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Tecnologia espacial brasileira

AQUI VEREMOS A TECNOLOGIA SPACIAL BRASILEIRA.


Desde a década de 60 o Brasil teve a inciativa de institucionalizar as atividades espaciais. Com a criação da Agência Espacial Brasileira, em 1994, o Brasil passou a ter um órgão público coordenando os institutos e unidades de pesquisas que praticam atividades na área espacial o Ministério da Ciência e Tecnologia. Os mais importantes são: o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE); e o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).
O INPE, sediado em São José dos Campos, estado de São Paulo, desenvolve atividades de pesquisa básica nas áreas de Astrofísica e Geofísica

Também sediado em São José dos Campos, o IAE, ligado ao Centro Técnico Aeroespacial (CTA) da Aeronáutica, desenvolve lançadores de satélites e foguetes de sondagem. Já o CLA coordena as atividades na base de lançamento de Alcântara, no estado do Maranhão, e também na Barreira do Inferno, em Natal, Rio Grande do Norte. A Infraero está encarregada de viabilizar a utilização comercial destas bases.

Marcos Pontes - Herói Nacional...


O professor e astronauta Marcos Pontes nasceu em Bauru, SP em 11 de março de 1963. Sua história de vida é fonte de inspiração para milhões de jovens no Brasil e no mundo.
Entrou para a Força Aérea. Serviu o Brasil até 1998, quando foi selecionado e passou a representar o país na NASA, em , no Programa da Estação Espacial Internacional.
Em 2005, o astronauta foi convidado a participar como tripulante da Missão Centenário, criada, definida, contratada e gerenciada pela Agência Espacial Brasileira. Os objetivos da Missão eram: para realizar experimentos nacionais em microgravidade, incentivar o crescimento dessa área de pesquisa no Brasil, homenagear o herói Santos Dumont e promover o Programa Espacial Brasileiro.
Em março de 2006 Marcos Pontes levou a bandeira do Brasil, pela primeira vez na história do país, em órbita da Terra.
Pontes continuou sua trajetória de aprendizado pessoal e ascensão profissional, sempre disposto a ajudar a quem precisa e compartilhar seu conhecimento.


Tecnologia espacial brasileira


 Pesquisadores da COPPE acabam de concluir um estudo inédito, que levará o Brasil a um significativo avanço na área espacial. Trata-se de um sistema de proteção térmica de reentrada na atmosfera. O material poderá ser utilizado em microsatélites, preservando os experimentos científicos transportados em veículos orbitais.
O sistema será usado no primeiro satélite brasileiro preparado para operar em microgravidades, denominado SARA, que será lançado até o final deste ano. O objetivo é impedir que este sofra danos ao retornar à atmosfera terrestre. Sem essa proteção, os satélites não resistem ao atrito com a atmosfera terrestre, quando voltam ao solo. Até então, o Brasil não detinha esta tecnologia, restrita a poucos países, e estratégica para a realização de pesquisas de ponta no espaço.
Coordenado pelo professor Renato Machado Cotta, o estudo foi desenvolvido por um grupo de seis pesquisadores do Laboratório de Transmissão e Tecnologia do Calor da COPPE. Ao todo, foram três anos de trabalho para desenvolver e projetar esse sistema de proteção térmica.
Por não possuir um sistema de proteção térmica, os microsatélites de origem brasileira lançados até hoje no espaço apenas transmitem informações e os dados coletados. Os que retornaram foram destruídos ao entrar na atmosfera terrestre. "Isso ocorre devido a altíssima velocidade e temperatura atingidas no trajeto de retorno. Por isso a proteção térmica é tão importante para garantir a integridade dos veículos espaciais. O acidente ocorrido com o ônibus espacial Columbia, em fevereiro passado, por exemplo, deu-se provavelmente devido a danos no sistema de proteção térmica", explica Cotta. Segundo o professor, o objetivo do sistema concebido na COPPE é preservar o satélite e a carga científica por ele transportado. "Não é possível realizar pesquisa no espaço e trazer de volta os experimentos sem este tipo de proteção. Para se ter uma idéia, esta tecnologia é um fator considerado tão estratégico para os países que quem a detém não vende, não troca e nem faz negócio."
Para concluir o trabalho, os pesquisadores da COPPE se debruçaram em números e testes: calcularam o aquecimento aerodinâmico que ocorre na entrada da atmosférica; analisaram a transferência de calor em materiais ablativos (que se queimam para proteger uma outra estrutura) e não-ablativos de proteção térmica; avaliaram as tensões ocorridas nos materiais de proteção térmica e sua capacidade de resistência.
Trabalho Recompensado
Agora, os experimentos do país serão levados ao espaço e suas reações a ambientes de pequena gravidade poderão ser avaliadas pelos pesquisadores brasileiros. Isto trará uma grande contribuição para o desenvolvimento científico brasileiro, uma vez que os profissionais terão como projetar novos produtos e melhorar a eficiência de seus trabalhos a partir das informações trazidas pelos experimentos. Como os microsatélites atuais apenas transmitem informações, não possibilitam aos pesquisadores fazer uma análise física e direta de experimentos realizados no espaço.
"Dominando esta tecnologia, também não será mais necessário enfrentar as filas de espera de lançamentos dos foguetes de sondagem, realizados por órgãos internacionais, que levam experimentos para verificar suas reações em ambiente de microgravidade. Os pesquisadores brasileiros ganharão um tempo precioso, além de economizar financeiramente", afirma Renato Cotta.
A economia de custos é outra vantagem que o projeto SARA proporcionará ao País. Segundo Paulo Moraes Júnior, chefe da Divisão de Sistemas Espaciais (ASE) do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) e coordenador do projeto SARA, os custos de uma operação no espaço são medidos pelo tempo de utilização do satélite e peso da carga transportada. "Para se ter uma idéia da economia que faremos, um foguete de sondagem custa cerca de US$ 10 mil dólares por cada quilo de carga, a cada uma hora. Já o SARA poderá custar aproximadamente mil dólares por quilo", AFIRMA.


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As 10 invenções mais revolucionárias do mundo


10. Encanamento moderno
Revista HypeScienceA habilidade de remover os dejetos e levar água limpa a locais com grandes densidades populacionais é o que torna a cidade moderna possível. Sem isso, obviamente, ainda teríamos cidades, mas não estas que conhecemos. Um prédio alto seria impossível sem banheiros ou encanamento. Removendo os prédios de apartamentos ou de escritórios do cenário, os densos centros urbanos do mundo teriam uma aparência e dinâmica muito diferentes, pois as implicações ocorreriam em cascata.
Outro aspecto importantíssimo é a saúde: Saneamento básico tem esse nome porque é fundamental para centros urbanos de qualquer tamanho, evitando a disseminação de doenças que aparecem concentradas nas fezes humanas e podem contaminar reservatórios, poços de água ou lençóis freáticos.
9. Prensa móvel
Revista HypeScienceA prensa móvel foi a primeira dos muitos meios de comunicação em massa mudando fundamentalmente a maneira de a informação ser coletada, armazenada, recuperada, descoberta e promovida. Teve implicações importantes na Reforma, Renascença e Revolução científica.
Johannes Gutenberg foi o inventor da primeira prensa móvel do ocidente, na Europa. Prensas para fazer azeite de oliva e vinho eram conhecidas na Europa desde os temos de o Império Romano e prensas para “encadernar” livros manuscritos também já eram utilizadas. Gutenberg foi o primeiro que converteu o conceito para a impressão de textos e seu processo proto-industrial de produção de impressões era muitas vezes mais eficiente e confiável comparado aos manuscritos feitos por copistas.
8. Automóvel
Revista HypeScienceO primeiro veículo auto-propelido para as ruas foi inventado em 1769 pelo mecânico francês Nicolas Joseph Cugnot. No entanto era um modelo movido à vapor. Em 1885, Karl Benz desenvolveu o primeiro automóvel prático movido por motor de combustão interna. Em 1885, Gottileb Daimler pegou a idéia do motor de combustão interna e deu um passo adiante, patenteando o que é conhecido hoje como o protótipo do motor moderno movido à gasolina e, em seguida, construiu o primeiro veículo de quatro rodas motorizado.
7. Pesticidas
Revista HypeScienceDesde antes de 2500 aC os humanos utilizam pesticidas para prevenir danos nas suas plantações. O primeiro pesticida conhecido era um pó primário de enxofre utilizado na Suméria há aproximadamente 4500 anos atrás. No século 15 eram aplicados elementos tóxicos como o arsênico, mercúrio e chumbo às plantações para matar os parasitas.
Em 1939, Paul Müller descobriu que o DDT era um inseticida bastante eficiente. Rapidamente tornou-se o pesticida mais utilizado no mundo até que, na década de 1960, descobriu-se que ele estava causando um grande efeito negativo na biodiversidade de alguns pássaros. Desde a década de 1950 o consumo de pesticidas foi aumentado em mais de 50%, com 2,5 milhões de toneladas de pesticida industrial sendo utilizados todos os anos.

Apagando arquivos definitivamente do HD.

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O objetivo deste conteúdo é eliminar as chances de recuperação de dados por parte de terceiros. Aumentando a sim a sua segurança e privacidade. No momento da venda de hardware usado como HD “Disco Rígido” de uso pessoal ou mesmo a CPU inteira “computador” . Digamos que você esta fazendo um update da sua maquina trocando o HD velho por um maior e mais rápido,

ou mesmo trocando a CPU inteira. Bom na maquina antiga teremos um ou mais HD´s que podem mesmo de pois de uma formatação ou mesmo depois de uma instalação do sistema operacional inteiro por cima do antiga não impede que você tenha seus dados como senhas de e-mail, documentos ou até mesmo o sistema inteiro anterior recuperados como se nada tivesse sido alterado isso é um risco que se corre quando não se toma algumas precauções . vamos a elas.


Para eliminar este risco, é recomendado que seja realizada uma formatação física no HD ( Disco Rígido). Este processo, em seu método mais básico, preenche o disco ou partição com zeros lógicos, fazendo com que a recuperação dos dados se torne praticamente impossível.
Existem vários Software que podem ser utilizados para esta tarefa, tanto pagos como freeware, neste tutorial vamos ensinar a você utilizar dois programas freeware que podem ser baixados de graça e executar esta tarefa.

Usaremos dois software de facil manejo para execução da tarefa são eles o "killDisk e CBL Destruição de Dados".

Primeira Opção, killDisk.
download.gif
Para baixar este programas clique aqui.
Após instalado, clique em;
INICIAR / TODOS OS PROGRAMAS / Active@ KillDisk FREE Suíte /Active@ KillDisk for Windows/Active@ KillDisk for Window
Na caixa de texto que se abre clique em ok.
Como você pode repara o programa faz uma rápida procura por todos os dispositivo de acumulo de informação, HD e mídias removíveis que é o caso do Pen-drive. Os dispositivos encontrados são listados no nosso exemplo teremos dois HD´s.
ATENÇÃO TOME MUITO CUIDADO PARA NÃO SELECIONAR O HD ERRADO TENHA CERTEZA DE QUE ESTA SELECIONANDO O HD CERTO OK.
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Clique sobre o HD e verifique se este é o HD que ira preencher de zeros no nosso exemplo iremos utilizar o HD IBM-DTCA-23240. selecione o HD e depois o sistema ou partição do HD ira apagar, no caso do nosso HD não há um sistema só a partição então clicamos sobre o HD e depois sobre a partição. Agora clique no menu acima no botão KILL.
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Ao abri a caixa de texto kill  selecione as opção ignore erros, clear log... e skip confirmação. Feito isso clique em no botão START com  a seta verde.
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Daí é só aguardar o termino da execução e pronto seu HD ou mídia removível esta segura, caso queira repetir a execução não há problemas até aconselho para ter certeza. Ok.
Segunda Opção,  CBL Destruição de Dados.
download.gif
Para baixar este programas clique aqui.

Agora vamos  usar o  software CBL,  para executar a mesma tarefa anterior que pode ser baixada em versão  freeware, também após instalado,  vá até Iniciar/ Todos os programas /CBL Destruição de Dados
As telas são bem simples. Ao abrir a caixa “CBL destruição de dados”, clique no botão localizado no topo “ selecionar disco”.
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Feito isso se abrirá outra tela. Com todos os dispositivos de acumulo de informação. Clique sobre o HD que vc pretende como diz o programa destruir os dados. No nosso cado é o HD IBM-DTCA23240 e depois clique no botão selecionar.
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Novamente aparecera a tela anterior só que agora com o hd selecionado.
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Agora temos o hd selecionado,  clique em iniciar, será aberta uma caixa de texto de configuração de modo de gravação de dados
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O software já vem no modo Stander configurado para preencher de zeros o disco sendo assim é só clicar em ok que o software ira iniciar a execução da tarefa. caso queira alterar o mode de trabalho escolha uma outra opção que se encaixa na sua necessidade.
Agora é só aguardar a finalização da execução da tarefa  e pronto o HD esta pronto para ser vendido,  emprestado,  cedido, presenteado, alugado etc  mas com segurança.. Ok.
Espero ter ajudado.
deixe um comentario se tiver duvidas.

tudo sobre Processadores

Processadores - Parte 1: clock, bits, memória cache e múltiplos núcleos
 
poucos fabricantes (essencialmente, Intel, AMD e VIA), o mercado conta com uma grande variedade de processadores. Apesar disso e das diferenças existentes entre cada modelo,
todos compartilham de alguns conceitos e características. Com base nisso, o InfoWester apresenta este artigo de introdução aos processadores, onde você conhecerá a função e o significado de clock, bits internos, memória cache e chips com dois ou mais núcleos.

O trabalho de um processador
O processador é um chip de silício responsável pela execução das tarefas cabíveis a um computador. Para entender como um processador trabalha, é conveniente dividirmos um computador em três partes: processador, memória e um conjunto de dispositivos de entrada e saída (ou I/O, de Input/Output). Neste último, encontra-se qualquer item responsável pela entrada ou saída de dados no computador, como monitores de vídeo, teclados, mouses, impressoras, scanners, discos rígidos, etc. Nesse esquema, obviamente, o processador exerce a função principal, já que a ele cabe o acesso e a utilização da memória e dos dispositivos de entrada e saída para a execução de suas atividades.
Para entender melhor, suponha que você queira que o seu computador execute um programa qualquer. Um programa consiste em uma série de instruções que o processador deverá executar para que a tarefa solicitada seja realizada. Para isso, o processador transfere todos os dados necessários à execução, de um dispositivo de entrada e/ou saída - como um disco rígido - para a memória. A partir daí, todo o trabalho é realizado e o que vai ser feito do resultado depende do programa. O processador pode ser orientado a enviar as informações processadas para o HD novamente ou para uma impressora, por exemplo, tudo depende das instruções com as quais lidar.

www.tutorialgratis.com.brBarramentos
A imagem a seguir ilustra a comunicação entre o processador, a memória e o conjunto de dispositivos de entrada e saída. Note que a conexão entre esses itens é indicada por setas. Isso é feito para que você possa entender a função dos barramentos. De maneira geral, estes são os responsáveis pela interligação e comunicação dos dispositivos em um computador. Note que, para o processador se comunicar com a memória e com o conjunto de dispositivos de entrada e saída, há 3 setas, isto é, barramentos: um se chama barramento de endereços (address bus); outro, barramento de dados (data bus); o terceiro, barramento de controle (control bus).

O barramento de endereços, basicamente, indica de onde os dados a serem processados devem ser retirados ou para onde devem ser enviados. A comunicação por esse barramento é unidirecional, razão pela qual só há seta em uma das extremidades da linha no gráfico que representa a sua comunicação. Como o nome deixa claro, é pelo barramento de dados que os dados transitam. Por sua vez, o barramento de controle faz a sincronização das referidas atividades, habilitando ou desabilitando o fluxo de dados, por exemplo.
Para você compreender melhor, imagine que o processador necessita de um dado presente na memória. Pelo barramento de endereços, ele obtém a localização desse dado dentro da memória. Como precisa apenas acessar o dado, o processador indica pelo barramento de controle que esta é uma operação de leitura na memória. O dado é então localizado e inserido no barramento de dados, por onde o processador, finalmente, o lê.

Clock interno e clock externo
Em um computador, todas as atividades necessitam de sincronização. O clock serve justamente para isso, ou seja, basicamente, atua como de sinal de sincronização. Quando os dispositivos do computador recebem o sinal de executar suas atividades, dá-se a esse acontecimento o nome de "pulso de clock". Em cada pulso, os dispositivos executam suas tarefas, param e vão para o próximo ciclo de clock.
A medição do clock é feita em hertz (Hz), a unidade padrão de medidas de freqüência, que indica o número de oscilações ou ciclos que ocorre dentro de uma determinada medida de tempo, no caso, segundos. Assim, se um processador trabalha à 800 Hz, por exemplo, significa que é capaz de lidar com 800 operações de ciclos de clock por segundo. Repare que, para fins práticos, a palavra kilohertz (KHz) é utilizada para indicar 1000 Hz, assim como o termo megahertz (MHz) é usado para indicar 1000 KHz (ou 1 milhão de hertz). De igual forma, gigahertz (GHz) é a denominação usada quando se tem 1000 MHz, e assim por diante. Com isso, se um processador tem, por exemplo, uma freqüência de 800 MHz, significa que pode trabalhar com 800 milhões de ciclos por segundo.
As freqüências com as quais os processadores trabalham são chamadas também de clock interno. Neste ponto, você certamente já deve ter entendido que é daí que vem expressões como Pentium 4 de 3,2 GHz, por exemplo. Mas, os processadores também contam com o que chamamos de clock externo ou Front Side Bus (FSB) ou, ainda, barramento frontal.
O FSB existe porque, devido a limitações físicas, os processadores não podem se comunicar com a memória (mais precisamente, como a ponte norte - ou northbridge - do chipset, que contém o controlador da memória) usando a mesma velocidade do clock interno. Assim, quando essa comunicação é feita, o clock externo, de freqüência mais baixa, é que é usado. Note que, para obter o clock interno, o processador usa uma multiplicação do clock externo. Para entender melhor, suponha que um determinado processador tenha clock externo de 100 MHz. Como o seu fabricante indica que esse chip trabalha à 1,6 GHz (ou seja, tem clock interno de 1,6 GHz), seu clock externo é multiplicado por 16: 100 x 16 = 1600 MHz ou 1,6 GHz.
É importante deixar claro, no entanto, que se dois processadores diferentes - um da Intel e outro da AMD, por exemplo - tiverem clock interno de mesmo valor - 2,8 GHz, para exemplificar -, não significa que ambos trabalham à mesma velocidade. Cada processador tem um projeto distinto e conta com características que determinam o quão rápido é. Assim, um determinado processador pode levar, por exemplo, 2 ciclos de clock para executar uma instrução. Em outro processador, essa mesma instrução pode requerer 3 ciclos. Além disso, muitos processadores - especialmente os mais recentes - transferem 2 ou mais dados por ciclo de clock, dando a entender que um processador que faz, por exemplo, transferência de 2 dados por ciclo e que trabalha com clock externo de 133 MHz, o faz à 266 MHz. Por esses e outros motivos, é um erro considerar apenas o clock interno como parâmetro de comparação entre processadores diferentes.

Bits dos processadores
O número de bits é outra importante característica dos processadores e, naturalmente, tem grande influência no desempenho desse dispositivo. Processadores mais antigos, como o 286, trabalhavam com 16 bits. Durante muito, no entanto, processadores que trabalham com 32 bits foram muitos comuns, como as linhas Pentium, Pentium II, Pentium III e Pentium 4 da Intel, ou Athlon XP e Duron da AMD. Alguns modelos de 32 bits ainda são encontrados no mercado, todavia, o padrão atual são os processadores de 64 bits, como os da linha Core 2 Duo, da Intel, ou Athlon 64, da AMD.
Em resumo, quanto mais bits internos o processador trabalhar, mais rapidamente ele poderá fazer cálculos e processar dados em geral, depedendo da execução a ser feita. Isso acontece porque os bits dos processadores representam a quantidade de dados que os circuitos desses dispositivos conseguem trabalhar por vez. Um processador com 16 bits, por exemplo, pode manipular um número de valor até 65.535. Se esse processador tiver que realizar uma operação com um número de 100.000, terá que fazer a operação em duas partes. No entanto, se um chip trabalha a 32 bits, ele pode manipular números de valor até 4.294.967.295 em uma única operação. Como esse valor é superior a 100.000, a operação será possível em uma única vez.
Em relação aos processadores de 64 bits, saiba mais sobre eles neste artigo.

Memória cache
Os processadores passam por aperfeiçoamentos constantes, o que os tornam cada vez mais rápidos e eficientes. No entanto, o mesmo não se pode dizer das tecnologias de memória RAM. Embora estas também passem por constantes melhorias, não conseguem acompanhar os processadores em termos de velocidade. Assim sendo, de nada adianta ter um processador rápido se este tem o seu desempenho comprometido por causa da "lentidão" da memória.
Uma solução para esse problema seria equipar os computadores com um tipo de memória muito mais rápida, a SRAM (Static RAM). Estas se diferenciam das memórias convencionais DRAM (Dynamic RAM) por serem muito rápidas, por outro lado, são muito mais caras e não contam com o mesmo nível de miniaturização, sendo, portanto, inviáveis. Apesar disso, a idéia não foi totalmente descartada, pois foi adaptada para o que conhecemos como memória cache.
A memória cache consiste em uma pequena quantidade de memória SRAM embutida no processador. Quando este precisa ler dados na memória RAM, um circuito especial chamado "controlador de cache" transfere blocos de dados muito utilizados da RAM para a memória cache. Assim, no próximo acesso do processador, este consultará a memória cache, que é bem mais rápida, permitindo o processamento de dados de maneira mais eficiente. Se o dado estiver no cache, o processador a utiliza, do contrário, irá buscá-lo na memória RAM, etapa essa que é mais lenta. Dessa forma, a memória cache atua como um intermediário, isto é, faz com que o processador nem sempre necessite chegar à memória RAM para acessar os dados dos quais necessita. O trabalho da memória cache é tão importante que, sem ela, o desempenho de um processador pode ser seriamente comprometido.
Os processadores trabalham, basicamente, com dois tipos de cache: cache L1 (Level 1 - Nível 1) e cache L2 (Level 2 - Nível 2). Este último é ligeiramente maior em termos de capacidade e passou a ser utilizado quando o cache L1 se mostrou insuficiente. Antigamente, um tipo distinguia do outro pelo fato da memória cache L1 estar localizada junto ao núcleo do processador, enquanto que a cache L2 ficava localizada na placa-mãe. Atualmente, ambos os tipos ficam localizados dentro do chip do processador, sendo que, em muitos casos, a cache L1 é dividida em duas partes: "L1 para dados" e "L1 para instruções".
Vale ressaltar que, dependendo da arquitetura do processador, é possível o surgimento de modelos que tenham um terceiro nível de cache (L3). Mas, isso não é novidade: a AMD chegou a ter um processador em 1999 chamado K6-III que contava com cache L1 e L2 internamente, algo incomum à época, já que naquele tempo o cache L2 se localizava na placa-mãe. Com isso, esta última acabou assumindo o papel de cache L3.
A foto abaixo mostra um processador AMD Athlon, com 64 KB de cache L1 para instruções, 64 KB de cache L1 para dados e 512 KB de cache L2. Note que a capacidade de cada tipo de cache varia conforme o modelo do processador.
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Processadores com dois ou mais núcleos
Há tempos que é possível encontrar no mercado placas-mãe que contam com dois ou mais slots para processadores. A maioria esmagadora dessas placas são usadas em computadores especiais, como servidores e workstations, que são utilizados em aplicações que exigem grandes recursos de processamento. Para aplicações domésticas e de escritório, no entanto, computadores com dois ou mais processadores são inviáveis devido aos elevados custos que esses equipamentos representam, razão pela qual é conveniente a esses nichos de mercado contar com processadores cada vez mais rápidos.
Até um passado não muito distante, o usuário tinha noção do quão rápido eram os processadores de acordo com a taxa de seu clock interno. O problema é que, quando um determinado valor de clock é alcançado, torna-se mais difícil desenvolver outro chip com clock maior. Limitações físicas e tecnológicas são os motivos para isso. Uma delas é a questão da temperatura: quanto mais megahertz um processador tiver, mais calor ele gerará.
www.tutorialgratis.com.brUma das formas encontradas pelos fabricantes para lidar com essa limitação é fabricar e disponibilizar processadores com dois núcleos (dual-core) ou mais (multi-core). Mas, o que isso significa? Processadores desse tipo contam com dois ou mais núcleos distintos no mesmo circuito integrado, como se houvesse dois processadores dentro de um. Dessa forma, o processador pode lidar com dois processos por vez, um para cada núcleo, melhorando o desempenho do computador como um todo. Note que, em um chip de único núcleo, o usuário pode ter a impressão de que vários processos são executados simultaneamente, já que a máquina está quase sempre executando mais de uma aplicação ao mesmo tempo. Na verdade, o que acontece é que o processador dedica determinados intervalos de tempo a cada processo e isso ocorre de maneira tão rápida, que se tem a impressão de processamento simultâneo.
Pelo menos teoricamente, é possível fabricar processadores com dezenas de núcleos. No momento em que este artigo era escrito no InfoWester, era possível encontrar processadores com 2, 3 e 4 núcleos (dual-core, triple-clore e quad-core, respectivamente). É importante ressaltar que ter processadores com dois ou mais núcleos não implica, necessariamente, em computadores que são proporcionalmente mais rápidos. Uma série de fatores influenciam nesse quesito, como as velocidades limitadas das memórias e dos dispositivos de entrada e saída, e as formas como os programas são desenvolvidos.
Na imagem abaixo, uma montagem que ilustra o interior de um processador Intel Core 2 Extreme Quad-Core (com 4 núcleos):
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Finalizando
O processador é um componente de extrema complexidade, o que deixa claro que o assunto pode ser estudado com muito mais profundidade. No entanto, este artigo apresentou características básicas que permitem ao leitor ter uma noção inicial de como esses chips trabalham e o que significam parte dos tantos nomes que os envolvem. Se você deseja entender o assunto de modo mais amplo, é recomendável iniciar estudos na área de arquitetura de computadores, que fornece conceitos que ajudam a entender o funcionamento não só do processador, mas do computador como um todo.
Na parte 2 deste artigo, você conhecerá alguns detalhes da fabricação dos processadores e de seu encapsulamento, enfim, saberá um pouco mais desses componentes "por dentro". Essa matéria será publicada em breve aqui no InfoWester. Até lá!

HP lança no Brasil PC com tela sensível ao toque

Touchsmart IQ501BR A Hewlett-Packard apresentou nesta terça-feira o HP Touchsmart IQ501BR, um computador comtela sensível ao toque.Ele tem preço de R$ 6,5 mil reais e é um centro de entretenimento doméstico. Tipo, ele é lindo, perfeito para você colocar no meio da sala de estar e usar como som, mural de fotos/notas e tudo mais. Ele vem com uma
configuração bacana, com processador Intel Core2Duo T5850, 4 GB de RAM, 500GB de HD, 5 portas USB 2.0, leitor de cartão de memória 5 em 1, sintonizador de TV em alta definição, leitor/gravador de DVD (sem blu-ray, pena) e a tela sensível de 22¿ (1680x1050).
A pergunta: existe uma revolução de interface no Touchsmart? Resposta: não. Se você quer controlar tudo via touchscreen em um computador, infelizmente vai ter que esperar mais um tempo até rolar uma interface melhor. Mas se você quer um computador para se divertir (e não trabalhar, absolutamente), ele pode ser uma boa opção.
O grande diferencial dele é o software Touschsmart, que foi elaborado especialmente para ser usado com a tela de toque sensível. Ele tem ícones grandes e barras de rolagem perfeitas para os dedos. Logo na primeira tela, você encontra vários aplicativos em uma barra que rola para os lados, igualzinho ao iPhone.
Tem, por exemplo, Mah Jong, Paciência Spider, players de música e vídeo, browser de fotos, editores de notas, browser e mais vários cacarecos, que são realmente divertidos para brincar. Você pode, por exemplo, deixar uma nota para outra pessoa da sua casa com desenhos feitos à mão, ou um vídeo explicando para o seu avô como se faz para mandar uma mensagem SMS em caso de acidentes.
Esse tipo de coisa, embora possa ser feita em um PC normal, fica muito mais divertida quando é feito com as mãos. Ponto para HP por ter conseguido sacar isso e ter executado muito bem neste software.
Mas os problemas começam no momento em que você volta para a Terra e começa a usar o Window Vista com as mãos. É simplesmente impossível. Os botões são pequenos demais para serem clicados com o dedo e mesmo navegar em muitos sites é um grande desespero. Tentar ler os feeds no Google Reader, por exemplo, é impossível.
O espaço para se clicar é muito pequeno, porque foi criado para o apontador do mouse, assim como todo o resto do Vista. Nessas horas, usar o mouse é fundamental para você não ter um ataque de fúria ao errar um link 10 vezes seguidas. E mesmo tendo vários modos de input de letras na tela (você pode abrir um teclado virtual ou o reconhecimento de escrita), o teclado é definitivamente a melhor opção para escrever. Aliás, ele é muito bonito, bem fino e estiloso, além de ter teclas gostosas de digitar. Tanto ele quanto o mouse são wireless, portanto daria usar os dois longe do computador (se a tela fosse maior).
O design do Touchsmart é bem matador. Como em um Mac, a torre é embutida no monitor, tudo com um acabamento black piano fera. A única parte que não combina direito com o resto do design são os pezinhos de plástico, que não dão segurança. Eles parecem ser frágeis demais, então não é muito recomendável arrastar o computador, mesmo que seja só para ajeitar o ângulo de visão.
No final das contas, o HP Touchsmart é um bom computador com preço alto (R$ 6,5 mil). Você pode conseguir um PC com uma configuração parecida por um preço bem menor, ou até mesmo um Mac bala. Só que nenhum dos dois terá uma tela sensível.
Mas como já foi dito, não é aqueeeeela revolução de interface. Então não é um computador que funcione para uso prolongado, e sim um segundo desktop que você deixa na sala ou na cozinha. Fica muito mais divertido mostrar para as visitas as fotos de sua última viagem pelo nordeste nessa tela do que em um álbum. Se você tem essa grana sobrando e quer um PC diferente, o Touchsmart pode encaixar certinho na mesa de centro da sua sala de estar.

componentes do computador - peças do computador


Por dentro do computador Divisão do computador
Hardware: todo o equipamento, suas peças, isto é, tudo o que "pode ser tocado", denomina-se hardware. Alguns equipamentos como monitor, teclado e mouse são também chamados de periféricos. Outros exemplos de hardware: memórias, processadores, gabinetes, disco rígido, etc.
Atualizado em 27/04/2010.
Software: consiste na parte que "não se pode tocar", ou seja, toda a parte virtual, onde estão incluídos as aplicações, os programas e o sistema operacional.

Processador
Este é o grande pivô da história. O processador, basicamente, é o "cérebro" do computador. Praticamente tudo passa por ele, já que é o processador o responsável por executar todas as instruções existentes. Quanto mais rápido for o processador, mais rápido as instruções serão executadas.
Todo processador deve ter um cooler (ou algum outro sistema de controle de temperatura). Essa peça (que lembra um ventilador) é a responsável por manter a temperatura do processador em níveis aceitáveis. Quanto menor for a temperatura, maior será a vida útil do processador. A temperatura sugerida para cada processador varia de acordo com o fabricante, com o mecanismo e com o desempenho. Procure saber com o fabricante qual a temperatura ideal para o seu processador. Se o valor estiver acima do limite, talvez seja necessário melhorar a ventilação interna do computador. Para conhecer a temperatura, fabricantes de placas-mães costumam oferecer programas próprios para isso. Em muitos casos, também é possível obter essa informação no setup do BIOS (visto no item placa-mãe, mais adiante).
Vale ressaltar que cada processador tem um número de pinos. Por exemplo, o Athlon XP tem 462 pinos (essa combinação é chamada Socket A) e, logo, é necessário fazer uso de uma placa-mãe que aceite esse modelo (ese socket). Assim sendo, na montagem de um computador, a primeira decisão a se tomar é qual processador comprar, pois a partir daí é que se escolhe a placa mãe e, em seguida, o restante das peças.
O mercado de processadores é dominado por duas empresas: Intel e AMD. Eis alguns exemplos de seus processadores: Intel Pentium 4, AMD Duron, AMD Athlon 64, AMD Athlon XP (visto na imagem abaixo), Intel Celeron, AMD Athlon 64 X2 e Intel Core 2 Duo.
processador athon xp
AMD - ATHLON - ANTERIOR A 2009
PROCESSADOR PHENON II - X6 - SIX CORE
LANÇAMENTO PEHNON II X6 - SIX CORE - 27/04/2010.

processador INTEL - I5
INTEL - CORE I5 -  2009
processador INTEL - I7
INTEL - CORE I7 -  2009
Memória RAM

RAM significa Random Access Memory (memória de acesso randômico). Nela, os dados se perdem quando o computador é desligado. Os módulos de memória, também conhecidos como "pentes de memória", são os responsáveis pelo armazenamento dos dados e instruções que o processador precisa para executar suas tarefas. Esses dados são fornecidos pelo usuário e/ou tirados do HD (Hard Disk- Disco Rígido). Existe também uma categoria chamada memória ROM, que armazena permanentemente os dados. Para se informar melhor sobre as diferenças entre RAM e ROM, clique aqui. Existe mais de um tipo de memória RAM. Cada um tem uma forma de encapsulamento e um modo de funcionamento. Atualmente, o tipo de memória mais usado é a DDR2, cuja imagem é visto a seguir.


Memória DDR2 -  OCZ

DDR3
Comparado com DDR2, as principais alterações estão relacionadas com a DDR3 de alimentação (que vai de 1,5 V versus 1.8V em DDR2 e DDR em 2.5V) e prefetch. Este último, que passou de 2n a 4n bits na transição de DDR para DDR-2, aumenta a 8N bits. A organização interna das células de memória, portanto, foi modificado para ter uma taxa de transferência dobrada sem aumentar a freqüência, em detrimento da de entrada / saída de buffer eo barramento de memória externa.
Memória DDR3 -  CRUCIAL -  BALLISTIX TRACER
MEMÓRIA DD3 DA CRUCIAL
Memória DDR3 - KINGSTON HIPER X
MEMÓRIA DDR3 DA KINGSTON HIPER X
Além da menor utilização de energia de DDR3 essa memória deve trazer um ganho perceptível em termos de largura de faixa, porque ele será oficialmente disponível a longo prazo de 800 e DDR3-1600 DDR3 versões. Este é o dobro da DDR2 que vai de DDR2-400 para DDR2-800. Naturalmente, como para DDR e DDR2 certos chips deve ir mais longe do que as especificações oficiais, e certamente vamos ver chips funcionando em DDR3-2133, que corresponde ao PC3-17000 chips.

Disco Rígido

O Disco Rígido, cujo nome em inglês é Hard Disk (HD), serve para armazenar dados permanentemente ou até estes serem removidos. Fisicamente, os HDs são constituídos por discos. Estes são divididos em trilhas e estas são formadas por setores. Os HDs podem armazenar até centenas de gigabytes. A velocidade de acesso às informações dos discos dependem da velocidade em que estes giram. Os padrões mais comuns são de 5.400 rpm (rotações por minuto), 7.200 rpm e 10.000 rpm.

Para serem usados pelo computador, os HDs precisam de uma interface de controle. As existentes são a IDE (Intergrated Drive Electronics), SCSI (Small Computer System Interface) e SATA (Serial ATA). Um pequeno detalhe: os HDs também podem ser chamados de "Winchester", porém esta é uma antiga denominação.

A imagem abaixo mostra a parte interna de um HD. Repare nos discos (pratos), o local onde os dados são gravados:

HD POR DENTRO
Placa-mãe

Essa peça também pode ser interpretada como a "espinha dorsal" do computador, afinal, é ela que interliga todos os dispositivos do equipamento. Para isso, a placa-mãe (ou, em inglês, motherboard) possui vários tipos de conectores. O processador é instalado em seu socket, o HD é ligado nas portas IDE ou SATA, a placa de vídeo pode ser conectada nos slots AGP 8x ou PCI-Express 16x e as outras placas (placa de som, placa de rede, etc) podem ser encaixadas nos slots PCI ou, mais recentemente, em entradas PCI Express (essa tecnologia não serve apenas para conectar placas de vídeo). Ainda há o conector da fonte, os encaixes das memórias, enfim.

Todas as placas-mãe possuem BIOS (Basic Input Output System). Trata-se de um pequeno software de controle armazenado em um chip de memória ROM que guarda configurações do hardware e informações referentes à data e hora. Para manter as configurações do BIOS, em geral, uma bateria de níquel-cádmio ou lítio é usada. Dessa forma, mesmo com o computador desligado, é possível manter o relógio do sistema ativo, assim como as configurações de hardware.

A imagem abaixo mostra um exemplo de placa-mãe. Em A ficam os conectores para o mouse, para o teclado, para o áudio, etc. Em B, o slot onde o processador deve ser encaixado. Em C ficam os slots onde os pentes de memória são inseridos. D mostra um conector IDE. Em E é possível ser os conectores SATA. Por fim, F mostra os slots de expansão (onde pode-se adicionar placas de som, placas de rede, entre outros), com destaque para o slot PCI Express 16x (azul) para o encaixe da placa de vídeo.

Placa-mãe Asus M2N-SLI-DELUXE
Placa de vídeo

Eis outra placa importante em um computador. Cabe à placa de vídeo gerar tudo o que vai aparecer em seu monitor, como imagens de jogos e de aplicações, efeitos, etc. Hoje, tem-se uma imensa variedade de placas, porém, as marcas mais conhecidas desse segmento são a ATI e a NVIDIA, duas fortes concorrentes. Na verdade, ambas produzem o chip gráfico (uma espécie de processador responsável pela geração de imagens, principalmente em aplicações 3D). Quem produz as placas são outras empresas, como MSI, Powercolor, Gigabyte, Asus, etc.

É possível encontrar no mercado placas-mãe que possuem placas de vídeo onboard, isto é, o vídeo já vem integrado junto à placa-mãe. Isso permite economia de gastos, porém afeta o desempenho do computador, já que o processador passa a fazer o trabalho que é executado pelo chip gráfico em placas normais. As placas de vídeo antigas usavam o slots PCI e AGP. Hoje, o padrão é a tecnologia PCI Express (PCI-E).

Foto de uma placa de vídeo
PLACA GRAFIGA AGP 2
Placa Gráfica GeForce 7800GTX - 256Mb DDR3 - PCI-Express
Placa Gráfica GeForce 7800GTX - 256Mb DDR3 - PCI-Express
Drives de Disquete e CD-ROM/DVD
Os drives de disquete são itens cada vez mais em desuso, tanto que já é comum encontrar PCs que não utilizam esse dispositivo. O disquete consiste em uma espécie de capa quadrada que protege um disco magnético que suporta até 1,44 MB. Por oferecerem pouco espaço para armazenamento de dados e por darem muitos problemas (qualquer campo magnético é capaz de desorganizar as informações gravadas), esses discos estão perdendo sua utilidade.

O drive de CD-ROM/DVD é, basicamente, o dispositivo que lê CDs e/ou DVDs. Hoje é comum ter aparelhos leitores de CDs/DVDs que também fazem gravação de dados. Até pouco tempo atrás, o mercao contava apenas com leitores e gravadores de CD. Atualmente, esses drives trabalham com CDs e DVDs. A seguir, uma lista dos diferentes tipos de drives de disco existentes:

CD-ROM: mencionado acima, serve apenas para ler CDs. Mais informações sobre isso aqui;
CD-RW (gravador): serve para ler e gravar CD-Rs e CD-RWs. Para mais informações sobre esse tipo de mídia, clique aqui;
CD-RW + DVD (combo): serve como leitor de CD-ROM e de DVD, além de gravador de CDs;
DVD-RW (gravador): esse drive é um dos mais completos, pois lê e gravas CDs, assim como lê e grava DVDs.

A imagem a seguir mostra um drive leitor de DVDs:

Drive leitor de DVDs
LEITOR / GRAVADOR DE CD-DVD-RW - 4.7 A 8GB
Drive leitor de CD - DVD - BLU-RAY
LEITOR / GRAVADOR DE CD-DVD-RW - BLU-RAY 30GB
Note que, em um futuro não muito distante, os drives de DVD poderão perder espaço para as unidades Blu-ray e HD-DVD.

Placas adicionais

Também chamadas de placas de expansão, neste grupo, estão as placas que adicionam funcionalidades ao computador: placas de som, placas de rede, placa de captura de vídeo, etc. As placas de expansão atuais são encaixáveis em slots PCI e em slots PCI Express.

Monitor:
Esse é um item de extrema importância. Semelhante a uma TV, é responsável por transmitir informações visuais. Por muito tempo, a tecnologia mais usada nos monitores foi o CRT (Cathode Ray Tube), que está perdendo espaço para a tecnologia LCD (Liquid Crystal Display). Os monitores CRT mais antigos apresentavam uma tela com um certo encurvamento, porém, existem modelos CRT com tela plana que proporcionam maior conforto visual.
Os monitores mais comuns encontrados no mercado oferecem telas nos tamanhos de 15", 17" e 19" (lê-se o símbolo " como polegadas). Hoje em dia, é muito mais vantajoso ter um monitor com pelo menos 17", uma vez que a diferença de preços em relação a modelos menores é pequena.
A Imagem abaixo mostra um monitor LCD:
monitor LCD
Gabinete;
O gabinete é uma caixa metálica (e/ou com elementos de plástico) vertical ou horizontal, que guarda todos os componentes do computador (placas, HD, processador, etc). Geralmente encontrados nas cores bege e preta, cada vez mais surgem modelos que possuem algum tipo de arte, que adicionam cores, luzes e outros elementos chamativos ao gabinete. Normalmente, são os próprios usuários que fazem esses enfeites no computador. É o chamado case modding.
No gabinete, fica localizada também a fonte de alimentação, que serve para converter corrente alternada em corrente contínua para alimentar os componentes do computador. Assim, a placa-mãe, os drives, o HD e o cooler, devem ser ligados à fonte. As placas conectadas nos slots da placa-mãe recebem energia por ela, de modo que dificilmente precisam de um alimentador exclusivo. Gabinetes, fontes e placas-mãe precisam ser de um mesmo padrão, do contrário, acaba sendo praticamente impossível conectá-los. Os padrões em uso atualmente são o ATX e AT (este último descontinuado).
Os gabinetes verticais podem ser encontrados em 3 tipos básicos:
Mini Tower: pequeno, possui apenas 3 baias (visto na imagem abaixo);
Mid Tower: médio, possui 4 baias;
Full Tower: grande, com mais de 4 baias.

As baias são aquelas "gavetinhas", no português vulgar, localizadas na parte frontal do gabinete. Nos espaços das baias é que drives de CD, DVD e outros são encaixados.

Nos gabinentes, ainda é possível encontrar os seguintes itens:

- Botão TURBO (apenas em gabinetes antigos)
- Botão RESET
- Botão ou chave para ligar o computador (POWER)
- LED de POWER ON
- LED indicador de modo turbo (apenas em gabinetes antigos)
- LED indicador de acesso ao disco rígido (indica que o disco rígido está sendo acessado)
- Display digital para indicação de clock (apenas em gabinetes antigos)

gabinete - case
Periféricos gerais
Para finalizar, falta ainda citar o teclado, o mouse e o som. Obviamente, o teclado serve para a digitação, porém, ele também pode ser usado em jogos e em combinações de teclas para acesso rápido a determinados aplicativos. Existem, inclusive, teclados que fogem ao padrão convencional (como o que é visto na imagem abaixo) e adicionam recursos extras no acesso à aplicações multimídia.

Os mouses, dispositivos que servem para guiar uma seta (cursor) na tela do computador, também são itens essenciais. Existem, basicamente, dois tipos de mouse: o de "bolinha", que usa uma esfera para movimentar o cursor; e o mouse óptico, que faz a movimentação da seta através de laser, dando, inclusive, mais precisão ao movimento. Dê preferência a este último.
Mouses e teclados costumam ser conectados ao computador através de portas chamadas PS/2. No entanto, há no mercado modelos que são plugados em entradas USB, que também servem para conectar câmeras digitais, MP3-players, pendrives, impressoras, scanners, etc. Algumas placas-mães sofisticadas oferecem também entradas FireWire, muito utilizadas para a conexão de HDs externos e filmadoras digitais. Antigamente, mouses utilizavam conectores seriais, teclados faziam uso de uma porta denominada DIM e impressoras e scanners usavam uma entrada chamada paralela.
Portas paralela, serial e PS/2
Por fim, há a questão do som. Com o lançamento de jogos cada vez mais realistas e o aumento no uso do computador para aplicações multimídia, hoje, vale a pena adquirir caixas de som de qualidade, que fazem uso de 5 ou mais canais de áudio. Com o auxílio de tecnologias como a Surround 3D, é possível obter som de alta qualidade em filmes, jogos ou na execução de músicas. Para aproveitar esses recursos, além das caixas de som, é necessário que a placa de som ofereça tais funcionalidades. Felizmente, quase todos os modelos atuais oferecem essas vantagens.
Teclado



Este guia foi desenvolvido para servir de base aquem está dando os primeiros passos no mundo da informática. O texto focalizou os principais componentes de hardware encontrados em um computador. Boa parte dos itens é acompanhado de links que explicam com mais detalhes determinadas tecnologias, de forma que seja possível ao leitor entender melhor os recursos que mais lhe interessam.

Xperia X10, Um Android com Tela OLED de 4" e Processador de 1GHz

A Sony Ericsson apresenta o Xperia X10, um incrível celular com o sistema Android que traz a interface especial UX, com perfis especiais para você acessar seus contatos, arquivos multimídia e redes sociais de forma super simples. Segundo a Sony Ericsson, o Xperia X10 é o primeiro celular a 'humanizar' a maneira como as pessoas interagem com seus telefones.

Entre os principais destaques podemos citar a tela OLED touchscreen capacitiva de 4' (480 x 854 pixels) que reconhece gestos e resiste a arranhões e o processador Qualcomm Snapdragon 8250 de 1GHz.
O Xperia X10 tem conectividade 3G HSDPA, Wi-Fi e Bluetooth com A2DP, e um browser baseado no WebKit. Este incrível smartphone também tem A-GPS e 1GB de memória interna, além de um slot para cartões microSD de até 16GB (ele já vem com um cartão de 8GB).

Com os programas Mediascape e Timescape, criados para ajudar os usuários a organizarem tudo o que precisam nos celulares de forma simples e super rápida. O Timescape permite que você navegue pelos seus contatos e fotos usando o reconhecimento de rostos para acessar serviços como e-mails, Facebook ou Twitter. E ao clicar no botão 'infinito' você pode ver todas as formas com as quais pode interagir com esta pessoa. Com o Mediascape, você pode navegar pelas suas músicas, fotos e vídeos no seu smartphone, e também outros sites na Internet como YouTube e PlayNow. E o botão 'infinito' mostra mais conteúdo sobre este artista, tanto online quanto no seu Xperia X10.

Se você gosta de ouvir música, vai gostar de saber que ele tem um plug de 3.5 mm para fones de ouvido e um conector microUSB para fazer a sincronização com o seu computador. A câmera de 8.1 megapixels é um capítulo a parte, com zoom digital de 16x, flash integrado, foco automático, foco por toque na tela, detector de rostos e sorrisos e estabilizador de imagens e vídeos.
Ele mede 119 x 63 x 13 mm e pesa 135 gramas, e tem uma bateria de 1500 mAh. O Xperia X10 deve ser lançado no primeiro trimestre de 2010.


Piratas chineses clonam iPad e lançam tablet por US $410



Pouco mais de três semanas depois do lançamento mundial, versões piratas do tablet iPad, da Apple, começaram a surgir em lojas on-line e físicas na China.

A Apple recentemente adiou o lançamento internacional do iPad, afirmando que a imensa demanda nos Estados Unidos apanhou de surpresa a companhia. Mas os consumidores chineses que estão em busca de versões do mais recente produto da empresa não precisam ir mais longe que um movimentado centro de eletrônicos em Shenzhen, próspera cidade do sul da China, próxima da fronteira com Hong Kong.

Lá, pequenas lojas estão repletas de versões piratas de toda espécie de produtos, do Windows 7 a dois dólares, a uma ampla gama de produtos da Apple, como iPhones, MacBooks e MacBook Air. Depois de extensas consultas a diversos comerciantes, um deles, cujo sobrenome é Lin, ofereceu o item procurado, em uma sala escura do quinto andar do mercado, longe do movimento.

Pesado e espesso, com três portas USB e forma mais retangular que a do original, esse derivado com aspirações a iPad, acionado por um sistema operacional Windows, parece mais com um iPhone gigante. O preço é de 2,8 mil iuans (US$ 410), o que o deixa um pouco mais barato que o iPad, vendido por entre US$ 499 e US$ 699.

"Essa é apenas a primeira versão", diz Lin, um agente de vendas com cabelos cortados à escovinha que fala rapidamente em cantonês, o idioma local.

"Embora a forma não seja exatamente a mesma, a aparência externa é bastante semelhante à do iPad, de modo que não acreditamos que isso afete demais as nossas vendas", explicou ele, acrescentando que a diferença se deve à dificuldade de encomendar componentes semelhantes, devido ao curto prazo de dois meses para o desenvolvimento da primeira versão do aparelho.

Os ocupados piratas chineses estão correndo para preencher um vazio que não perdurará, criado pela demanda inesperadamente forte que o iPad encontrou nas primeiras semanas do aparelho no mercado.

A China é basicamente um mercado que tem a capacidade de clonar tudo, então isso não chega a surpreender", afirmou Edward Yu, presidente-executivo da empresa de pesquisa Analysys International. "Eu não creio que a pirataria seja uma coisa ruim para o iPad dado que a China tem uma enorme população. Pode ser que os iPads clonados deem aos potenciais usuários um gostinho do que se trata o aparelho."

De volta a Shenzhen, Lin afirmou que fábricas na região do delta do rio Pérola, maior centro de exportação de manufaturas da China, estão trabalhando duro em uma versão atualizada dos iPads pirateados para satisfazerem a demanda.

"As fábricas poderão produzir uma cópia muito melhor mais para frente", diz Lin.

HP vai comprar McAfee, dizem analistas

Após rumores, investidores mostraram otimismo com ações da fabricante de antivírus. Papéis tiveram alta de US$ 1,44, chegando a US$ 41,57.

Investidores de Wall Street mostraram novo otimismo em relação às ações da fabricante de antivírus McAfee depois que analistas financeiros começaram a especular sobre sua aquisição pela Hewlett-Packard, de acordo com o site "Register".
Nesta segunda-feira (26), as ações da McAfee subiram US$ 1,44 para US$ 41,57, o maior ganho em dois meses, na sequência de um relatório da Friedman Billings Ramsey & Co. que afirma que a aquisição da empresa de software de segurança ajudaria a HP a competir contra a Cisco Systems.

Fonte: G1 Tecnologia

Notebook que resiste à água

http://4.bp.blogspot.com/_HZinwlb4qn0/TIBQ5HZlGwI/AAAAAAAAAII/fYKpED3kkGw/s1600/2.jpgChega ao mercado japonês em novembro o Toughbook, da Panasonic.

Modelo demonstra a 'força' do novo notebook da série Toughbook, da Panasonic, que é resistente à água. Considerado um dos modelos mais fortes do mercado, voltado para usuários que trabalham em condições extremas de clima, o computador continua funcionando após quedas e fortes descargas elétricas.(Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP).



O Toughtbook possui uma capa protetora de liga de magnésio que o protege. O computador chegará ao mercado japonês em novembro. (Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP)


Computador continua funcionando após quedas e descargas elétricas.

Bicicleta dobrável é criada por design para dificultar roubo

http://deualoucanomundo.com/wp-content/uploads/2010/07/bicicleta-que-dobra.jpg


Kevin Scott, design de 21 anos, inventou uma bicicleta dobrável que dificultará  a vida dos ladrões.
Ele utiliza um sistema de catraca incorporado ao quadro da bicicleta que lhe permite envolve-la em torno de poste.
De acordo com uma matéria divulgada no britânico Daily Mail, além da segurança, a bicicleta permite que seja guardada em pequenos espaços. O quadro pode ser dobrado ou desdobrado facilmente.
O estudante da Universidade de Montfort disse que a ideia de investir no projeto surgiu dado o número de roubos de bicicletas na Inglaterra. Segundo dados estatísticos, um total de 23.748 bicicletas foram roubadas entre 2009 e 2010. Porém, a polícia acredita que o número real seja o dobro disso.
Por enquanto, a bicicleta não tem valor de venda por não estar sendo comercializada.
A bicicleta já foi testada no Brasil e…


Bicicleta dobrável é criada por design para dificultar roubo

http://deualoucanomundo.com/wp-content/uploads/2010/07/bicicleta-que-dobra.jpg


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Ele utiliza um sistema de catraca incorporado ao quadro da bicicleta que lhe permite envolve-la em torno de poste.
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Por enquanto, a bicicleta não tem valor de venda por não estar sendo comercializada.
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Indiano cria veículos em forma de sapatos de salto alto e bolsas

http://deualoucanomundo.com/wp-content/uploads/2010/08/carrosestranhos.jpg
 
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