencializar um ritual ou evocar alguma divindade.

pentagrama - O S�mbolo atrav�s da Hist�ria

A humanidade sempre teve ao seu redor um mundo de forças e energias ocultas que muitas vezes não conseguia compreender nem identificar. Assim sendo, buscou ao longo dos tempos, proteção a esses perigos ou riscos que faziam parte de seu medo ao desconhecido, surgindo aos poucos muitos objetos, imagens e amuletos, criando-se símbolos nas tradições de cada povo.
O pentagrama está entre os principais e mais conhecidos símbolos, pois possui diversas representações e significados, evoluindo ao longo da história. Passou de um símbolo cristão para a atual referência onipresente entre os neopagãos com vasta profundidade mágica.



O pentagrama também é encontrado na cultura chinesa representando o ciclo da destruição, que é a base filosófica de sua medicina tradicional. Neste caso, cada extremidade do pentagrama simboliza um elemento específico: Terra, Água, Fogo, Madeira e Metal. Cada elemento é gerado por outro, (a Madeira é gerada pela Terra), o que dará origem a um ciclo de geração ou criação. Para que exista equilíbrio é necessário um elemento inibidor, que neste caso é o oposto (a Água inibe o Fogo).
A geometria do pentagrama e suas associações metafísicas foram exploradas por Pitágoras e posteriormente por seus seguidores, que o consideravam um emblema de perfeição. A geometria do pentagrama ficou conhecida como A Proporção Divina, que ao longo da arte pós-helênica, pôde ser observada nos projetos de alguns templos. Era um símbolo divino para os druidas. Para os celtas, representava a deusa Morrighan (deusa ligada ao Amor e a Guerra). Para os egípcios, era o útero da Terra, mantendo uma relação simbólica com as pirâmides.
Os primeiros cristãos tinham o pentagrama como um símbolo das cinco chagas de Cristo. Desse modo, visto como uma representação do misticismo religioso e do trabalho do Criador. Também era usado como símbolo da comemoração anual da visita dos três Reis Magos ao menino Jesus. Ainda, em tempos medievais era usado como amuleto de proteção contra demônios.
Os Templários, uma ordem de monges formada durante as Cruzadas, ganharam grande riqueza e proeminência através das doações de todos aqueles que se juntavam à ordem; além de grandes tesouros trazidos da Terra Santa. Na localização do centro da Ordem dos Templários, ao redor de Rennes du Chatres, na França, é notável observar um pentagrama natural, quase perfeito, formado pelas montanhas que medem vários quilômetros ao redor do centro. Ainda é possível perceber, a profunda influência do símbolo, em algumas Igrejas Templárias em Portugal, que possuem vitrais na forma de Pentagramas. No entanto, Os Templários foram dizimados pela mesquinhez da Igreja e pelo fanatismo religioso de Luis IX, em 1303. Iniciou-se assim a Idade das Trevas, onde se queimavam, torturavam e excomungavam qualquer um que se opusesse a Igreja. Durante esse longo tempo de Inquisição, a igreja mergulhou no próprio diabolismo ao qual se opunha. Nessa época o pentagrama simbolizou a cabeça de um bode ou do diabo, na forma de Baphomet, o mesmo que a Igreja acusou os Templários de adorar. Assim sendo, o pentagrama passou de um símbolo de segurança à representação do mal, sendo chamado de Pé da Bruxa. Assim, a perseguição da Igreja fez as religiões antigas se ocultarem na clandestinidade.
Ao fim da era das Trevas, as sociedades secretas começam novamente a realizar seus estudos sem o medo paranóico das punições da Igreja. Ressurge o Hermetismo, e outras ciências misturando filosofia e alquimia. Floresce então, o simbolismo gráfico e geométrico, emergindo a Renascença numa era de luz e desenvolvimento. O pentagrama agora, significa o Microcosmo, símbolo do Homem de Pitágoras representado através de braços e pernas abertas, parecendo estar disposto em cinco partes em forma de cruz (O Homem Individual). A mesma representação simboliza também o Macrocosmo, o Homem Universal, um símbolo de ordem e perfeição, a Verdade Divina. Agrippa (Henry Cornelius Von de Agrippa Nettesheim), mostra proporcionalmente a mesma figura, colocando em sua volta os cinco planetas e a Lua no ponto central (genitália) da figura humana. Outras ilustrações do mesmo período foram feitas por Leonardo da Vinci, mostrando as relações geométricas do Homem com o Universo.
Posteriormente, o pentagrama também foi associado aos quatro elementos essenciais (terra, água, ar e fogo) mais o quinto, que simboliza o espírito (A Quinta Essência dos alquimistas e agnósticos)
Na Maçonaria, o Laço Infinito (como também era conhecido o pentagrama, por ser traçado com uma mesma linha) era o emblema da virtude e do dever. O homem microcósmico era associado ao Pentalpha (a estrela de cinco pontas), sendo o símbolo entrelaçado ao trono do mestre da Loja.
O pentagrama voltou a ser usado em rituais pagãos à partir de 1940 com Gerald Gardner. Sendo utilizado nos rituais simbolizando os três aspectos da deusa e os dois do deus, surgindo assim a nova religião Wicca. Desse modo, o pentagrama retoma sua força como poderoso talismã, ajudado pelo aumento do interesse popular pela bruxaria e Wicca, que à partir de 1960, torna-se cada vez mais disseminada e conhecida. Essa ascensão da Wicca, gera uma reação da Igreja da época, chegando ao extremo quando Anton LaVey adota o pentagrama invertido (em alusão a Baphomet de Levi), como emblema da sua Igreja de Satanás, e faz com que a Igreja Católica considere que o pentagrama (invertido ou não) seja sinônimo de símbolo do Diabo, difundindo esse conceito para os cristãos. Assim naquela época, os Wiccanos para se protegerem dos grupos religiosos radicais, chegaram a se opor ao uso do pentagrama.
Até hoje o pentagrama é um símbolo que indica ocultismo, proteção e perfeição. Independente do que tenha sido associado em seu passado, ele se configura como um dos principais e mais utilizados símbolos mágicos da cultura Universal.

HACKER PROCURA UFOS NA NASA E É PRESO

http://imagem.band.com.br/zoom/CNT_EXT_161490.jpgO hacker britânico Gary McKinnon, 36 anos, será extraditado aos Estados Unidos por ter acessado os computadores do Pentágono e da Nasa. Se for considerado culpado, sua pena pode chegar a 70 anos de prisão mais multas em torno de US$ 1,75 milhão.
Seu crime? Baixar documentos confidenciais, instalar um programa que tornou "inoperante" o distrito militar de Washington, destruir 1,3 mil contas informatizadas e se apropriar de 950 senhas.
Sua motivação? Procurar dados que pudessem provar a existência dos OVNIs (objetos voadores não-identificados).
Essa foi a notícia divulgada nos sites brasileiros em 2005. Agora, a pergunta "Será que ele achou o que procurava?" não foi feita em nenhum momento. Até agora. Numa entrevista reveladora à Spencer Kelly, publicada pela revista Wired e pela BBC (abaixo é um resumo do que encontrei de bom nas duas versões), Gary fala do que achou por lá:
Kelly: Qual foi a sua motivação?
McKinnon: Eu estava em busca de tecnologias escondidas, jocosamente referidas como tecnologias alienígenas. Enquanto países são invadidos por causa de petróleo e velhos pensionistas sequer podem pagar suas contas de combustível, governos secretos sentam em cima de tecnologias como a energia-livre (também conhecida como Energia Ponto Zero).
Kelly: Você achou algo na sua busca por evidências de OVNIs?
McKinnon: Certamente que sim. Há o chamado The Disclosure Project. É um livro com testemunhos de 400 pessoas das mais diversas, de controladores de tráfego aéreo civil e militar à responsáveis por lançamento de mísseis nucleares. São testemunhas muito críveis, e falam que sim, há energia livre, há antigravidade, e são tecnologias alienígenas em sua origem, e que nós capturamos naves alienígenas e fazemos engenharia reversa nelas.
Kelly: Como o incidente de Roswell em 1947?
McKinnon: Acho que esse foi o primeiro e que houveram outros. Essas testemunhas nos deram sólidas evidências.
Kelly: Que tipo de evidências?
McKinnon: Uma expert em fotografia da NASA disse que havia um prédio de Nº 8 no Johnson Space Center, onde eles regularmente apagam digitalmente OVNIs das imagens de alta-resolução dos satélites. Eu invadi a NASA e pude acessar esse departamento. Eles tinham enormes imagens em alta-resolução nos seus arquivos. Minha conexão de 56k (isso foi há anos) era muito lenta pra baixar essas imagens. Enquanto tentava, eu tinha acesso remoto ao computador deles e, ajustando minha tela pra cores em 4-bit e baixa resolução, consegui ver brevemente uma dessas imagens. Era um objeto em forma de cigarro, prateado, com domos geodésicos em cima, embaixo, nos lados e nas duas pontas. Estava flutuando no espaço, com a Terra abaixo dele. Não havia soldas visíveis nem parafusos. Nao havia referência quanto ao tamanho do objeto e a foto foi tirada provavelmente por um satélite. Esse objeto não parecia feito por humanos ou com qualquer coisa que tenhamos criado.
Kelly: Não podia ser a obra de um artista?
McKinnon: Não sei... pra mim, foi mais do que uma coincidência. Essa mulher disse: "Isso é o que acontece, neste prédio, neste Space Centre". Eu fui nesse exato lugar e vi exatamente o que ela disse!
Kelly: Você tem uma cópia disso?
McKinnon: Não. O visualizador funciona quadro a quadro. É uma aplicação Java, então nada é salvo na sua máquina, ou se é, é apenas um quadro.
Kelly: Então você tem esse quadro?
McKinnon: Não. Eu fui descoberto e desconectado, então perdi a imagem. Mas também consegui planilhas de Excel. Uma era intitulada "Non-Terrestrial Officers". Ela continua nomes e postos de pessoas da Força Aérea dos EUA que não são registradas em mais nenhum lugar. Também continha informações sobre transferências de navios para navios, mas eu nunca vi o nome desses navios em nenhum outro lugar.
Kelly:Não poderia ser um tipo de jogo de estratégia militar ou o desenvolvimento de situações hipotéticas?
McKinnon: Os militares querem ter domínio do espaço. O que achei poderia ser um jogo... é difícil dizer com certeza.
Kelly: Alguns dizem que sua motivação sobre UFOs é uma distração para mascarar atividades nefastas.
McKinnon: Eu estava procurando por essas informações antes e depois de onze de setembro. Se eu quisesse distrair alguém, não escolheria a ufologia, já que ela me expõe ao ridículo.

Pois é... só sei que extraditaram uma pessoa de seu país e querem prendê-la por 70 anos simplesmente por invadir o computador errado... MUITO errado... Com certeza não era o PC onde os militares brincam de jogos de guerra.

Apagando arquivos definitivamente do HD.

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O objetivo deste conteúdo é eliminar as chances de recuperação de dados por parte de terceiros. Aumentando a sim a sua segurança e privacidade. No momento da venda de hardware usado como HD “Disco Rígido” de uso pessoal ou mesmo a CPU inteira “computador” . Digamos que você esta fazendo um update da sua maquina trocando o HD velho por um maior e mais rápido,

ou mesmo trocando a CPU inteira. Bom na maquina antiga teremos um ou mais HD´s que podem mesmo de pois de uma formatação ou mesmo depois de uma instalação do sistema operacional inteiro por cima do antiga não impede que você tenha seus dados como senhas de e-mail, documentos ou até mesmo o sistema inteiro anterior recuperados como se nada tivesse sido alterado isso é um risco que se corre quando não se toma algumas precauções . vamos a elas.


Para eliminar este risco, é recomendado que seja realizada uma formatação física no HD ( Disco Rígido). Este processo, em seu método mais básico, preenche o disco ou partição com zeros lógicos, fazendo com que a recuperação dos dados se torne praticamente impossível.
Existem vários Software que podem ser utilizados para esta tarefa, tanto pagos como freeware, neste tutorial vamos ensinar a você utilizar dois programas freeware que podem ser baixados de graça e executar esta tarefa.

Usaremos dois software de facil manejo para execução da tarefa são eles o "killDisk e CBL Destruição de Dados".

Primeira Opção, killDisk.
download.gif
Para baixar este programas clique aqui.
Após instalado, clique em;
INICIAR / TODOS OS PROGRAMAS / Active@ KillDisk FREE Suíte /Active@ KillDisk for Windows/Active@ KillDisk for Window
Na caixa de texto que se abre clique em ok.
Como você pode repara o programa faz uma rápida procura por todos os dispositivo de acumulo de informação, HD e mídias removíveis que é o caso do Pen-drive. Os dispositivos encontrados são listados no nosso exemplo teremos dois HD´s.
ATENÇÃO TOME MUITO CUIDADO PARA NÃO SELECIONAR O HD ERRADO TENHA CERTEZA DE QUE ESTA SELECIONANDO O HD CERTO OK.
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Clique sobre o HD e verifique se este é o HD que ira preencher de zeros no nosso exemplo iremos utilizar o HD IBM-DTCA-23240. selecione o HD e depois o sistema ou partição do HD ira apagar, no caso do nosso HD não há um sistema só a partição então clicamos sobre o HD e depois sobre a partição. Agora clique no menu acima no botão KILL.
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Ao abri a caixa de texto kill  selecione as opção ignore erros, clear log... e skip confirmação. Feito isso clique em no botão START com  a seta verde.
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Daí é só aguardar o termino da execução e pronto seu HD ou mídia removível esta segura, caso queira repetir a execução não há problemas até aconselho para ter certeza. Ok.
Segunda Opção,  CBL Destruição de Dados.
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Para baixar este programas clique aqui.

Agora vamos  usar o  software CBL,  para executar a mesma tarefa anterior que pode ser baixada em versão  freeware, também após instalado,  vá até Iniciar/ Todos os programas /CBL Destruição de Dados
As telas são bem simples. Ao abrir a caixa “CBL destruição de dados”, clique no botão localizado no topo “ selecionar disco”.
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Feito isso se abrirá outra tela. Com todos os dispositivos de acumulo de informação. Clique sobre o HD que vc pretende como diz o programa destruir os dados. No nosso cado é o HD IBM-DTCA23240 e depois clique no botão selecionar.
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Novamente aparecera a tela anterior só que agora com o hd selecionado.
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Agora temos o hd selecionado,  clique em iniciar, será aberta uma caixa de texto de configuração de modo de gravação de dados
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O software já vem no modo Stander configurado para preencher de zeros o disco sendo assim é só clicar em ok que o software ira iniciar a execução da tarefa. caso queira alterar o mode de trabalho escolha uma outra opção que se encaixa na sua necessidade.
Agora é só aguardar a finalização da execução da tarefa  e pronto o HD esta pronto para ser vendido,  emprestado,  cedido, presenteado, alugado etc  mas com segurança.. Ok.
Espero ter ajudado.
deixe um comentario se tiver duvidas.

tudo sobre Processadores

Processadores - Parte 1: clock, bits, memória cache e múltiplos núcleos
 
poucos fabricantes (essencialmente, Intel, AMD e VIA), o mercado conta com uma grande variedade de processadores. Apesar disso e das diferenças existentes entre cada modelo,
todos compartilham de alguns conceitos e características. Com base nisso, o InfoWester apresenta este artigo de introdução aos processadores, onde você conhecerá a função e o significado de clock, bits internos, memória cache e chips com dois ou mais núcleos.

O trabalho de um processador
O processador é um chip de silício responsável pela execução das tarefas cabíveis a um computador. Para entender como um processador trabalha, é conveniente dividirmos um computador em três partes: processador, memória e um conjunto de dispositivos de entrada e saída (ou I/O, de Input/Output). Neste último, encontra-se qualquer item responsável pela entrada ou saída de dados no computador, como monitores de vídeo, teclados, mouses, impressoras, scanners, discos rígidos, etc. Nesse esquema, obviamente, o processador exerce a função principal, já que a ele cabe o acesso e a utilização da memória e dos dispositivos de entrada e saída para a execução de suas atividades.
Para entender melhor, suponha que você queira que o seu computador execute um programa qualquer. Um programa consiste em uma série de instruções que o processador deverá executar para que a tarefa solicitada seja realizada. Para isso, o processador transfere todos os dados necessários à execução, de um dispositivo de entrada e/ou saída - como um disco rígido - para a memória. A partir daí, todo o trabalho é realizado e o que vai ser feito do resultado depende do programa. O processador pode ser orientado a enviar as informações processadas para o HD novamente ou para uma impressora, por exemplo, tudo depende das instruções com as quais lidar.

www.tutorialgratis.com.brBarramentos
A imagem a seguir ilustra a comunicação entre o processador, a memória e o conjunto de dispositivos de entrada e saída. Note que a conexão entre esses itens é indicada por setas. Isso é feito para que você possa entender a função dos barramentos. De maneira geral, estes são os responsáveis pela interligação e comunicação dos dispositivos em um computador. Note que, para o processador se comunicar com a memória e com o conjunto de dispositivos de entrada e saída, há 3 setas, isto é, barramentos: um se chama barramento de endereços (address bus); outro, barramento de dados (data bus); o terceiro, barramento de controle (control bus).

O barramento de endereços, basicamente, indica de onde os dados a serem processados devem ser retirados ou para onde devem ser enviados. A comunicação por esse barramento é unidirecional, razão pela qual só há seta em uma das extremidades da linha no gráfico que representa a sua comunicação. Como o nome deixa claro, é pelo barramento de dados que os dados transitam. Por sua vez, o barramento de controle faz a sincronização das referidas atividades, habilitando ou desabilitando o fluxo de dados, por exemplo.
Para você compreender melhor, imagine que o processador necessita de um dado presente na memória. Pelo barramento de endereços, ele obtém a localização desse dado dentro da memória. Como precisa apenas acessar o dado, o processador indica pelo barramento de controle que esta é uma operação de leitura na memória. O dado é então localizado e inserido no barramento de dados, por onde o processador, finalmente, o lê.

Clock interno e clock externo
Em um computador, todas as atividades necessitam de sincronização. O clock serve justamente para isso, ou seja, basicamente, atua como de sinal de sincronização. Quando os dispositivos do computador recebem o sinal de executar suas atividades, dá-se a esse acontecimento o nome de "pulso de clock". Em cada pulso, os dispositivos executam suas tarefas, param e vão para o próximo ciclo de clock.
A medição do clock é feita em hertz (Hz), a unidade padrão de medidas de freqüência, que indica o número de oscilações ou ciclos que ocorre dentro de uma determinada medida de tempo, no caso, segundos. Assim, se um processador trabalha à 800 Hz, por exemplo, significa que é capaz de lidar com 800 operações de ciclos de clock por segundo. Repare que, para fins práticos, a palavra kilohertz (KHz) é utilizada para indicar 1000 Hz, assim como o termo megahertz (MHz) é usado para indicar 1000 KHz (ou 1 milhão de hertz). De igual forma, gigahertz (GHz) é a denominação usada quando se tem 1000 MHz, e assim por diante. Com isso, se um processador tem, por exemplo, uma freqüência de 800 MHz, significa que pode trabalhar com 800 milhões de ciclos por segundo.
As freqüências com as quais os processadores trabalham são chamadas também de clock interno. Neste ponto, você certamente já deve ter entendido que é daí que vem expressões como Pentium 4 de 3,2 GHz, por exemplo. Mas, os processadores também contam com o que chamamos de clock externo ou Front Side Bus (FSB) ou, ainda, barramento frontal.
O FSB existe porque, devido a limitações físicas, os processadores não podem se comunicar com a memória (mais precisamente, como a ponte norte - ou northbridge - do chipset, que contém o controlador da memória) usando a mesma velocidade do clock interno. Assim, quando essa comunicação é feita, o clock externo, de freqüência mais baixa, é que é usado. Note que, para obter o clock interno, o processador usa uma multiplicação do clock externo. Para entender melhor, suponha que um determinado processador tenha clock externo de 100 MHz. Como o seu fabricante indica que esse chip trabalha à 1,6 GHz (ou seja, tem clock interno de 1,6 GHz), seu clock externo é multiplicado por 16: 100 x 16 = 1600 MHz ou 1,6 GHz.
É importante deixar claro, no entanto, que se dois processadores diferentes - um da Intel e outro da AMD, por exemplo - tiverem clock interno de mesmo valor - 2,8 GHz, para exemplificar -, não significa que ambos trabalham à mesma velocidade. Cada processador tem um projeto distinto e conta com características que determinam o quão rápido é. Assim, um determinado processador pode levar, por exemplo, 2 ciclos de clock para executar uma instrução. Em outro processador, essa mesma instrução pode requerer 3 ciclos. Além disso, muitos processadores - especialmente os mais recentes - transferem 2 ou mais dados por ciclo de clock, dando a entender que um processador que faz, por exemplo, transferência de 2 dados por ciclo e que trabalha com clock externo de 133 MHz, o faz à 266 MHz. Por esses e outros motivos, é um erro considerar apenas o clock interno como parâmetro de comparação entre processadores diferentes.

Bits dos processadores
O número de bits é outra importante característica dos processadores e, naturalmente, tem grande influência no desempenho desse dispositivo. Processadores mais antigos, como o 286, trabalhavam com 16 bits. Durante muito, no entanto, processadores que trabalham com 32 bits foram muitos comuns, como as linhas Pentium, Pentium II, Pentium III e Pentium 4 da Intel, ou Athlon XP e Duron da AMD. Alguns modelos de 32 bits ainda são encontrados no mercado, todavia, o padrão atual são os processadores de 64 bits, como os da linha Core 2 Duo, da Intel, ou Athlon 64, da AMD.
Em resumo, quanto mais bits internos o processador trabalhar, mais rapidamente ele poderá fazer cálculos e processar dados em geral, depedendo da execução a ser feita. Isso acontece porque os bits dos processadores representam a quantidade de dados que os circuitos desses dispositivos conseguem trabalhar por vez. Um processador com 16 bits, por exemplo, pode manipular um número de valor até 65.535. Se esse processador tiver que realizar uma operação com um número de 100.000, terá que fazer a operação em duas partes. No entanto, se um chip trabalha a 32 bits, ele pode manipular números de valor até 4.294.967.295 em uma única operação. Como esse valor é superior a 100.000, a operação será possível em uma única vez.
Em relação aos processadores de 64 bits, saiba mais sobre eles neste artigo.

Memória cache
Os processadores passam por aperfeiçoamentos constantes, o que os tornam cada vez mais rápidos e eficientes. No entanto, o mesmo não se pode dizer das tecnologias de memória RAM. Embora estas também passem por constantes melhorias, não conseguem acompanhar os processadores em termos de velocidade. Assim sendo, de nada adianta ter um processador rápido se este tem o seu desempenho comprometido por causa da "lentidão" da memória.
Uma solução para esse problema seria equipar os computadores com um tipo de memória muito mais rápida, a SRAM (Static RAM). Estas se diferenciam das memórias convencionais DRAM (Dynamic RAM) por serem muito rápidas, por outro lado, são muito mais caras e não contam com o mesmo nível de miniaturização, sendo, portanto, inviáveis. Apesar disso, a idéia não foi totalmente descartada, pois foi adaptada para o que conhecemos como memória cache.
A memória cache consiste em uma pequena quantidade de memória SRAM embutida no processador. Quando este precisa ler dados na memória RAM, um circuito especial chamado "controlador de cache" transfere blocos de dados muito utilizados da RAM para a memória cache. Assim, no próximo acesso do processador, este consultará a memória cache, que é bem mais rápida, permitindo o processamento de dados de maneira mais eficiente. Se o dado estiver no cache, o processador a utiliza, do contrário, irá buscá-lo na memória RAM, etapa essa que é mais lenta. Dessa forma, a memória cache atua como um intermediário, isto é, faz com que o processador nem sempre necessite chegar à memória RAM para acessar os dados dos quais necessita. O trabalho da memória cache é tão importante que, sem ela, o desempenho de um processador pode ser seriamente comprometido.
Os processadores trabalham, basicamente, com dois tipos de cache: cache L1 (Level 1 - Nível 1) e cache L2 (Level 2 - Nível 2). Este último é ligeiramente maior em termos de capacidade e passou a ser utilizado quando o cache L1 se mostrou insuficiente. Antigamente, um tipo distinguia do outro pelo fato da memória cache L1 estar localizada junto ao núcleo do processador, enquanto que a cache L2 ficava localizada na placa-mãe. Atualmente, ambos os tipos ficam localizados dentro do chip do processador, sendo que, em muitos casos, a cache L1 é dividida em duas partes: "L1 para dados" e "L1 para instruções".
Vale ressaltar que, dependendo da arquitetura do processador, é possível o surgimento de modelos que tenham um terceiro nível de cache (L3). Mas, isso não é novidade: a AMD chegou a ter um processador em 1999 chamado K6-III que contava com cache L1 e L2 internamente, algo incomum à época, já que naquele tempo o cache L2 se localizava na placa-mãe. Com isso, esta última acabou assumindo o papel de cache L3.
A foto abaixo mostra um processador AMD Athlon, com 64 KB de cache L1 para instruções, 64 KB de cache L1 para dados e 512 KB de cache L2. Note que a capacidade de cada tipo de cache varia conforme o modelo do processador.
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Processadores com dois ou mais núcleos
Há tempos que é possível encontrar no mercado placas-mãe que contam com dois ou mais slots para processadores. A maioria esmagadora dessas placas são usadas em computadores especiais, como servidores e workstations, que são utilizados em aplicações que exigem grandes recursos de processamento. Para aplicações domésticas e de escritório, no entanto, computadores com dois ou mais processadores são inviáveis devido aos elevados custos que esses equipamentos representam, razão pela qual é conveniente a esses nichos de mercado contar com processadores cada vez mais rápidos.
Até um passado não muito distante, o usuário tinha noção do quão rápido eram os processadores de acordo com a taxa de seu clock interno. O problema é que, quando um determinado valor de clock é alcançado, torna-se mais difícil desenvolver outro chip com clock maior. Limitações físicas e tecnológicas são os motivos para isso. Uma delas é a questão da temperatura: quanto mais megahertz um processador tiver, mais calor ele gerará.
www.tutorialgratis.com.brUma das formas encontradas pelos fabricantes para lidar com essa limitação é fabricar e disponibilizar processadores com dois núcleos (dual-core) ou mais (multi-core). Mas, o que isso significa? Processadores desse tipo contam com dois ou mais núcleos distintos no mesmo circuito integrado, como se houvesse dois processadores dentro de um. Dessa forma, o processador pode lidar com dois processos por vez, um para cada núcleo, melhorando o desempenho do computador como um todo. Note que, em um chip de único núcleo, o usuário pode ter a impressão de que vários processos são executados simultaneamente, já que a máquina está quase sempre executando mais de uma aplicação ao mesmo tempo. Na verdade, o que acontece é que o processador dedica determinados intervalos de tempo a cada processo e isso ocorre de maneira tão rápida, que se tem a impressão de processamento simultâneo.
Pelo menos teoricamente, é possível fabricar processadores com dezenas de núcleos. No momento em que este artigo era escrito no InfoWester, era possível encontrar processadores com 2, 3 e 4 núcleos (dual-core, triple-clore e quad-core, respectivamente). É importante ressaltar que ter processadores com dois ou mais núcleos não implica, necessariamente, em computadores que são proporcionalmente mais rápidos. Uma série de fatores influenciam nesse quesito, como as velocidades limitadas das memórias e dos dispositivos de entrada e saída, e as formas como os programas são desenvolvidos.
Na imagem abaixo, uma montagem que ilustra o interior de um processador Intel Core 2 Extreme Quad-Core (com 4 núcleos):
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Finalizando
O processador é um componente de extrema complexidade, o que deixa claro que o assunto pode ser estudado com muito mais profundidade. No entanto, este artigo apresentou características básicas que permitem ao leitor ter uma noção inicial de como esses chips trabalham e o que significam parte dos tantos nomes que os envolvem. Se você deseja entender o assunto de modo mais amplo, é recomendável iniciar estudos na área de arquitetura de computadores, que fornece conceitos que ajudam a entender o funcionamento não só do processador, mas do computador como um todo.
Na parte 2 deste artigo, você conhecerá alguns detalhes da fabricação dos processadores e de seu encapsulamento, enfim, saberá um pouco mais desses componentes "por dentro". Essa matéria será publicada em breve aqui no InfoWester. Até lá!

HP lança no Brasil PC com tela sensível ao toque

Touchsmart IQ501BR A Hewlett-Packard apresentou nesta terça-feira o HP Touchsmart IQ501BR, um computador comtela sensível ao toque.Ele tem preço de R$ 6,5 mil reais e é um centro de entretenimento doméstico. Tipo, ele é lindo, perfeito para você colocar no meio da sala de estar e usar como som, mural de fotos/notas e tudo mais. Ele vem com uma
configuração bacana, com processador Intel Core2Duo T5850, 4 GB de RAM, 500GB de HD, 5 portas USB 2.0, leitor de cartão de memória 5 em 1, sintonizador de TV em alta definição, leitor/gravador de DVD (sem blu-ray, pena) e a tela sensível de 22¿ (1680x1050).
A pergunta: existe uma revolução de interface no Touchsmart? Resposta: não. Se você quer controlar tudo via touchscreen em um computador, infelizmente vai ter que esperar mais um tempo até rolar uma interface melhor. Mas se você quer um computador para se divertir (e não trabalhar, absolutamente), ele pode ser uma boa opção.
O grande diferencial dele é o software Touschsmart, que foi elaborado especialmente para ser usado com a tela de toque sensível. Ele tem ícones grandes e barras de rolagem perfeitas para os dedos. Logo na primeira tela, você encontra vários aplicativos em uma barra que rola para os lados, igualzinho ao iPhone.
Tem, por exemplo, Mah Jong, Paciência Spider, players de música e vídeo, browser de fotos, editores de notas, browser e mais vários cacarecos, que são realmente divertidos para brincar. Você pode, por exemplo, deixar uma nota para outra pessoa da sua casa com desenhos feitos à mão, ou um vídeo explicando para o seu avô como se faz para mandar uma mensagem SMS em caso de acidentes.
Esse tipo de coisa, embora possa ser feita em um PC normal, fica muito mais divertida quando é feito com as mãos. Ponto para HP por ter conseguido sacar isso e ter executado muito bem neste software.
Mas os problemas começam no momento em que você volta para a Terra e começa a usar o Window Vista com as mãos. É simplesmente impossível. Os botões são pequenos demais para serem clicados com o dedo e mesmo navegar em muitos sites é um grande desespero. Tentar ler os feeds no Google Reader, por exemplo, é impossível.
O espaço para se clicar é muito pequeno, porque foi criado para o apontador do mouse, assim como todo o resto do Vista. Nessas horas, usar o mouse é fundamental para você não ter um ataque de fúria ao errar um link 10 vezes seguidas. E mesmo tendo vários modos de input de letras na tela (você pode abrir um teclado virtual ou o reconhecimento de escrita), o teclado é definitivamente a melhor opção para escrever. Aliás, ele é muito bonito, bem fino e estiloso, além de ter teclas gostosas de digitar. Tanto ele quanto o mouse são wireless, portanto daria usar os dois longe do computador (se a tela fosse maior).
O design do Touchsmart é bem matador. Como em um Mac, a torre é embutida no monitor, tudo com um acabamento black piano fera. A única parte que não combina direito com o resto do design são os pezinhos de plástico, que não dão segurança. Eles parecem ser frágeis demais, então não é muito recomendável arrastar o computador, mesmo que seja só para ajeitar o ângulo de visão.
No final das contas, o HP Touchsmart é um bom computador com preço alto (R$ 6,5 mil). Você pode conseguir um PC com uma configuração parecida por um preço bem menor, ou até mesmo um Mac bala. Só que nenhum dos dois terá uma tela sensível.
Mas como já foi dito, não é aqueeeeela revolução de interface. Então não é um computador que funcione para uso prolongado, e sim um segundo desktop que você deixa na sala ou na cozinha. Fica muito mais divertido mostrar para as visitas as fotos de sua última viagem pelo nordeste nessa tela do que em um álbum. Se você tem essa grana sobrando e quer um PC diferente, o Touchsmart pode encaixar certinho na mesa de centro da sua sala de estar.

componentes do computador - peças do computador


Por dentro do computador Divisão do computador
Hardware: todo o equipamento, suas peças, isto é, tudo o que "pode ser tocado", denomina-se hardware. Alguns equipamentos como monitor, teclado e mouse são também chamados de periféricos. Outros exemplos de hardware: memórias, processadores, gabinetes, disco rígido, etc.
Atualizado em 27/04/2010.
Software: consiste na parte que "não se pode tocar", ou seja, toda a parte virtual, onde estão incluídos as aplicações, os programas e o sistema operacional.

Processador
Este é o grande pivô da história. O processador, basicamente, é o "cérebro" do computador. Praticamente tudo passa por ele, já que é o processador o responsável por executar todas as instruções existentes. Quanto mais rápido for o processador, mais rápido as instruções serão executadas.
Todo processador deve ter um cooler (ou algum outro sistema de controle de temperatura). Essa peça (que lembra um ventilador) é a responsável por manter a temperatura do processador em níveis aceitáveis. Quanto menor for a temperatura, maior será a vida útil do processador. A temperatura sugerida para cada processador varia de acordo com o fabricante, com o mecanismo e com o desempenho. Procure saber com o fabricante qual a temperatura ideal para o seu processador. Se o valor estiver acima do limite, talvez seja necessário melhorar a ventilação interna do computador. Para conhecer a temperatura, fabricantes de placas-mães costumam oferecer programas próprios para isso. Em muitos casos, também é possível obter essa informação no setup do BIOS (visto no item placa-mãe, mais adiante).
Vale ressaltar que cada processador tem um número de pinos. Por exemplo, o Athlon XP tem 462 pinos (essa combinação é chamada Socket A) e, logo, é necessário fazer uso de uma placa-mãe que aceite esse modelo (ese socket). Assim sendo, na montagem de um computador, a primeira decisão a se tomar é qual processador comprar, pois a partir daí é que se escolhe a placa mãe e, em seguida, o restante das peças.
O mercado de processadores é dominado por duas empresas: Intel e AMD. Eis alguns exemplos de seus processadores: Intel Pentium 4, AMD Duron, AMD Athlon 64, AMD Athlon XP (visto na imagem abaixo), Intel Celeron, AMD Athlon 64 X2 e Intel Core 2 Duo.
processador athon xp
AMD - ATHLON - ANTERIOR A 2009
PROCESSADOR PHENON II - X6 - SIX CORE
LANÇAMENTO PEHNON II X6 - SIX CORE - 27/04/2010.

processador INTEL - I5
INTEL - CORE I5 -  2009
processador INTEL - I7
INTEL - CORE I7 -  2009
Memória RAM

RAM significa Random Access Memory (memória de acesso randômico). Nela, os dados se perdem quando o computador é desligado. Os módulos de memória, também conhecidos como "pentes de memória", são os responsáveis pelo armazenamento dos dados e instruções que o processador precisa para executar suas tarefas. Esses dados são fornecidos pelo usuário e/ou tirados do HD (Hard Disk- Disco Rígido). Existe também uma categoria chamada memória ROM, que armazena permanentemente os dados. Para se informar melhor sobre as diferenças entre RAM e ROM, clique aqui. Existe mais de um tipo de memória RAM. Cada um tem uma forma de encapsulamento e um modo de funcionamento. Atualmente, o tipo de memória mais usado é a DDR2, cuja imagem é visto a seguir.


Memória DDR2 -  OCZ

DDR3
Comparado com DDR2, as principais alterações estão relacionadas com a DDR3 de alimentação (que vai de 1,5 V versus 1.8V em DDR2 e DDR em 2.5V) e prefetch. Este último, que passou de 2n a 4n bits na transição de DDR para DDR-2, aumenta a 8N bits. A organização interna das células de memória, portanto, foi modificado para ter uma taxa de transferência dobrada sem aumentar a freqüência, em detrimento da de entrada / saída de buffer eo barramento de memória externa.
Memória DDR3 -  CRUCIAL -  BALLISTIX TRACER
MEMÓRIA DD3 DA CRUCIAL
Memória DDR3 - KINGSTON HIPER X
MEMÓRIA DDR3 DA KINGSTON HIPER X
Além da menor utilização de energia de DDR3 essa memória deve trazer um ganho perceptível em termos de largura de faixa, porque ele será oficialmente disponível a longo prazo de 800 e DDR3-1600 DDR3 versões. Este é o dobro da DDR2 que vai de DDR2-400 para DDR2-800. Naturalmente, como para DDR e DDR2 certos chips deve ir mais longe do que as especificações oficiais, e certamente vamos ver chips funcionando em DDR3-2133, que corresponde ao PC3-17000 chips.

Disco Rígido

O Disco Rígido, cujo nome em inglês é Hard Disk (HD), serve para armazenar dados permanentemente ou até estes serem removidos. Fisicamente, os HDs são constituídos por discos. Estes são divididos em trilhas e estas são formadas por setores. Os HDs podem armazenar até centenas de gigabytes. A velocidade de acesso às informações dos discos dependem da velocidade em que estes giram. Os padrões mais comuns são de 5.400 rpm (rotações por minuto), 7.200 rpm e 10.000 rpm.

Para serem usados pelo computador, os HDs precisam de uma interface de controle. As existentes são a IDE (Intergrated Drive Electronics), SCSI (Small Computer System Interface) e SATA (Serial ATA). Um pequeno detalhe: os HDs também podem ser chamados de "Winchester", porém esta é uma antiga denominação.

A imagem abaixo mostra a parte interna de um HD. Repare nos discos (pratos), o local onde os dados são gravados:

HD POR DENTRO
Placa-mãe

Essa peça também pode ser interpretada como a "espinha dorsal" do computador, afinal, é ela que interliga todos os dispositivos do equipamento. Para isso, a placa-mãe (ou, em inglês, motherboard) possui vários tipos de conectores. O processador é instalado em seu socket, o HD é ligado nas portas IDE ou SATA, a placa de vídeo pode ser conectada nos slots AGP 8x ou PCI-Express 16x e as outras placas (placa de som, placa de rede, etc) podem ser encaixadas nos slots PCI ou, mais recentemente, em entradas PCI Express (essa tecnologia não serve apenas para conectar placas de vídeo). Ainda há o conector da fonte, os encaixes das memórias, enfim.

Todas as placas-mãe possuem BIOS (Basic Input Output System). Trata-se de um pequeno software de controle armazenado em um chip de memória ROM que guarda configurações do hardware e informações referentes à data e hora. Para manter as configurações do BIOS, em geral, uma bateria de níquel-cádmio ou lítio é usada. Dessa forma, mesmo com o computador desligado, é possível manter o relógio do sistema ativo, assim como as configurações de hardware.

A imagem abaixo mostra um exemplo de placa-mãe. Em A ficam os conectores para o mouse, para o teclado, para o áudio, etc. Em B, o slot onde o processador deve ser encaixado. Em C ficam os slots onde os pentes de memória são inseridos. D mostra um conector IDE. Em E é possível ser os conectores SATA. Por fim, F mostra os slots de expansão (onde pode-se adicionar placas de som, placas de rede, entre outros), com destaque para o slot PCI Express 16x (azul) para o encaixe da placa de vídeo.

Placa-mãe Asus M2N-SLI-DELUXE
Placa de vídeo

Eis outra placa importante em um computador. Cabe à placa de vídeo gerar tudo o que vai aparecer em seu monitor, como imagens de jogos e de aplicações, efeitos, etc. Hoje, tem-se uma imensa variedade de placas, porém, as marcas mais conhecidas desse segmento são a ATI e a NVIDIA, duas fortes concorrentes. Na verdade, ambas produzem o chip gráfico (uma espécie de processador responsável pela geração de imagens, principalmente em aplicações 3D). Quem produz as placas são outras empresas, como MSI, Powercolor, Gigabyte, Asus, etc.

É possível encontrar no mercado placas-mãe que possuem placas de vídeo onboard, isto é, o vídeo já vem integrado junto à placa-mãe. Isso permite economia de gastos, porém afeta o desempenho do computador, já que o processador passa a fazer o trabalho que é executado pelo chip gráfico em placas normais. As placas de vídeo antigas usavam o slots PCI e AGP. Hoje, o padrão é a tecnologia PCI Express (PCI-E).

Foto de uma placa de vídeo
PLACA GRAFIGA AGP 2
Placa Gráfica GeForce 7800GTX - 256Mb DDR3 - PCI-Express
Placa Gráfica GeForce 7800GTX - 256Mb DDR3 - PCI-Express
Drives de Disquete e CD-ROM/DVD
Os drives de disquete são itens cada vez mais em desuso, tanto que já é comum encontrar PCs que não utilizam esse dispositivo. O disquete consiste em uma espécie de capa quadrada que protege um disco magnético que suporta até 1,44 MB. Por oferecerem pouco espaço para armazenamento de dados e por darem muitos problemas (qualquer campo magnético é capaz de desorganizar as informações gravadas), esses discos estão perdendo sua utilidade.

O drive de CD-ROM/DVD é, basicamente, o dispositivo que lê CDs e/ou DVDs. Hoje é comum ter aparelhos leitores de CDs/DVDs que também fazem gravação de dados. Até pouco tempo atrás, o mercao contava apenas com leitores e gravadores de CD. Atualmente, esses drives trabalham com CDs e DVDs. A seguir, uma lista dos diferentes tipos de drives de disco existentes:

CD-ROM: mencionado acima, serve apenas para ler CDs. Mais informações sobre isso aqui;
CD-RW (gravador): serve para ler e gravar CD-Rs e CD-RWs. Para mais informações sobre esse tipo de mídia, clique aqui;
CD-RW + DVD (combo): serve como leitor de CD-ROM e de DVD, além de gravador de CDs;
DVD-RW (gravador): esse drive é um dos mais completos, pois lê e gravas CDs, assim como lê e grava DVDs.

A imagem a seguir mostra um drive leitor de DVDs:

Drive leitor de DVDs
LEITOR / GRAVADOR DE CD-DVD-RW - 4.7 A 8GB
Drive leitor de CD - DVD - BLU-RAY
LEITOR / GRAVADOR DE CD-DVD-RW - BLU-RAY 30GB
Note que, em um futuro não muito distante, os drives de DVD poderão perder espaço para as unidades Blu-ray e HD-DVD.

Placas adicionais

Também chamadas de placas de expansão, neste grupo, estão as placas que adicionam funcionalidades ao computador: placas de som, placas de rede, placa de captura de vídeo, etc. As placas de expansão atuais são encaixáveis em slots PCI e em slots PCI Express.

Monitor:
Esse é um item de extrema importância. Semelhante a uma TV, é responsável por transmitir informações visuais. Por muito tempo, a tecnologia mais usada nos monitores foi o CRT (Cathode Ray Tube), que está perdendo espaço para a tecnologia LCD (Liquid Crystal Display). Os monitores CRT mais antigos apresentavam uma tela com um certo encurvamento, porém, existem modelos CRT com tela plana que proporcionam maior conforto visual.
Os monitores mais comuns encontrados no mercado oferecem telas nos tamanhos de 15", 17" e 19" (lê-se o símbolo " como polegadas). Hoje em dia, é muito mais vantajoso ter um monitor com pelo menos 17", uma vez que a diferença de preços em relação a modelos menores é pequena.
A Imagem abaixo mostra um monitor LCD:
monitor LCD
Gabinete;
O gabinete é uma caixa metálica (e/ou com elementos de plástico) vertical ou horizontal, que guarda todos os componentes do computador (placas, HD, processador, etc). Geralmente encontrados nas cores bege e preta, cada vez mais surgem modelos que possuem algum tipo de arte, que adicionam cores, luzes e outros elementos chamativos ao gabinete. Normalmente, são os próprios usuários que fazem esses enfeites no computador. É o chamado case modding.
No gabinete, fica localizada também a fonte de alimentação, que serve para converter corrente alternada em corrente contínua para alimentar os componentes do computador. Assim, a placa-mãe, os drives, o HD e o cooler, devem ser ligados à fonte. As placas conectadas nos slots da placa-mãe recebem energia por ela, de modo que dificilmente precisam de um alimentador exclusivo. Gabinetes, fontes e placas-mãe precisam ser de um mesmo padrão, do contrário, acaba sendo praticamente impossível conectá-los. Os padrões em uso atualmente são o ATX e AT (este último descontinuado).
Os gabinetes verticais podem ser encontrados em 3 tipos básicos:
Mini Tower: pequeno, possui apenas 3 baias (visto na imagem abaixo);
Mid Tower: médio, possui 4 baias;
Full Tower: grande, com mais de 4 baias.

As baias são aquelas "gavetinhas", no português vulgar, localizadas na parte frontal do gabinete. Nos espaços das baias é que drives de CD, DVD e outros são encaixados.

Nos gabinentes, ainda é possível encontrar os seguintes itens:

- Botão TURBO (apenas em gabinetes antigos)
- Botão RESET
- Botão ou chave para ligar o computador (POWER)
- LED de POWER ON
- LED indicador de modo turbo (apenas em gabinetes antigos)
- LED indicador de acesso ao disco rígido (indica que o disco rígido está sendo acessado)
- Display digital para indicação de clock (apenas em gabinetes antigos)

gabinete - case
Periféricos gerais
Para finalizar, falta ainda citar o teclado, o mouse e o som. Obviamente, o teclado serve para a digitação, porém, ele também pode ser usado em jogos e em combinações de teclas para acesso rápido a determinados aplicativos. Existem, inclusive, teclados que fogem ao padrão convencional (como o que é visto na imagem abaixo) e adicionam recursos extras no acesso à aplicações multimídia.

Os mouses, dispositivos que servem para guiar uma seta (cursor) na tela do computador, também são itens essenciais. Existem, basicamente, dois tipos de mouse: o de "bolinha", que usa uma esfera para movimentar o cursor; e o mouse óptico, que faz a movimentação da seta através de laser, dando, inclusive, mais precisão ao movimento. Dê preferência a este último.
Mouses e teclados costumam ser conectados ao computador através de portas chamadas PS/2. No entanto, há no mercado modelos que são plugados em entradas USB, que também servem para conectar câmeras digitais, MP3-players, pendrives, impressoras, scanners, etc. Algumas placas-mães sofisticadas oferecem também entradas FireWire, muito utilizadas para a conexão de HDs externos e filmadoras digitais. Antigamente, mouses utilizavam conectores seriais, teclados faziam uso de uma porta denominada DIM e impressoras e scanners usavam uma entrada chamada paralela.
Portas paralela, serial e PS/2
Por fim, há a questão do som. Com o lançamento de jogos cada vez mais realistas e o aumento no uso do computador para aplicações multimídia, hoje, vale a pena adquirir caixas de som de qualidade, que fazem uso de 5 ou mais canais de áudio. Com o auxílio de tecnologias como a Surround 3D, é possível obter som de alta qualidade em filmes, jogos ou na execução de músicas. Para aproveitar esses recursos, além das caixas de som, é necessário que a placa de som ofereça tais funcionalidades. Felizmente, quase todos os modelos atuais oferecem essas vantagens.
Teclado



Este guia foi desenvolvido para servir de base aquem está dando os primeiros passos no mundo da informática. O texto focalizou os principais componentes de hardware encontrados em um computador. Boa parte dos itens é acompanhado de links que explicam com mais detalhes determinadas tecnologias, de forma que seja possível ao leitor entender melhor os recursos que mais lhe interessam.
 
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