Mostrando postagens com marcador global. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador global. Mostrar todas as postagens

Fantástico 22-08-2010 O Lugar Mais Quente da Terra

Escrito nas Estrelas agora no seu celular! Envie SMS com a palavra VIP2 para o número 50000 e receba notícias direto dos bastidores com as próximas cenas, mensagens com todos os segredos dos artistas e seus personagens, agenda dos artistas, novidades da TV, links de sites especiais, links de vídeos exclusivos e muito mais. Apenas R$ 0,10 + impostos por mensagem recebida, válido para todas as operadoras. Assine VIP2 também pelo blog oficial do Canal SoNovela em: http://www.EuAmoSoNovela.blogspot.com Aqui você assiste Malhação ID, Escrito nas Estrelas, Tempos Modernos, Passione, Ribeirão do Tempo, Uma Rosa com Amor, Ana Raio Zé Trovão, Separação, A Vida Alheia, Estrelas, Brasileiros, Na Forma da Lei, Força Tarefa, A Grande Família, Estrelas, S.O.S Emergência, Os Cara de Pau, Altas Horas, Jô Soares, Ídolos 2010, Caldeirão do Luciano Huck, Ana Maria Braga Mais Você, CQC, Pânico na tv, Legendários, A Liga, Domingao do Faustao, Musicais, especiais e muito mais. Visite o blog: http://www.EuAmoSoNovela.blogspot.com e faça o download da nossa barra de ferramentas, muito mais prático para você assistir os vídeos!


deixe um comentario ae sobre esse desaster!
↓ver o video
http://www.youtube.com/watch?v=8CBMhB7hv8U&feature=player_embedded#!

O Brasil está em chamas, literalmente.

O Brasil está em chamas, literalmente.
Incêndios gigantescos acontecem com maior incidência nos Estados das regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. Mapa feito por satélite mostra que os focos de fogo – e não de calor, como costumam divulgar – tomam conta de regiões onde a agricultura e pecuária tem maior atividade.
Imagens espaciais mostram um mapa quase todo vermelho. Dados do Inpe apontam que o Brasil é, atualmente, o país que mais queima no planeta. Há mais focos de fogo do que na parte Norte da África e toda Europa. Expressões de espanto podem ser vistas em quem acessar essas imagens de satélites.



E constatações de ONGs ambientais apontam que essa história de que os incêndios também são espontâneos é pura conversa fiada. A maioria é, sim, provocada pela ação do homem, de forma dolosa (quando tem intenção) ou culposa (quando não há intenção). Para ser provocada por ações naturais seria por meio de raios ou alguém colocar uma lente de óculos no meio do mato.

No primeiro caso a maioria dos raios é acompanhada de tempestades e com chuva, o que não é essa situação. Mas se esses dois exemplos são praticamente descartados, o que pode estar acontecendo?
Ora, a dedução não é muito difícil. São incêndios provocados, mesmo, pelo homem a título de algum interesse: queimar para pastagem ou outra atividade. E se eles agem dessa forma é porque desafiam a lei.
E se desrespeitam a lei é porque não há punição mais severa. Estamos acostumados a presenciar pessoas acusadas formalmente de crimes ambientais não passarem mais que 15 dias detidas. Depois saem e o processo continua. A punição imposta pela Justiça é a troca de milhares de metros quadrados queimados por meia dúzia de cestas básicas ou serviços comunitários.

Veja o que aconteceu com o município de Marcelândia. Mais de 100 famílias estão desabrigadas porque tiveram suas casas destruídas pelas chamas. Outras não tem mais onde trabalhar porque o local de trabalho também ruiu com as chamas.
E essa tragédia já vinha se desenhando em Mato Grosso. O grande problema é que fazer campanhas pontuais e mostrar de forma mais enérgica o que pode acontecer com quem provoca queimadas não rende votos. Só é feito algo mais incisivo às vésperas da estiagem ou no fim. Isso é brincar com a população e com a vida das pessoas.

Queimadas e Desmatamentos

Confundidas freqüentemente com incêndios florestais, as queimadas são também associadas ao desmatamento. Na realidade, mais de 95% delas ocorrem em áreas já desmatadas, caracterizadas como queimadas agrícolas.
Os agricultores queimam resíduos de colheita para combater pragas, como as provocadas pelo bicudo do algodão, para reduzir as populações de carrapatos ou para renovar as pastagens.
O fogo também é utilizado para limpar algumas lavouras e facilitar a colheita, como no caso da cana-de-açúcar, cuja palha é queimada antes da safra. Áreas de pastagem extensiva, como os Cerrados, também são queimadas por agricultores e pecuaristas.
Apenas uma pequena parte das queimadas detectadas no Brasil está associada ao desmatamento. No caso da Amazônia, o fogo é o único meio viável para eliminar a massa vegetal e liberar áreas de solo nu para plantio. Mesmo assim são necessários cerca de oito anos para que a área fique limpa para a prática agrícola. Uma pesquisa realizada pelo Núcleo de Monitoramento Ambiental NMA-Embrapa em Rondônia, revelou que apenas uma pequena parte (menos de 5%) da madeira das áreas desmatadas foi comercializada - ou seja, a finalidade da queimada não é o comércio, mas a limpeza de áreas.

QUEIMADAS

A dimensão das queimadas na região tropical tem provocado preocupação e polêmica em âmbito nacional e internacional. Elas estão em geral associadas ao desmatamento e a incêndios florestais, e, no caso do Brasil, onde ocorrem mais de 200 mil por ano, as pesquisas indicam que as queimadas são, na maioria das vezes, uma prática agrícola generalizada. Aproximadamente 30% delas ocorrem na Amazônia, principalmente no sul e sudeste da região.
O Brasil é um dos únicos países do mundo a dispor de um sistema orbital de monitoramento de queimadas absolutamente operacional. Dezenas de mapas de localização são gerados por semana, durante o inverno, e, neste trabalho, são apresentados dados quantitativos do monitoramento orbital das queimadas ocorridas na Amazônia. O monitoramento é fruto de uma colaboração científica multiinstitucional, envolvendo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Núcleo de Monitoramento Ambiental - NMA/EMBRAPA, a Ecoforça - Pesquisa e Desenvolvimento e a Agência Estado (AE). Os resultados estão sendo obtidos graças ao estudo diário de imagens dos satélites norte-americanos da série NOAA, de responsabilidade da U.S. National Oceanic and Atmospheric Administration.
O impacto ambiental das queimadas preocupa a comunidade científica, ambientalistas e a sociedade em geral, pois elas afetam diretamente a física, a química e a biologia dos solos, alterando, ainda, a qualidade do ar em proporções inimagináveis. Também interferem na vegetação, na biodiversidade e na saúde humana. Indiretamente, as queimadas podem comprometer até a qualidade dos recursos hídricos de superfície. Várias pesquisas científicas recentes estão ajudando a compreender a real dimensão deste impacto, em particular no caso da Amazônia.

QUEIMADAS OU INCÊNDIOS?

Nos países desenvolvidos de clima mediterrânico, como parte da França, Espanha, Grécia, Itália e Estados Unidos (Califórnia) são freqüentes os incêndios florestais nos períodos de verão. O mesmo ocorre em regiões subpolares, como nas áreas de tundra e de vegetação de coníferas do Alasca e da Rússia. Em países tropicais, as queimadas ocorrem no inverno, durante o período seco. No Brasil, este é um fenômeno generalizado na agricultura.
As queimadas estão associadas aos sistemas de produção mais primitivos, como os de caça e coleta dos indígenas. Mas também estão presentes na agricultura mais intensiva e moderna, como a da cana-de-açúcar, algodão e cereais. A falta de informação sobre a natureza e a ocorrência desta prática é grande, provocando confusão entre as queimadas tropicais e os incêndios florestais.
Mais de 98% das queimadas praticadas no Brasil são de natureza agrícola. O agricultor decide quando e onde queimar. É uma prática controlada, desejada e faz parte do sistema de produção. Os lavradores queimam resíduos de colheita, áreas de savana, pastagens nativas e plantadas e palha da cana-de-açúcar para facilitar a colheita. Já os incêndios florestais são de natureza acidental, indesejados e difíceis de controlar. Eles só ocorrem em vegetações propícias a esse tipo de fenômeno, como as florestas degradadas, entremeadas por arbustos e gramíneas, as matas de pinheiro araucária e a Floresta Atlântica caducifólia de planalto, encontrada nas regiões Sul e Sudeste do País.
Na Mata Atlântica e na floresta tropical úmida, um incêndio em vegetação primária é muito difícil de ocorrer e se propagar. O mesmo acontece com a vegetação da Caatinga. No período seco, a perda das folhas reduz o material comburente e a combustibilidade da parte lenhosa é pequena. As plantas continuam verdes e com grandes quantidades de água em seus tecidos. Pela mesma razão, incêndios florestais na Amazônia são quase impossíveis de acontecer.
Pesquisas realizadas pelo Núcleo de Monitoramento Ambiental NMA-Embrapa, em Rondônia, indicam ser necessários, em média, oito anos de queimadas consecutivas para que o fogo consuma todo o material lenhoso oriundo do desmatamento em pequenas propriedades rurais. Por essas razões, o monitoramento orbital das queimadas realizado no Brasil desde 1991, com base em imagens do satélite NOAA/AVHRR, indica que somente 30% das queimadas registradas no País ocorrem na Amazônia.

IMPACTO AMBIENTAL DAS QUEIMADAS

O impacto ambiental das queimadas é um tema preocupante, pois envolve a fertilidade dos solos, a destruição da biodiversidade, a fragilização de agroecossistemas, a destruição de linhas de transmissão e outras formas de patrimônio público e privado, a produção de gases nocivos à saúde humana, a diminuição da visibilidade atmosférica, o aumento de acidentes em estradas e a limitação do tráfego aéreo, entre outros.
As queimadas interferem diretamente na qualidade do ar, na física, na química e na biologia dos solos, na vegetação atingida pelo fogo e indiretamente podem afetar os recursos hídricos.
São muitos os tipos de queimadas, envolvendo vegetações diferentes. Uma pastagem adubada pode gerar determinados gases, em particular óxidos nítricos, em quantidade muito superior a de uma pastagem que não recebeu fertilizantes.
As condições meteorológicas (presença de vento, temperatura ambiente), o relevo e a hora da queimada são condicionantes da temperatura atingida pelo fogo e do tempo necessário para a queima total do material vegetal disponível.
Em função da temperatura e do tempo, os gases gerados podem ter uma natureza muito diferente (mais ou menos oxidados). O mesmo ocorre no tocante à biologia do solo. Ehttp://www.blogger.com/post-create.g?blogID=2084873670015754671m função da hora da queimada (de dia ou de noite, ao meio-dia ou ao entardecer...), as reações fotoquímicas ao nível das emissões gasosas serão diferenciadas.
Não é possível generalizar sobre os impactos ambientais das queimadas, nem na Amazônia, nem no Brasil. Mas o fato da maioria das queimadas praticadas no Brasil ser de natureza agrícola, indica uma pequena contribuição de suas emissões de carbono no problema do efeito estufa. A maioria do carbono emitido pelas queimadas no inverno é retirado da atmosfera no verão, quando a vegetação está em fase de crescimento.
Dada a complexidade do tema e o caráter agrícola dominante das queimadas pode-se perguntar qual o custo-benefício dessa tecnologia da era neolítica utilizada amplamente pela agricultura brasileira. Nesse aspecto os contrastes nacionais são enormes. Um exemplo basta para ilustrar essa situação. São Paulo e Paraná respondem por quase 50% da produção agrícola nacional e contribuem em média com 2% das queimadas. Já o Mato Grosso, sozinho, contribui com quase 20% das queimadas do País (o dobro do total das regiões Sul e Sudeste juntas) para uma produção agrícola muito limitada.

NA AMAZÔNIA

O número de queimadas na Amazônia apresenta uma tendência constante de crescimento ao longo dos anos, nitidamente a partir de 1996, mas com variações interanuais determinadas pelas condições climáticas. O ano de 1994 foi marcado por uma redução significativa das queimadas devido a uma combinação de situação econômica e condições climáticas desfavoráveis. Já o ano de 1997, até o início de 1998, foi marcado por um grande aumento das queimadas que culminaram com um episódio inédito e de grande repercussão com os incêndios no Estado de Roraima
Quando os pequenos agricultores desmatam a floresta amazônica, no primeiro ano só conseguem queimar uma pequena parte da fitomassa florestal: folhas, pontas de galhos, ramagens etc. No segundo ano, esse material lenhoso está mais seco e queima um pouco mais.
Pesquisas da Embrapa Monitoramento por Satélite com 450 propriedade rurais na região indicam que são necessários cerca de oito anos para que o agricultor consiga queimar todos os resíduos lenhosos. Isso significa que uma área desmatada queima repetidas vezes durante oito anos. Nesse sentido, o constante desmatamento da Amazônia vai gerando um acúmulo de novas queimadas.
Elas somam-se às queimadas das áreas ocupadas antigas onde são usadas regularmente como técnica agrícola para limpar pastos, eliminar restolhos de culturas, combater pragas e doenças, renovar áreas, obter brotação precoce em pastagens etc.

Origem e Formação da Terra

De acordo com os cientistas, nosso planeta deveria ter sido uma enorme massa pastosa incandescente que ao longo do tempo se resfriou, desprendendo gases e vapores. Uma parte desses vapores, que deveria ser o vapor-d'água, à medida que se afastava da massa incandescente, resfriava-se e se transformava em água líquida, caindo em forma de chuva. Assim, repetindo-se por muitas vezes, a superfície da Terra foi se esfriando lentamente e grandes quantidades de água foram nela se acumulando.
Ao longo do tempo, ela sofreu muitas outras transformações. Os continentes, os oceanos e até a composição do ar mudaram para a Terra ser o que é hoje.

A Biosfera

A visão que se tem da Terra é mesmo fantástica!
A biosfera (bio = vida), a nossa "esfera de vida", é o ambiente onde vivemos, onde a vida surge e se mantém, brotando dos solos, penetrando nas águas e flutuando no mar. Ela é formada por três grandes porções: a atmosfera, a hidrosfera e a litosfera.
A atmosfera (atmo = gás, vapor) é uma grossa camada de ar que abriga as nuvens e dá calor ao céu. Fornece o ar que respiramos e atua como um "cobertor", protegendo e cobrindo a Terra.
A hidrosfera (hidro = água) é formada por grandes quantidades de água na forma líquida: os rios, lençóis de água subterrâneos, lagos e oceanos. Esta porção fornece a água de que tanto precisamos. A hidrosfera apresenta também água no estado sólido (gelo) localizada nas regiões onde a temperatura é abaixo de zero graus Celsius, como nos pólos.
As montanhas, os desertos, as planícies, outras áreas de terra firme e até alguns quilômetros abaixo da superfície do solo fazem parte da litosfera (lito = pedra) ou crosta terrestre. Nossas riquezas naturais (ex: ouro, ferro, alumínio, petróleo, etc.) e outras matérias-primas para diversos fins nas indústrias são retiradas desta porção.
No entando, o ar, a água e o solo não são suficientes para nos manter vivos. Há outros fatores importantes para a vida, como a temperatura, a luz, a salinidade, a pressão, etc. É importante saber que, a quantidade de cada um desses fatores e o tempo de exposição aos mesmos variam em cada ambiente da Terra, proporcionando as mais variadas formas de vida. É só você imaginar os animais ou plantas que vivem em um deserto e compará-los com os que vivem nas florestas, que notará grandes diferenças de hábitos e características.

A forma e estrutura da Terra

Forma

Durante muito tempo, o homem teve dúvidas quanto ao formato da Terra. Somente depois de observar fenômenos naturais, como os navios que sumiam lentamente no horizonte, as posições das estrelas no céu e eclipses, o homem constatou que a Terra é "arredondada". Atualmente, fotos da Terra registradas por satélites, ônibus espaciais, ou pelos próprios astronautas da Apollo 11, que chegaram pela primeira vez à Lua em 20 de julho de 1969, não deixarm dúvidas quanto à sua forma.
O que há dentro da Terra? E lá bem no centro dela? Como descobrir isto se perfurações feitas pelo homem, com sondas, só chegaram a treze quilômetros de profundidade, quando a distância até o seu centro é de aproximadamente seis mil quilômetros?

Estrutura

Foi observando os vulcões e os terremotos, que o homem ficou sabendo o que havia no interior da Terra. Por enquanto, não se conseguiu efetivamente chegar ao seu centro. A dureza de certas rochas sob pressão e as altas temperaturas são as maiores dificuldades encontradas.
Então, para se saber o que há no interior da Terra, foram analisadas as amostras retiradas de perfurações e a própria lava dos vulcões. Mas, isso não foi suficiente. Os cientistas tiveram, então, que fazer estudos mais complexos. Passaram a estudar as vibrações produzidas pelos terremotos ou provocadas por explosivos ou, ainda, simulações feitas em laboratórios.
A viagem ao centro da Terra nos revela primeiramente uma casca que a envolve, a crosta terrestre ou litosfera. Esta primeira camada tem em média quarenta quilômetros de espessura, e é formada por várias placas, de onde surgem os continentes.
A segunda camada chamada manto ou pirosfera (piro = fogo), que está mais para dentro, é formada por rochas derretidas que formam o magma. Esta massa pastosa e em altíssima temperatura, quando expelida pelos vulcões, chama-se lava.
O núcleo ou barisfera (bari = pressão) é a camada mais interna. É formada por ferro em três formas. A primeira de ferro derretido (núcleo externo), a segunda por ferro em forma de vários cristais pequenos (zona de transição) e, bem no centro, em forma de um enorme cristal de ferro, (o núcleo interno).

Os 10 Piores desastres nucleares da história

[bomba_atomica.jpg]


Os piores tipos de desastre que existem hoje são aqueles que envolvem materiais radioativos, e por 3 motivos: 1°- Pessoas morrem ou ficam deformadas tanto por contato direto (Alta exposição ou baixa exposição, que pode causar uma morte lenta e dolorosa) ou indireto (Bebês quando no últero de Mães expostas); 2°-Dependendo da quantidade de vazamento, as áreas afetadas ficam infectadas e tem que serem isoladas por séculos e 3°- Os prejuízos materiais, que na maioria das vezes são gigantescos.

Já exposto meu ponto de vista, eis as 10 piores catástrofes nucleares na história da humanidade.

Three Mile Island, 28 de Março de 1979:
A fusão parcial da unidade 2 da usina nuclear de Three Mile Island foi o acidente mais sério da história do funcionamento das usinas nucleares dos Estados Unidos, apesar do fato de que não houve nenhum ferimento ou morte.

Incidente de Palomares, 17 de Janeiro de 1966:
Um bombardeio americano do modelo B52 colidiu com um Avião de Abastecimento que o abastecia em pleno vôo, na costa da Espanha. O avião tanque ficou totalmente destruído no incidente, enquanto o bombardeio se partiu, “derramando” quatro bombas de hidrogênio da fuselagem quebrada. Duas delas detonaram ao se chocar com o chão, contaminando uma área de mais de 1 Milhão de Metros quadrados com plutônio radioativo. Uma das outras foi recuperada no mar mediterrâneo.

Chernobyl, 26 de Abril de 1986:
O desastre de Chernobyl é consideirado o pior desastre da história das usinas nucleares. Na manhã de 26 de Abri de 1986 o reator numero quatro da usina de Chernobyl explodiu. Mais explosões ocorreram, e o fogo decorrido dessas explosões mandou partículas radioativas na atmosfera. A quantidade de partículas radioativas liberadas em Chernobyl foi cerca de 400 vezes maior que a liberada na explosão da bomba atômica de Hiroshima.

Acidente de Thule, 21 de Janeiro de 1968:
Um incêndio abordo da cabine de um bombardeio B-52 obrigou a tripulação do bombardeio a abandonar a aeronave antes mesmo de poderem tentar um pouso de emergência.
Logo em seguida, o bombardeio caiu no gelo sobre o mar perto da base de Thule, em Groelândia, causando a ruptura da carga nuclear, o que resultou numa ampla contaminação radioativa.

O Fogo de Windscale Fire, 10 de Outubro de 1957:
O incidente ocorreu quando o núcleo do reator britânico perto de Cumberlando pegou fogo. O incêndio causou um bom vazamento de material radioativo. Foi consideirado por muito tempo o pior acidente nuclear, até Three Mile Island.

Incidente do Césio-137 em Goiania , 13 de Setembro de 1987:
Milhares de pessoas foram expostas à radiação quando o dono de um ferro velho em Goiânia abriu o reator de um aparelho de radioterapia e removeu uma pequena quantidade de cloreto de Césio altamente radioativo. O incidente resultou num grande leque de problemas, relatados muito bem aqui.

Explosão de Tomsk-7, 6 de Abril de 1993:
O acidente na cidade siberiana de Tomsk se deu depois de um tanque explodir enquanto era limpo com ácido nítrico. A explosão liberou uma nuvem radioativa de gás do Complexo Tomsk-7.

Incidente na Baía de Chazhma Bay, August 10. 1985:
Durante um reabastecimento em Vladivostok, Rússia, um submarino da classe Echo II (Como o da foto acima) sofreu uma explosão, mandando uma nuvem de gás radioativo no ar. Dez marinheiros morreram no incidente e outras 49 pessoas sofreram ferimentos devido à radiação.

Acidente Nuclear de Tokaimura, 30 de Setembro de 1999:
O pior acidente nuclear da história do Japão aconteceu numa fábrica de reprocessamento de urânio em Tokaimuram, a nordeste de Tókio. Ele se deu no momento em que os trabalhadores manipulavam urânio líquido.

Yucca Flat, 18 de Dezembro de 1970:
Depois do teste Baneberry, envolvendo uma detonação de um dispositivo nuclear com a potência de 10 Kitotons no subterrâneo de Yuca Flat, em Nevada, a escotilha selando a ogiva da superfície cedeu e detritos radioativos escaparam para a atmosfera. Oitenta e seis trabalhadores no local foram expostos a radiação.

Os 10 Piores desastres nucleares da história

[bomba_atomica.jpg]


Os piores tipos de desastre que existem hoje são aqueles que envolvem materiais radioativos, e por 3 motivos: 1°- Pessoas morrem ou ficam deformadas tanto por contato direto (Alta exposição ou baixa exposição, que pode causar uma morte lenta e dolorosa) ou indireto (Bebês quando no últero de Mães expostas); 2°-Dependendo da quantidade de vazamento, as áreas afetadas ficam infectadas e tem que serem isoladas por séculos e 3°- Os prejuízos materiais, que na maioria das vezes são gigantescos.

Já exposto meu ponto de vista, eis as 10 piores catástrofes nucleares na história da humanidade.

Three Mile Island, 28 de Março de 1979:
A fusão parcial da unidade 2 da usina nuclear de Three Mile Island foi o acidente mais sério da história do funcionamento das usinas nucleares dos Estados Unidos, apesar do fato de que não houve nenhum ferimento ou morte.

Incidente de Palomares, 17 de Janeiro de 1966:
Um bombardeio americano do modelo B52 colidiu com um Avião de Abastecimento que o abastecia em pleno vôo, na costa da Espanha. O avião tanque ficou totalmente destruído no incidente, enquanto o bombardeio se partiu, “derramando” quatro bombas de hidrogênio da fuselagem quebrada. Duas delas detonaram ao se chocar com o chão, contaminando uma área de mais de 1 Milhão de Metros quadrados com plutônio radioativo. Uma das outras foi recuperada no mar mediterrâneo.

Chernobyl, 26 de Abril de 1986:
O desastre de Chernobyl é consideirado o pior desastre da história das usinas nucleares. Na manhã de 26 de Abri de 1986 o reator numero quatro da usina de Chernobyl explodiu. Mais explosões ocorreram, e o fogo decorrido dessas explosões mandou partículas radioativas na atmosfera. A quantidade de partículas radioativas liberadas em Chernobyl foi cerca de 400 vezes maior que a liberada na explosão da bomba atômica de Hiroshima.

Acidente de Thule, 21 de Janeiro de 1968:
Um incêndio abordo da cabine de um bombardeio B-52 obrigou a tripulação do bombardeio a abandonar a aeronave antes mesmo de poderem tentar um pouso de emergência.
Logo em seguida, o bombardeio caiu no gelo sobre o mar perto da base de Thule, em Groelândia, causando a ruptura da carga nuclear, o que resultou numa ampla contaminação radioativa.

O Fogo de Windscale Fire, 10 de Outubro de 1957:
O incidente ocorreu quando o núcleo do reator britânico perto de Cumberlando pegou fogo. O incêndio causou um bom vazamento de material radioativo. Foi consideirado por muito tempo o pior acidente nuclear, até Three Mile Island.

Incidente do Césio-137 em Goiania , 13 de Setembro de 1987:
Milhares de pessoas foram expostas à radiação quando o dono de um ferro velho em Goiânia abriu o reator de um aparelho de radioterapia e removeu uma pequena quantidade de cloreto de Césio altamente radioativo. O incidente resultou num grande leque de problemas, relatados muito bem aqui.

Explosão de Tomsk-7, 6 de Abril de 1993:
O acidente na cidade siberiana de Tomsk se deu depois de um tanque explodir enquanto era limpo com ácido nítrico. A explosão liberou uma nuvem radioativa de gás do Complexo Tomsk-7.

Incidente na Baía de Chazhma Bay, August 10. 1985:
Durante um reabastecimento em Vladivostok, Rússia, um submarino da classe Echo II (Como o da foto acima) sofreu uma explosão, mandando uma nuvem de gás radioativo no ar. Dez marinheiros morreram no incidente e outras 49 pessoas sofreram ferimentos devido à radiação.

Acidente Nuclear de Tokaimura, 30 de Setembro de 1999:
O pior acidente nuclear da história do Japão aconteceu numa fábrica de reprocessamento de urânio em Tokaimuram, a nordeste de Tókio. Ele se deu no momento em que os trabalhadores manipulavam urânio líquido.

Yucca Flat, 18 de Dezembro de 1970:
Depois do teste Baneberry, envolvendo uma detonação de um dispositivo nuclear com a potência de 10 Kitotons no subterrâneo de Yuca Flat, em Nevada, a escotilha selando a ogiva da superfície cedeu e detritos radioativos escaparam para a atmosfera. Oitenta e seis trabalhadores no local foram expostos a radiação.

Vazamento de petróleo deve ser definitivamente fechado a partir desta segunda-feira thumbnail British Petroleum afirma estar na fase final para selar poço danificado, depois de a injeção de cimento e logo ter surtido efeito.


Engenheiros da British Petroleum – BP preparam a partir desta segunda-feira, dia 09, a fase final da escavação de um poço auxiliar para selar definitivamente o poço danificado no Golfo do México.

Enquanto isso, os Estados Unidos advertem que a empresa enfrentará multas “significativas” pelos danos. A empresa anunciou com alívio na tarde do domingo, 08, que a operação da semana passada, na qual foram injetadas grandes quantidades de cimento e lodo para fechar o poço “Macondo”, surtiu efeito.

“Os testes de pressão após a operação de fechamento com cimento indicam que temos um selo de cimento eficaz”, declarou a empresa, em sua página de internet, em referência à “tampa” colocada no poço. Após comprovar a solidez da mistura de lodo e cimento, os engenheiros da BP esperam começar a fase final da escavação dos cerca de 30 m de profundidade que faltam o poço auxiliar.

A empresa não disse quando começará a parte final desta missão, mas acredita que será até o próximo fim de semana, quando se possa determinar se completou a conexão entre ambos os poços. A BP disse que, em todo caso, o início da fase final dependerá da previsão do tempo, porque uma tempestade tropical causaria demoras nas operações de escavação do poço auxiliar.

Um relatório do Governo do dia 04 de agosto indicou que aproximadamente 74% do petróleo que emanou do “Macondo” foi eliminado mediante diversos métodos, incluindo a evaporação, dissolução e incêndios controlados. O derramamento de cerca de 4,9 milhões de barris de petróleo representa a pior catástrofe ambiental na história dos Estados Unidos.

Informações de EFE
deixe um comentario sobre esse desastres ambientais

Vazamento de petróleo deve ser definitivamente fechado a partir desta segunda-feira thumbnail British Petroleum afirma estar na fase final para selar poço danificado, depois de a injeção de cimento e logo ter surtido efeito.


Engenheiros da British Petroleum – BP preparam a partir desta segunda-feira, dia 09, a fase final da escavação de um poço auxiliar para selar definitivamente o poço danificado no Golfo do México.

Enquanto isso, os Estados Unidos advertem que a empresa enfrentará multas “significativas” pelos danos. A empresa anunciou com alívio na tarde do domingo, 08, que a operação da semana passada, na qual foram injetadas grandes quantidades de cimento e lodo para fechar o poço “Macondo”, surtiu efeito.

“Os testes de pressão após a operação de fechamento com cimento indicam que temos um selo de cimento eficaz”, declarou a empresa, em sua página de internet, em referência à “tampa” colocada no poço. Após comprovar a solidez da mistura de lodo e cimento, os engenheiros da BP esperam começar a fase final da escavação dos cerca de 30 m de profundidade que faltam o poço auxiliar.

A empresa não disse quando começará a parte final desta missão, mas acredita que será até o próximo fim de semana, quando se possa determinar se completou a conexão entre ambos os poços. A BP disse que, em todo caso, o início da fase final dependerá da previsão do tempo, porque uma tempestade tropical causaria demoras nas operações de escavação do poço auxiliar.

Um relatório do Governo do dia 04 de agosto indicou que aproximadamente 74% do petróleo que emanou do “Macondo” foi eliminado mediante diversos métodos, incluindo a evaporação, dissolução e incêndios controlados. O derramamento de cerca de 4,9 milhões de barris de petróleo representa a pior catástrofe ambiental na história dos Estados Unidos.

Informações de EFE
deixe um comentario sobre esse desastres ambientais

Vazamento de petróleo desafia a tecnologia no Golfo do México

Às 22h do dia 20 de abril houve uma explosão no Golfo do México. Onze funcionários da empresa British Petroleum ficaram desaparecidos no acidente. Desde então, formou-se uma corrida contra aquele que pode ser tornar em breve o maior derramamento de óleo já ocorrido nos Estados Unidos, e um dos maiores da história – somando todas as manchas, a área é comparável ao tamanho de um país como Porto Rico.
Veja o site do Fantástico
O acidente ocorreu em uma região de intensa exploração de petróleo, a 65 quilômetros da costa do estado americano da Louisiana.
Quando a plataforma Deepwater Horizon pegou fogo, um sistema automático deveria ter fechado imediatamente uma válvula no fundo do mar. Deveria, mas não fechou.
O equipamento de emergência falhou e, quando a plataforma afundou, dois dias depois, a tampa do poço ficou aberta. E há 12 dias o petróleo vaza sem interrupção.
E agora que o equipamento falhou, interromper o vazamento de quase um milhão de litros de petróleo por dia no Golfo do México, e que acaba de chegar a uma reserva natural?

Bastaria girar a válvula e o poço ficaria fechado para sempre. Mas o equipamento está a mais de 1,5 mil metros de profundidade.
Robôs
E aqueles que seriam a única esperança estão há quase duas semanas tentando. Robôs submersíveis controlados à distância primeiro tentaram o mais simples: apertar um botão que fecharia a válvula. Nada feito. Eles agora usam ferramentas, como alicates e cabos conectores na tentativa de consertar o defeito.
"Temos um robô trabalhando especificamente na válvula na boca do poço. Outros estão tentando fechar os vazamentos na tubulação e temos ainda outros robôs monitorando a área para saber se não há ainda mais óleo vazando", explicou ao Fantástico a representante da British Petroleum, Marti Powers.
Perguntada por que os robôs não tiveram sucesso até agora, Mari Powers diz, simplesmente, que não tem como responder.

Em um sinal de desespero, os comandantes da operação apostam em várias estratégias ao mesmo tempo.

Dreno
Já está em construção em um estaleiro próximo uma enorme estrutura metálica, uma câmara de contenção que será colocada sobre a região onde o petróleo está vazando. Por uma espécie de dreno, o óleo contido seria levado até navios-tanque e retirado do mar.
A complexidade da outra estratégia confirma: o vazamento pode demorar meses.

Uma plataforma móvel está sendo rebocada até o local e nos próximos dias começa a perfurar um novo poço ao lado do que está vazando. Pela nova tubulação, os engenheiros pretendem injetar cimento e finalmente bloquear a passagem do petróleo pelos dutos danificados.
Demora
No começo do acidente, dizia-se que o petróleo na superfície do Golfo do México era só uma pequena quantidade, o que sobrou da plataforma perdida. Na última quinta-feira (29), nove dias depois, engenheiros perceberam que vazava quase um milhão de litros por dia. Foi só aí que o presidente Barack Obama veio a público e montou uma força tarefa do governo.
Em uma embarcação da Guarda Costeira, a equipe do Fantástico viajou quase duas horas pelo Rio Mississippi até a entrada do Golfo do México.
No caminho, os primeiros sinais da megaoperação montada para reduzir o impacto do óleo sobre a reserva ambiental que se forma em torno do rio: mais de 60 quilômetros de barreiras.
Mas a ajuda também chega pelo céu. Aviões jogam dispersantes sobre a mancha, perto de um milhão de litros até agora. É uma espécie de sabão que provoca uma reação química, quebrando o óleo em partículas menores. O óleo se dilui na água e pode ser digerido por bactérias marinhas que usam essas partículas como alimento.
"Pela primeira vez estamos usando dispersantes também na origem, no próprio poço", explica Patrick Keley. "Só assim podemos dissolver o óleo antes que ele chegue à superfície".
Em outra frente, 75 barcos e mais de duas mil pessoas tentam retirar do mar o máximo possível do petróleo derramado. Mas, apesar dos esforços, a cada segundo o volume aumenta. O combustível se espalha e muda de forma.

deixe um comentario sobre esse desastres ambientais

Vazamento de petróleo desafia a tecnologia no Golfo do México

Às 22h do dia 20 de abril houve uma explosão no Golfo do México. Onze funcionários da empresa British Petroleum ficaram desaparecidos no acidente. Desde então, formou-se uma corrida contra aquele que pode ser tornar em breve o maior derramamento de óleo já ocorrido nos Estados Unidos, e um dos maiores da história – somando todas as manchas, a área é comparável ao tamanho de um país como Porto Rico.
Veja o site do Fantástico
O acidente ocorreu em uma região de intensa exploração de petróleo, a 65 quilômetros da costa do estado americano da Louisiana.
Quando a plataforma Deepwater Horizon pegou fogo, um sistema automático deveria ter fechado imediatamente uma válvula no fundo do mar. Deveria, mas não fechou.
O equipamento de emergência falhou e, quando a plataforma afundou, dois dias depois, a tampa do poço ficou aberta. E há 12 dias o petróleo vaza sem interrupção.
E agora que o equipamento falhou, interromper o vazamento de quase um milhão de litros de petróleo por dia no Golfo do México, e que acaba de chegar a uma reserva natural?

Bastaria girar a válvula e o poço ficaria fechado para sempre. Mas o equipamento está a mais de 1,5 mil metros de profundidade.
Robôs
E aqueles que seriam a única esperança estão há quase duas semanas tentando. Robôs submersíveis controlados à distância primeiro tentaram o mais simples: apertar um botão que fecharia a válvula. Nada feito. Eles agora usam ferramentas, como alicates e cabos conectores na tentativa de consertar o defeito.
"Temos um robô trabalhando especificamente na válvula na boca do poço. Outros estão tentando fechar os vazamentos na tubulação e temos ainda outros robôs monitorando a área para saber se não há ainda mais óleo vazando", explicou ao Fantástico a representante da British Petroleum, Marti Powers.
Perguntada por que os robôs não tiveram sucesso até agora, Mari Powers diz, simplesmente, que não tem como responder.

Em um sinal de desespero, os comandantes da operação apostam em várias estratégias ao mesmo tempo.

Dreno
Já está em construção em um estaleiro próximo uma enorme estrutura metálica, uma câmara de contenção que será colocada sobre a região onde o petróleo está vazando. Por uma espécie de dreno, o óleo contido seria levado até navios-tanque e retirado do mar.
A complexidade da outra estratégia confirma: o vazamento pode demorar meses.

Uma plataforma móvel está sendo rebocada até o local e nos próximos dias começa a perfurar um novo poço ao lado do que está vazando. Pela nova tubulação, os engenheiros pretendem injetar cimento e finalmente bloquear a passagem do petróleo pelos dutos danificados.
Demora
No começo do acidente, dizia-se que o petróleo na superfície do Golfo do México era só uma pequena quantidade, o que sobrou da plataforma perdida. Na última quinta-feira (29), nove dias depois, engenheiros perceberam que vazava quase um milhão de litros por dia. Foi só aí que o presidente Barack Obama veio a público e montou uma força tarefa do governo.
Em uma embarcação da Guarda Costeira, a equipe do Fantástico viajou quase duas horas pelo Rio Mississippi até a entrada do Golfo do México.
No caminho, os primeiros sinais da megaoperação montada para reduzir o impacto do óleo sobre a reserva ambiental que se forma em torno do rio: mais de 60 quilômetros de barreiras.
Mas a ajuda também chega pelo céu. Aviões jogam dispersantes sobre a mancha, perto de um milhão de litros até agora. É uma espécie de sabão que provoca uma reação química, quebrando o óleo em partículas menores. O óleo se dilui na água e pode ser digerido por bactérias marinhas que usam essas partículas como alimento.
"Pela primeira vez estamos usando dispersantes também na origem, no próprio poço", explica Patrick Keley. "Só assim podemos dissolver o óleo antes que ele chegue à superfície".
Em outra frente, 75 barcos e mais de duas mil pessoas tentam retirar do mar o máximo possível do petróleo derramado. Mas, apesar dos esforços, a cada segundo o volume aumenta. O combustível se espalha e muda de forma.

deixe um comentario sobre esse desastres ambientais
 
Copyright© 2009 - godmasterdownload | Desenvolvido por godmasterdownload