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Empregado exemplar!

Num ônibus lotado, a mulher se vira para um sujeito e diz:
- Quer fazer o favor de desencostar e afastar esse troço volumoso que está me incomodando?!
- Calma, madame. Não é o que a senhora está pensando. Esse troço é o dinheiro do meu pagamento.
- Ah! Então o senhor é um empregado exemplar!
- Por que, madame?
- É que desde que subi no ônibus, o senhor já teve aumento salarial por três vezes.

Origem e Formação da Terra

De acordo com os cientistas, nosso planeta deveria ter sido uma enorme massa pastosa incandescente que ao longo do tempo se resfriou, desprendendo gases e vapores. Uma parte desses vapores, que deveria ser o vapor-d'água, à medida que se afastava da massa incandescente, resfriava-se e se transformava em água líquida, caindo em forma de chuva. Assim, repetindo-se por muitas vezes, a superfície da Terra foi se esfriando lentamente e grandes quantidades de água foram nela se acumulando.
Ao longo do tempo, ela sofreu muitas outras transformações. Os continentes, os oceanos e até a composição do ar mudaram para a Terra ser o que é hoje.

A Biosfera

A visão que se tem da Terra é mesmo fantástica!
A biosfera (bio = vida), a nossa "esfera de vida", é o ambiente onde vivemos, onde a vida surge e se mantém, brotando dos solos, penetrando nas águas e flutuando no mar. Ela é formada por três grandes porções: a atmosfera, a hidrosfera e a litosfera.
A atmosfera (atmo = gás, vapor) é uma grossa camada de ar que abriga as nuvens e dá calor ao céu. Fornece o ar que respiramos e atua como um "cobertor", protegendo e cobrindo a Terra.
A hidrosfera (hidro = água) é formada por grandes quantidades de água na forma líquida: os rios, lençóis de água subterrâneos, lagos e oceanos. Esta porção fornece a água de que tanto precisamos. A hidrosfera apresenta também água no estado sólido (gelo) localizada nas regiões onde a temperatura é abaixo de zero graus Celsius, como nos pólos.
As montanhas, os desertos, as planícies, outras áreas de terra firme e até alguns quilômetros abaixo da superfície do solo fazem parte da litosfera (lito = pedra) ou crosta terrestre. Nossas riquezas naturais (ex: ouro, ferro, alumínio, petróleo, etc.) e outras matérias-primas para diversos fins nas indústrias são retiradas desta porção.
No entando, o ar, a água e o solo não são suficientes para nos manter vivos. Há outros fatores importantes para a vida, como a temperatura, a luz, a salinidade, a pressão, etc. É importante saber que, a quantidade de cada um desses fatores e o tempo de exposição aos mesmos variam em cada ambiente da Terra, proporcionando as mais variadas formas de vida. É só você imaginar os animais ou plantas que vivem em um deserto e compará-los com os que vivem nas florestas, que notará grandes diferenças de hábitos e características.

A forma e estrutura da Terra

Forma

Durante muito tempo, o homem teve dúvidas quanto ao formato da Terra. Somente depois de observar fenômenos naturais, como os navios que sumiam lentamente no horizonte, as posições das estrelas no céu e eclipses, o homem constatou que a Terra é "arredondada". Atualmente, fotos da Terra registradas por satélites, ônibus espaciais, ou pelos próprios astronautas da Apollo 11, que chegaram pela primeira vez à Lua em 20 de julho de 1969, não deixarm dúvidas quanto à sua forma.
O que há dentro da Terra? E lá bem no centro dela? Como descobrir isto se perfurações feitas pelo homem, com sondas, só chegaram a treze quilômetros de profundidade, quando a distância até o seu centro é de aproximadamente seis mil quilômetros?

Estrutura

Foi observando os vulcões e os terremotos, que o homem ficou sabendo o que havia no interior da Terra. Por enquanto, não se conseguiu efetivamente chegar ao seu centro. A dureza de certas rochas sob pressão e as altas temperaturas são as maiores dificuldades encontradas.
Então, para se saber o que há no interior da Terra, foram analisadas as amostras retiradas de perfurações e a própria lava dos vulcões. Mas, isso não foi suficiente. Os cientistas tiveram, então, que fazer estudos mais complexos. Passaram a estudar as vibrações produzidas pelos terremotos ou provocadas por explosivos ou, ainda, simulações feitas em laboratórios.
A viagem ao centro da Terra nos revela primeiramente uma casca que a envolve, a crosta terrestre ou litosfera. Esta primeira camada tem em média quarenta quilômetros de espessura, e é formada por várias placas, de onde surgem os continentes.
A segunda camada chamada manto ou pirosfera (piro = fogo), que está mais para dentro, é formada por rochas derretidas que formam o magma. Esta massa pastosa e em altíssima temperatura, quando expelida pelos vulcões, chama-se lava.
O núcleo ou barisfera (bari = pressão) é a camada mais interna. É formada por ferro em três formas. A primeira de ferro derretido (núcleo externo), a segunda por ferro em forma de vários cristais pequenos (zona de transição) e, bem no centro, em forma de um enorme cristal de ferro, (o núcleo interno).

biografia de Albert Einstein

Albert Einstein nasceu em Ulm (Württemberg, sul da Alemanha) no dia 14 de março de 1879. Seu pai, Hermann Einstein, possuía uma oficina eletrotécnica e tinha um grande interesse por tudo que se relacionasse com invenções elétricas. Não obstante, seus negócios não prosperavam e, logo que seu filho nasceu, viu-se obrigado a se transferir para uma cidade maior, na esperança de que as finanças melhorassem. Escolheu Munique, capital da Bavária, porque já poderia abrir uma oficina em sociedade com irmão Jacob.



Foi nessa cidade que Albert recebeu sua educação primária e secundária. Quando criança, não apresentava nenhum sinal de genialidade; muito pelo contrário, seu desenvolvimento se deu de modo bastante moroso até a idade de nove anos. No entanto, a sua paixão em contemplar os mistérios da Natureza começou muito cedo - aos quatro anos - quando ficou maravilhado com uma bússola que ganhara de presente do pai. "Como é que uma agulha pode se movimentar, flutuando no espaço, sem auxílio de nenhum mecanismo?" - perguntava a si mesmo.

Na escola, Albert sentia grande dificuldade para se adaptar às normas rígidas do Estudo. Os professores eram muito autoritários e exigiam que os alunos soubessem tudo de cor.



Geografia, história e francês eram os seus grandes suplícios; preferia mais as matérias que exigiam compreensão e raciocínio, tal como a matemática.

Ao mesmo tempo, seu tio Jacob ia lhe transmitindo as primeiras noções de álgebra e geometria. Aos doze anos, ganhou um livro de geometria elementar e, a partir daí, seu gosto pela matemática se ampliou cada vez mais.

Um de seus professores mais exasperados, chegou a dizer que Albert nunca iria servir para nada e que, além disso, sua presença desatenta em classe era considerada negativa, porquanto influenciava seus colegas, o que o levou a ser suspenso várias vezes.

Quando estava no último ano do ginásio, seu pai viu-se forçado novamente a mudar de cidade. Mais uma vez os negócios haviam fracassado.



Desta vez decidira emigrar para a Itália e se estabelecer em Milão. Mas Albert permaneceu mais um ano em Munique a fim de concluir seus estudos secundários. No meio do ano, conseguiu uma dispensa médica e foi passar uma temporada com a família na Itália. Retomou os estudos na Escola Cantonal de Aarau e obteve o diploma que lhe permitiu prestar exame para admissão na Universidade.



Fez seus estudos superiores na Escola Politécnica de Zurique e, em 1900, Graduou-se em Matemática e Física. Durante esse período não chegou a ser um excelente aluno - sobretudo pelo fato de já estar fascinado por algumas questões que o absorviam completamente - enquanto que o curso exigia um estudo mais superficial devido ao grande número de matérias que eram ministradas.



Em suas notas autobiográficas, Einstein conta que nessa ficou tão enfastiado das questões científicas que, logo depois de se formar, passou um ano inteiro sem ler as revistas especiais que eram publicadas. Isto possivelmente pelo fato de já haver, durante o curso, feito a leitura de todos os grandes cientistas da época - particularmente Helmholtz, Hertz e Boltzmann - adiantando-se ao programa estabelecido pela Faculdade. Preferia ficar lendo em casa a ir assistir às aulas.



Um de seus professores de matemática, Hermann Minkowski, que mais tarde foi o primeiro a interpretar geometricamente a Teoria da Relatividade Restrita, quando viu o artigo de Einstein publicado na revista Annalen der Physik , em 1905, ficou estarrecido. "Será que é o mesmo Einstein?" - comentou com um colega - "E quem era aquele meu aluno há alguns anos atrás? Naquela época ele parecia conhecer muito pouco do que lhe era ensinado!"

Depois de se formar, Einstein procurou emprego durante muito tempo.



Enquanto isso, dedicava algumas horas do dia lecionando numa escola secundária. O emprego que mais queria, o de professor-assistente na sua Universidade, havia malogrado. Então, 1902, Grossmann, um colega de faculdade, consegue-lhe um emprego como técnico especializado no Departamento Oficial de Registro de Patentes de Berna, onde Einstein permaneceu até 1909, quando a Universidade de Zurique convida-o para o cargo de professor.

Em 1903, casou-se com uma antiga colega de classe - Mileva Maric.



Desse casamento nasceram dois filhos: Hans Albert (professor de hidráulica em Berkeley, Califórnia, USA) e Eduard. O casamento não foi bem sucedido, resultando em divórcio em 1913.

Os anos que Einstein viveu em Berna foram muito alegres e profícuos. Podia ele tocar seu violino, cujo prazer imenso propiciava-lhe alegres momentos de relaxamento.



Contando com o salário do registro de patentes para assegurar-lhe uma vida modesta, e com obrigações profissionais pouco exigentes, sobrava-lhe tempo para a contemplação. Liberto, então, de preocupações rotineiras, seu raciocínio criador pôde se desenvolver a passos largos. Seus três célebres enunciados de 1905 foram insuperáveis em brilhantismo lógico e ousadia.

Juntamente com seus amigos Conrad Habicht (matemático) e Maurice Solovine (filósofo), Einstein fundou a Academia Olímpia, de cujas animadas reuniões ele ainda se lembrava nostalgicamente no fim de sua vida. Solovine narra com entusiasmo e episódio de quando ele resolveu faltar a uma das reuniões para assistir a um concerto.



A sua ausência foi logo vingada. Ao retornar, encontrou seu quarto imerso em fumaça e sua cama coberta de fumo barato de cachimbo, o que lhe provocou imediatas náuseas, pois não tolerava de maneira alguma o cheiro da fumaça de tabaco. As reuniões eram centradas na discussão de livros filosóficos de Pearson, Hume, Mach, Riemann, Spinoza e Poincaré, as quais, freqüentemente, se estendiam até o amanhecer.



Inversamente, nos últimos anos de sua existência, Einstein raramente tinha paciência para ler tratados científicos, e tinha de depender de seus amigos para se manter informado acerca de trabalhos desenvolvidos por outros cientistas.

Em 1907, Einstein tenta obter a Venia Legendi ( direito para magistrar em faculdades) na Universidade de Berna.



Como dissertação inaugural, apresentou o artigo de 1905 intitulado "Eletrodinâmica dos Corpos em Movimento" (nessa época ainda extremamente controvertido), trabalho que o professor de física experimental recusou e criticou violentamente. Einstein se ressentiu com o fato que adiava novamente seu ingresso no magistério universitário. No entanto, meses mais tarde por insistência de seus amigos, tenta novamente e, desta vez, é admitido.

Rapidamente sua reputação ultrapassa os percalços iniciais, e Einstein começa a receber uma série de convites de universidades importantes. No início de 1909, a Universidade de Zurique convida-o para assumir uma cadeira, como professor-assistente, por três semestres.

O seu superior no Registro de Patentes não tinha a menor idéia das atividades que o cientista desenvolvia para além dos domínios do Departamento, de modo que, quando Einstein apresentou seu pedido de demissão, quis saber o motivo. Einstein contou que haviam lhe oferecido um cargo de professor na Universidade de Zurique.



O superior pediu para deixar de brincadeiras, pois ninguém jamais iria acreditar numa história absurda como aquela. No entanto, o absurdo era verdade, e Einstein deixou Berna e mudou-se para Zurique.

Como professor, não era eloqüente em suas exposições, em parte porque não dispunha de tempo para se preparar, e em parte porque não apreciava desempenhar o papel de dono da sabedoria.



Alguns alunos sentiam-se atraídos pela sua figura, devido à extrema simplicidade e modéstia que possuía.

Em 1911, Universidade Germânica de Praga (nessa época a capital da província austríaca da Boêmia), convidou-o para a cátedra de Física Teórica, na qualidade de professor-catedrático. A situação social e política de Praga não o atraía muito, mas seus três semestres contratuais estavam se findando. Foi quando a Escola Politécnica de Zurique ofereceu-lhe o cargo de professor catedrático. Em 1912, deu início, então, às sonhadas aulas na universidade onde estudara. Mas elas não prosseguiram por muito tempo.



Em 1913, o grande físico Max Planck e o célebre físico-químico Walter Nernst visitaram-no pessoalmente, convidando-o para o cargo de diretor de Física do Kaiser Wilhelm Institute, em Berlim, sucedendo Jacobus Hendricus Van't Hoff, que falecera em 1910. Einstein aceitou seus trabalhos em Zurique em abril de 1914. Nesse novo emprego, liberado do compromisso com as aulas, pôde concentrar-se integralmente nas pesquisas científicas.

Começa então uma nova fase de realizações na vida de Einstein. Berlim, nessa época era um dos maiores centros intelectuais do mundo.



A proximidade com Planck, Laue, Rubens e Nernst teve efeito eletrizante nas idéias de Einstein. Suas pesquisas sobre os fenômenos gravitacionais, originadas em Zurique, puderam ser brilhantemente finalizadas e apresentadas à Academia Prussiana de Ciências em 4 de novembro de 1915, sob o título de Teoria da Relatividade Generalizada.

Einstein solucionara o problema da harmonia celeste. Segundo ele, todas as tentativas anteriores para esclarecer a estrutura do Universo tinham se baseado numa suposição falsa: os cientistas julgavam que o que parecia verdadeiro a eles , quando observavam o Universo de sua posição relativa, devia ser verdadeiro para todos os que observavam o Universo de todos os outros pontos de vista.



Para Einstein, não existia essa verdade absoluta. A mesma paisagem podia ser uma coisa para o pedestre, outra coisa totalmente diversa para o motorista, e ainda outra coisa diferente para o aviador. A verdade absoluta somente podia ser determinada pela soma de todas as observações relativas.

Em oposição à doutrina newtoniana, Einstein declarava que tudo se acha em movimento (e não que tendem a permanecer em repouso).



E explicava que as velocidades dos diversos corpos em movimento no Universo são relativas umas às outras. A única exceção a essa relatividade do movimento, era a velocidade constante da luz, a maior que conhecemos, constituindo o fator imutável de todas as equações da velocidade relativa dos corpos em movimento. Além da velocidade, a lei da relatividade aplicava-se também à direção de um corpo em movimento.



Por exemplo, ao deixar cair uma pedra do alto de uma torre ao solo, para nós parecerá que caiu em linha reta; para um observador hipotético (pessoa ou um instrumento registrador) situado no espaço, a pedra descreveria uma linha curva, porquanto se registraria não só o movimento da pedra sobre o nosso planeta, mas também o movimento do planeta em redor do seu eixo; e para um terceiro observador, em outro planeta sujeito a um movimento diferente da Terra, a pedra descreveria outra linha diferente.



Todas as trajetórias, ou direções, de um corpo em movimento eram, pois, relativas aos pontos de onde se observava o deslocamento desse corpo. Ainda havia um terceiro fator na relatividade: o tamanho de um corpo em movimento. Todos os corpos se contraem ao mover-se: para um observador num trem em grande velocidade, o trem é mais comprido que para um observador que o vê da margem da via férrea; a contração de um objeto em movimento aumentaria proporcionalmente à velocidade.



Uma vara que mede uma jarda em estado de repouso, ficaria reduzida a zero se posta em movimento com a velocidade da luz. O espaço, pois, era relativo. E o mesmo se podia dizer do tempo: o passado, o presente e o futuro não passariam de três pontos no tempo, como os três pontos do espaço ocupados, por exemplo, por três cidades (Washington, New York e Boston). Segundo Einstein, cientificamente falando, era tão lógico viajar de amanhã para ontem como viajar de Boston a Washington.



Se um homem pudesse deslocar-se com uma velocidade superior à da luz, alcançaria o seu passado e teria a data do seu nascimento relegada para o futuro; veria os efeitos antes das causas, e presenciaria os acontecimentos antes que eles sucedessem realmente. Cada planeta possui o seu sistema cronométrico próprio, diferente de todos os outros. O sistema da Terra, longe de constituir uma medida absoluta do tempo para toda parte, não passa de uma tabela do movimento do nosso planeta em redor do Sol.



O dia é uma medida de movimento através do espaço. Nossa posição no tempo depende inteiramente da nossa situação no espaço. A luz que nos traz a imagem de uma estrela distante, pode ser a estrela de milhões de anos atrás; um acontecimento ocorrido na Terra há milhares de anos só agora poderia estar sendo presenciado por um observador em outro planeta, que, por conseguinte, o considera como um episódio anual. O que é hoje em nosso planeta, pode ser ontem num outro planeta, e amanhã em um terceiro, pois o tempo é uma dimensão do espaço, e o espaço é uma dimensão do tempo.



Para Einstein, o Universo era uma continuidade espaço-tempo; um dependia do outro. Ambos deviam ser encarados como aspectos coordenados da concepção matemática da realidade. O mundo não era tridimensional - consistia nas três dimensões do espaço e numa Quarta dimensão adicional: o tempo.

Mais tarde, concluiu ainda Einstein, sobre os fenômenos gravitacionais, que não existe embaixo nem em cima no Universo, no sentido de que os objetos caíam por serem puxados para baixo na direção de um centro de gravitação. "O movimento de um corpo se deve unicamente à tendência da matéria para seguir o caminho de menor resistência."



Os corpos, no espaço, escolheriam os caminhos mais fáceis e evitariam os mais difíceis; não havia mais motivo para admitir a existência de uma força de gravitação absoluta. Einstein provou, por meio de uma série de fórmulas matemáticas, a curvatura do espaço, cujo ponto principal da teoria é: a distância mais curta entre dois pontos não é uma linha reta, mas uma linha curva, pois que o Universo consiste numa série de colinas curvas, e todos os corpos do Universo caminham em redor das ladeiras curvas dessas colinas.



Na verdade, não existe movimento em linha reta em nosso Universo. Um raio de luz, que viaje de uma estrela remota em direção à Terra, é desviado ao passar pela ladeira do espaço que rodeia o Sol. Einstein calculou matematicamente o ângulo reto desse desvio, que foi revelado correto no eclipse de 1919.

Esse trabalho, fruto de anos de intensas pesquisas, acabou por reafirmar o seu reconhecimento por parte da comunidade científica do mundo todo. Sua influência se fez sentir em praticamente todos os campos da física. Tendo praticamente todo o seu tempo absorvido no desenvolvimento de suas idéias, a tarefa de leitura de escritos científicos ficou a cargo do "Physics Coloquium" - organizado por von Laue, professor de Física na Universidade de Berlim - , que acabou por se tornar a sede comum de encontro de vários físicos acadêmicos e de laboratoristas industriais de Berlim.



No início de cada semestre, Laue investigava a literatura internacional sobre física, separava os artigos mais importantes e enviava-os a alguns comentadores voluntários que os representavam brilhantemente nas reuniões que se davam semanalmente. Ninguém que participasse desses encontros poderia se esquecer do espetáculo quase mítico de ver entrando em cena homens como Rubens, Nernst, Planck, Einstein, Laue - uma verdadeira tela onde se viam pintados os maiores físicos da época - tomando seus lugares na primeira fila.

Einstein estava sempre presente nesses encontros e participava das discussões com grande entusiasmo.



Mantinha-se longe de qualquer dogmatismo e era capaz de se colocar, às vezes, em posições completamente opostas às suas próprias convicções, em marcante contraste com Planck, que participava sempre de modo mais neutro, sendo mais reservado em suas respostas.

A relação entre esses dois mestres do pensamento físico era particularmente interessante. Einstein sentia grande admiração e carinho para com seu colega mais velho, mas sua abordagem filosófica em relação aos seus objetivos de pesquisa era diferente. O entusiasmo de Planck pela teoria originava-se de sua profunda convicção da existência da harmonia fundamental entre o nosso pensamento racional e a estrutura do mundo físico.



Para Planck, a observação aparecia como a confirmação da teoria, mais do que como a premissa básica na qual a teoria deveria se fundamentar. Em conseqüência, Planck foi radicalmente contra o pensamento positivista de Ernst Mach, que considerava primitivo e anti-intelectual. Einstein defendeu Mach perante Planck e era inclinado a dar importância prioritária às observações. Essa atitude mudou radicalmente sob o impacto da relatividade generalizada, teoria que produziu profundo efeito em seu criador. Apesar de sua conversão Ter sido lenta, ela foi definitiva: de 1930 até o fim de sua vida, Einstein adotou a visão platônica, que era, em sua essência, idêntica à própria filosofia de Planck.



Esse dualismo peculiar explica a enigmática abordagem que esses dois físicos tinham da teoria dos quanta. Planck descobriu os quanta através da sua lei de radiação, de 1900, mas essa descoberta, de certa maneira, era contrária aos seus próprios desejos, porque a emissão peculiar de energia, sob a forma de discretos pacotes não podia ser explicada em bases racionais. De fato, a descoberta de Planck continuou estéril até que Einstein, em 1905, percebeu que a derivação de Planck na sua própria lei não estava errada e, efetivamente, deveria ser substituída por uma suposição muito mais avassaladora.



A partir desse instante, Einstein ficou cada vez mais interessado na estrutura da radiação e compartilhou com Bohr na indiscutida liderança da teoria dos quanta.

Em 1919, Einstein casou-se com sua prima Elsa, adotando as duas filhas do primeiro casamento dela: Ilse e Margot.

A confirmação da Teoria da Relatividade Generalizada por duas expedições inglesas que fizeram observações durante um eclipse solar em 1919, tornaram-no reconhecido mundialmente.



Sua audácia de investigação o tornou insuperável, e sua teoria revolucionária fez mudar os principais conceitos físicos que explicavam o Universo até então. Com tal feito, não havia dúvida de que Einstein era um dos maiores gênios que a humanidade já havia produzido.

A residência de Einstein, perto da Bayrischer Platz, tornou-se parada obrigatória de todos os filósofos, artistas e cientistas de renome que se dirigiam a Berlim. A publicidade não agradava Einstein, mas não havia maneira de escapar a ela. Preferia se isolar no pequeno estúdio que fora construído especialmente para ele, na parte superior da casa. Era lá que ele recebia seus assistentes e colaboradores, e ajudava a resolver os detalhes matemáticos de suas idéias geniais.



Ocasionalmente, reunia-se com os amigos e realizavam concertos, onde em geral tocava como segundo violino. Isso constituía agradável entretenimento que o relaxava e divertia bastante, fazendo-o esquecer por instantes o mundo da fama e de muitas responsabilidades para a ciência.

Nessa mesma época começavam a se organizar na Alemanha grupos nacionalistas extremistas.



O fato de Einstein ser judeu, somado à sua posição contrária à toda forma de nacionalismo e militarismo, e ainda à sua fama mundial, aumentaram a inveja e o ódio dos imperialistas reacionários, que se organizaram contra ele, sob a égide do físico ultranacionalista Philipp von Lenard. E as ações desse grupo se tornaram ainda mais ofensivas após 1921, quando Einstein recebeu o prêmio Nobel.



Ele foi ficando cada vez mais alarmado, principalmente após o assassinato de Walter Rathenau, ministro das Relações Exteriores da Alemanha e seu amigo íntimo. Apesar de ter possibilidades de mudar para qualquer outro lugar fora da Alemanha, decidiu permanecer em Berlim para não se afastar do excelente clima científico que lá existia. No entanto, a vitória do partido nazista em 1933, compeliu-o a desistir de continuar em seu país natal. Demitiu-se da Academia Prussiana de Ciências através de carta datada de 28 de março de 1933. Suas posses foram confiscadas e sua cidadania alemã (da qual ele já havia renunciado voluntariamente) foi cassada e, quando a situação se tornou insustentável, já não estava mais na Alemanha.



Durante o ano de 1921, Einstein viajara aos Estados Unidos, onde fora recebido com inigualável entusiasmo. Nenhum monarca reinante havia recebido tão boa acolhida quanto ele. Milhares de pessoas tinham comparecido às ruas Nova York para saudá-lo, quando passara desfilando em carro aberto. Dez anos mais tarde, as mesmas cenas se repetiram em Los Angeles, quando Charles Chaplin foi à estação para recepcioná-lo e levá-lo através das ruas de Hollywood. Este, virando-se para Einstein, disse: 'Você vê, eles aplaudem a mim porque todos me entendem; a você eles aplaudem porque ninguém o entende.'



De 1930 a 1933, Einstein esteve em Pasadena, no Instituto Tecnológico da Califórnia, onde trabalhou no recém-fundado Instituto para Estudos Superiores de Princeton. Tornou-se cidadão americano em 1940.

Sua participação no projeto Manhattan foi inteiramente acidental e muito lamentada mais tarde, se bem que o projeto teria se concretizado mesmo sem a sua participação.



Em 1939, foi persuadido a escrever uma carta ao presidente Rooselvelt, recomendando a aceleração das pesquisas que levariam à criação da bomba atômica. O contexto histórico praticamente o obrigou a tal atitude: os alemães estavam também desenvolvendo idêntico projeto e, se viessem a produzir a bomba antes, os efeitos poderiam ser muito mais trágicos.



A destruição de Hiroshima pela bomba atômica, porém, constituiu-se no pior dia de sua vida.

Suas convicções democráticas e sentimentos humanitários foram freqüentemente desafiados pela incessante onda de agressividade que caracterizou a atmosfera social e política do pós-guerra. Mesmo assim, Einstein defendeu abertamente todos os princípios da liberdade nos difíceis anos do macartismo.

Os últimos 22 anos de Einstein foram vividos em Princeton, em relativo isolamento.



Lecionava na Universidade e continuava seus estudos, que nessa época eram integralmente dedicados à sua teoria gravitacional. Almejava chegar à Teoria do Campo Unificado que permitiria englobar todos os fenômenos gravitacionais e eletromagnéticos, como emanações de uma única estrutura lógica. Depois de muito insucesso nas suas tentativas, conseguiu elaborar um esquema que era uma generalização formal das equações gravitacionais. Seus contemporâneos, no entanto, longe de se interessarem por esquemas de pesquisa e por modelos matemáticos, que eram mais adequados a uma série de fenômenos em estudo, acabaram por se afastar da linguagem utilizada por Einstein, criando assim, um imenso abismo de incompreensão entre eles e a novas gerações de físicos teóricos, ao contrário dos tempos de Berlim, onde a sua palavra era a de mestre absoluto.



Em 1952, o recém-fundado Estado de Israel ofereceu a Einstein a honraria de ser o seu presidente, em substituição a Chaim Weizmann, primeiro presidente recém-falecido. Apesar de Einstein Ter sua origem em um meio judaico assimilado, ele sempre manteve em sua vida os dois preceitos básicos do judaísmo: Justiça e Caridade. O caráter democrático e humanitário das Leis Mosaicas haviam penetrado profundamente em sua consciência e a magnífica poesia do Velho Testamento causava-lhe profunda admiração.



Ele logo reconhecera a urgente necessidade de se criar uma nação para o seu povo já tão perseguido, e passara a acompanhar com vivo entusiasmo os altos e baixos da nova nação. Todavia, ele não podia aceitar a honra de ser seu presidente, porque seu temperamento não se adaptava bem aos cargos e funções sociais e administrativas exigidas. Nesta época, chegou a declarar à viúva de Weizmann, que não podia aceitar o cargo porque não entendia nada de relações sociais; entendia apenas um pouco de matemática.



Ademais não desejava se dedicar a um só país, pois seu interesse era a humanidade.

Einstein sempre pareceu mais velho do que realmente era. A efervescência intelectual esgotou prematuramente suas reservas físicas. Mais de uma vez em sua existência ficou gravemente enfermo, porém sempre com uma boa chance de recuperação. Mas em 1954, o rápido declínio de suas forças físicas se manifestou de forma alarmante. Quando, em abril de 1955, ele foi transferido para o hospital de Princeton, sentiu que o fim havia chegado. Na manhã de 18 de abril, sua vida se extinguiu.



Morreu com a mesma simplicidade e humildade com que sempre viveu: calma e imperturbavelmente, sem remorsos.

"A serenidade de sua morte ensina-nos como devemos viver" - foram as palavras de sua filha adotiva Margot.

"O homem livre em nada pensa menos que na morte; e sua sabedoria não é uma meditação da morte, mas da vida", disse o grande filósofo Baruch Spinoza, de quem Einstein foi um grande admirador.

Einstein foi um homem livre.

biografia de Leonardo da Vinci

Biografia Leonardo da Vinci nasceu em Anchiano, perto de Vinci, a 15 de Abril de 1452. Era filho do notário Piero di Antonio da Vinci e de uma camponesa, Catarina.
No ano do seu nascimento, o seu pai casou com uma mulher muito mais nova, Albiera di Giovanni Amadori. Leonardo foi separado da mãe aos 5 anos de idade e, a partir de então, passou a viver com o pai.


Esboço de um cavalo
Leonardo cresceu no campo o que poderá justificar o seu amor pela natureza. Teve uma grande paixão por cavalos que, mais tarde, foram objecto de magníficos estudos.


Duas perspectivas do crânio
Em 1469, Leonardo mudou-se para Florença onde iniciou a sua aprendizagem em pintura no atelier do célebre pintor florentino Andrea del Verrocchio (1436-1488).
Em 1472 iniciou investigações anatómicas. Elaborou então inúmeros desenhos e esquemas do corpo humano. A figura ao lado é um exemplo desse trabalho.


Desenho da Paisagem do Vale do Arno
O seu primeiro desenho, intitulado Desenho da paisagem do Vale do Arno, é datado de 1473.


Madona com Cravo
Até 1480, produziu uma série de quadros pequenos, como a Madona com Cravo, a Madona Benois e, possivelmente, também a Anunciação. Em 1482, mudou-se para Milão e ofereceu os seus serviços como engenheiro, escultor e pintor a Ludovico Sforza (1451-1508).


A Virgem dos Rochedos
De 1483 até 1486, juntamente com Ambrogio e Evangelista de Predis, aceitou e executou a encomenda de uma pintura de altar: A Virgem dos Rochedos.
De 1487 até 1488, trabalhou como arquitecto no atelier da Catedral de Milão.


Esboço do corpo humano
Em 1489, Leonardo planeou um tratado de anatomia com base numa grande colecção de desenhos anatómicos que havia realizado a partir de observações e dissecações humanas e animais.


Retrato de Cecilia Gallarani
De 1489 até 1494, trabalhou na estátua equestre de Francesco Sforza em Milão. Nesse mesmo período pintou os Retrato de Cecilia Gallarani e de Lucrezia Crivelli.


A Última Ceia
De 1495 até 1498, Leonardo entregou-se à pintura de A Última Ceia encomendada por Ludovico Sforza.


A Virgem e o Menino com Stª Ana
Em 1500, regressou a Florença e iniciou aquele que seria o seu período mais produtivo como pintor. Na primavera desenhou um croquis para a A Virgem e o Menino com Stª Ana, cuja pintura a óleo só será concluída em 1510.


Madona do Fuso
Em 1501, trabalhou num pequeno quadro da Virgem com o Menino conhecido como Madona del Fuso.
Em 1502, viajou por Itália com Cesar Borgia como arquitecto e engenheiro. Neste altura, desenhou mapas e outros tipos de representações geográficas.


Batalha de Anghiari
Em 1503, regressou a Florença e iniciou o retrato de Lisa del Giocondo, esposa de Francesco del Giocondo. Nesta altura começou a pintura mural da Batalha de Anghiari.
Em 1513, Leonardo da Vinci foi para Roma com o seu novo mecenas, Giuliano de Medici.
Em 1514/1515 iniciou uma série de experiências científicas. Entre outras coisas, planeou a drenagem dos pântanos de Pontini, a sul de Roma.
Em 1516, após a morte de Giuliano de Medici, foi para França trabalhar na corte de Francisco I.
Morreu em Cloux em 1519. Foi sepultado na Igreja de S. Florentino, em Ambroise, destruída durante a revolução francesa.

biografia de Nelson Mandela

Nelson Rolihlahla Mandela foi um líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999. Principal representante do movimento anti-apartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia.






De etnia Xhosa, Mandela nasceu no pequeno vilarejo de Qunu, distrito de Umtata, na região do Transkei. Aos sete anos, Mandela tornou-se o primeiro membro da família a frequentar a escola, onde lhe foi dado o nome inglês "Nelson". Seu pai morreu logo depois, e Nelson seguiu para uma escola próxima ao palácio do Regente. Seguindo as tradições Xhosa, ele foi iniciado na sociedade aos 16 anos, seguindo para o Instituto Clarkebury, onde estudou cultura ocidental.






Em 1934, Mandela mudou-se para Fort Beaufort, cidade com escolas que recebiam a maior parte da realeza Thembu, e ali tomou interesse no boxe e nas corridas. Após se matricular, ele começou o curso para se tornar bacharel em direito na Universidade de Fort Hare, onde conheceu Oliver Tambo e iniciou uma longa amizade.






Ao final do primeiro ano, Mandela se envolveu com o movimento estudantil, num boicote contra as políticas universitárias, sendo expulso da universidade. Dali foi para Johanesburgo, onde terminou sua graduação na Universidade da África do Sul (UNISA) por correspondência. Continuou seus estudos de direito na Universidade de Witwatersrand.






Como jovem estudante do direito, Mandela se envolveu na oposição ao regime do apartheid, que negava aos negros (maioria da população), mestiços e indianos (uma expressiva colônia de imigrantes) direitos políticos, sociais e econômicos. Uniu-se ao Congresso Nacional Africano em 1942, e dois anos depois fundou com Walter Sisulu e Oliver Tambo, entre outros, a Liga Jovem do CNA.






Depois da eleição de 1948 dar a vitória aos afrikaners (Partido Nacional), que apoiavam a política de segregação racial, Mandela tornou-se mais ativo no CNA, tomando parte do Congresso do Povo (1955) que divulgou a Carta da Liberdade - documento contendo um programa fundamental para a causa anti-apartheid.






Comprometido de início apenas com atos não-violentos, Mandela e seus colegas aceitaram recorrer às armas após o massacre de Sharpeville, em março de 1960, quando a polícia sul-africana atirou em manifestantes negros, matando 69 pessoas e ferindo 180.






Em 1961, ele se tornou comandante do braço armado do CNA, o chamado Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação", ou MK), fundado por ele e outros. Mandela coordenou uma campanha de sabotagem contra alvos militares e do governo e viajou para a Argélia para treinamento paramilitar.






Em agosto de 1962 Nelson Mandela foi preso após informes da CIA à polícia sul-africana, sendo sentenciado a cinco anos de prisão por viajar ilegalmente ao exterior e incentivar greves. Em 1964 foi condenado a prisão perpétua por sabotagem (o que Mandela admitiu) e por conspirar para ajudar outros países a invadir a África do Sul (o que Mandela nega).






No decorrer dos 27 anos que ficou preso, Mandela se tornou de tal modo associado à oposição ao apartheid que o clamor "Libertem Nelson Mandela" se tornou o lema das campanhas anti-apartheid em vários países.






Durante os anos 1970, ele recusou uma revisão da pena e, em 1985, não aceitou a liberdade condicional em troca de não incentivar a luta armada. Mandela continuou na prisão até fevereiro de 1990, quando a campanha do CNA e a pressão internacional conseguiram que ele fosse libertado em 11 de fevereiro, aos 72 anos, por ordem do presidente Frederik Willem de Klerk.






Nelson Mandela e Frederik de Klerk dividiram o Prêmio Nobel da paz em 1993.






Como presidente do CNA (de julho de 1991 a dezembro de 1997) e primeiro presidente negro da África do Sul (de maio de 1994 a junho de 1999), Mandela comandou a transição do regime de minoria no comando, o apartheid, ganhando respeito internacional por sua luta em prol da reconciliação interna e externa.






Ele se casou três vezes. A primeira esposa de Mandela foi Evelyn Ntoko Mase, da qual se divorciou em 1957 após 13 anos de casamento. Depois casou-se com Winie Madikizela, e com ela ficou 38 anos, divorciando-se em 1996, com as divergências políticas entre o casal vindo a público. No seu 80º aniversário, Mandela casou-se com Graça Machel, viúva de Samora Machel, antigo presidente moçambicano.






Após o fim do mandato de presidente, em 1999, Mandela voltou-se para a causa de diversas organizações sociais e de direitos humanos. Ele recebeu muitas distinções no exterior, incluindo a Ordem de St. John, da rainha Elizabeth 2ª., a medalha presidencial da Liberdade, de George W. Bush, o Bharat Ratna (a distinção mais alta da Índia) e a Ordem do Canadá.






Em 2003, Mandela fez alguns pronunciamentos atacando a política externa do presidente norte-americano Bush. Ao mesmo tempo, ele anunciou seu apoio à campanha de arrecadação de fundos contra a AIDS chamada "46664" - seu número na época em que esteve na prisão.






Em junho de 2004, aos 85 anos, Mandela anunciou que se retiraria da vida pública. Fez uma exceção, no entanto, por seu compromisso em lutar contra a AIDS.






A comemoração de seu aniversário de 90 anos foi um ato público com shows, que ocorreu em Londres, em julho de 2008, e contou com a presença de artistas e celebridades engajadas nessa luta.

biografia de Monteiro Lobato

Monteiro Lobato
Biografia de Monteiro Lobato, literatura infantil, sua grande obra

O Sitio do Pica-Pau Amarelo, principais obras de Monteiro Lobato.

Monteiro Lobato: o precursor da literatura infantil no Brasil





Biografia, obras e estilo literário



Contista, ensaísta e tradutor, este grande nome da literatura brasileira nasceu na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, no ano de 1882. Formado em Direito, atuou como promotor público até se tornar fazendeiro, após receber herança deixada pelo avô. Diante de um novo estilo de vida, Lobato passou a publicar seus primeiros contos em jornais e revistas, sendo que, posteriormente, reuniu uma série deles em Urupês, obra prima deste famoso escritor.



Em uma época em que os livros brasileiros eram editados em Paris ou Lisboa, Monteiro Lobato tornou-se também editor, passando a editar livros também no Brasil. Com isso, ele implantou uma série de renovações nos livros didáticos e infantis.



Este notável escritor é bastante conhecido entre as crianças, pois se dedicou a um estilo de escrita com linguagem simples onde realidade e fantasia estão lado a lado. Pode-se dizer que ele foi o precursor da literatura infantil no Brasil.



Suas personagens mais conhecidas são: Emília, uma boneca de pano com sentimento e idéias independentes; Pedrinho, personagem que o autor se identifica quando criança; Visconde de Sabugosa, a sabia espiga de milho que tem atitudes de adulto, Cuca, vilã que aterroriza a todos do sítio, Saci Pererê e outras personagens que fazem parte da inesquecível obra: O Sítio do Pica-Pau Amarelo, que até hoje encanta muitas crianças e adultos.



Escreveu ainda outras incríveis obras infantis, como: A Menina do Nariz Arrebitado, O Saci, Fábulas do Marquês de Rabicó, Aventuras do Príncipe, Noivado de Narizinho, O Pó de Pirlimpimpim, Reinações de Narizinho, As Caçadas de Pedrinho, Emília no País da Gramática, Memórias da Emília, O Poço do Visconde, O Pica-Pau Amarelo e A Chave do Tamanho.



Fora os livros infantis, este escritor brasileiro escreveu outras obras literárias, tais como: O Choque das Raças, Urupês, A Barca de Gleyre e o Escândalo do Petróleo. Neste último livro, demonstra todo seu nacionalismo, posicionando-se totalmente favorável a exploração do petróleo apenas por empresas brasileiras.



No ano de 1948, o Brasil perdeu este grande talento que tanto contribuiu com o desenvolvimento de nossa literatura.

biografa Sigmund Freud

Sigmund Freud
Biografia de Freud, a psicanálise, psicologia da vida cotidiana, id e ego, revolução na psicologia, psicanálise freudiana, teorias e idéias principais, vida e teoria de Freud, obras principais, estudo da mente humana, estudos psicológicos, interpretação dos sonhos


Sigmund Freud: o pai da psicanálise


Introdução

Freud nasceu em Freiberg, Tchecoslováquia, no ano de1856. Este grande nome da psicanálise foi o responsável pela revolução no estudo da mente humana.

Biografia

Formado em medicina e especializado em tratamentos para doentes mentais, ele criou uma nova teoria. Esta estabelecia que as pessoas que ficavam com a mente doente eram aquelas que não colocavam seus sentimentos para fora. Segundo Freud, este tipo de pessoa tinha a capacidade de fechar de tal maneira esses sentimentos dentro de sua mente, que, após algum tempo, esqueciam-se da existência.

Teoria e métodos

A partir de sua teoria, este grande psicanalista resolveu tratar esses casos através da interpretação dos sonhos das pessoas e também através do método da associação livre, neste último ele fazia com que seus pacientes falassem qualquer coisa que lhes viessem à cabeça.

Com este método ele era capaz de desvendar os sentimentos “reprimidos", ou seja, aqueles sentimentos que seus pacientes guardavam somente para si, após desvendá-los ele os estimulava a colocarem esses sentimentos para fora. Desta forma ele conseguiu curar muitas doenças mentais.

Livros

Freud escreveu um grande número de livros importantes, alguns deles foram: Psicologia da Vida Cotidiana, Totem e Tabu, A interpretação dos sonhos, O Ego e o Id e muitos outros. Neles, o “pai da psicanálise” (assim conhecido por ter inventado o termo “psicanálise” para seu método de tratar das doenças mentais) responsabilizava a repressão da sociedade daquela época, que não permitia a satisfação de alguns sentimentos, considerando-os errados do ponto de vista social e religioso.

Segundo ele, o sexo era um dos sentimentos reprimidos mais importantes. Naquela época essa afirmação gerou um grande escândalo na sociedade, entretanto, não demorou muito para que outros psicólogos aderissem à idéia de Freud. Alguns deles foram: Carl Jung, Reich, Rank e outros.

Biografia de Isaac Newton

Biografia de Isaac Newton


Biografia deste importante cientista e físico inglês, suas descobertas e estudos, iluminismo e
ciência nos séculos XVII e XVIII, realizações mais importantes de sua vida, frases
Newton: um dos grandes nomes da história da Física
Introdução
Isaac Newton nasceu em Londres, no ano de 1643, e viveu até o ano de 1727. Cientista, químico, físico, mecânico e matemático, trabalhou junto com Leibniz na elaboração do cálculo infinitesimal. Durante sua trajetória, ele descobriu várias leis da física, entre elas, a lei da gravidade.


Vida e realizações
Este cientista inglês, que foi um dos principais precursores do Iluminismo, criou o binômio de Newton, e, fez ainda, outras descobertas importantes para a ciência. Quatro de suas principais descobertas foram realizadas em sua casa, isto ocorreu no ano de 1665, período em que a Universidade de Cambridge foi obrigada a fechar suas portas por causa da peste que se alastrava por toda a Europa. Na fazenda onde morava, o jovem e brilhante estudante realizou descobertas que mudaram o rumo da ciência: o teorema binomial, o cálculo, a lei da gravitação e a natureza das cores.
Dentre muitas de suas realizações escreveu e publicou obras que contribuíram significativamente com a matemática e com a física. Além disso, escreveu também sobre química, alquimia, cronologia e teologia.
Newton sempre esteve envolvido com questões filosóficas, religiosas e teológicas e também com a alquimia e suas obras mostravam claramente seu conhecimento a respeito destes assuntos. Devido a sua modéstia, não foi fácil convencê-lo a escrever o livro Principia, considerado uma das obras científicas mais importantes do mundo.
Newton tinha um temperamento tranqüilo e era uma pessoa bastante modesta. Ele se dedicava muito ao seu trabalho e muitas vezes deixava até de se alimentar e também de dormir por causa disso. Além de todas as descobertas que ele fez, acredita-se que ocorreram muitas outras que não foram anotadas.
Diante de todas as suas descobertas, que, sem sombra de dúvida, contribuíram e também ampliaram os horizontes da ciência, este cientista brilhante acreditava que ainda havia muito a se descobrir. E, em 1727, morreu após uma vida de grandes descobertas e realizações.


Frases de Isaac Newton:
- "Se vi mais longe foi por estar de pé sobre ombros de gigantes."
- "O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano."
- "Eu consigo calcular o movimento dos corpos celestiais, mas não a loucura das pessoas."
- "Nenhuma grande descoberta foi feita jamais sem um palpite ousado."

biografia de Nicolal Maquiavel

Nicolau Maquiavel
Biografia, obras, frases, idéias defendidas, vida política, teorias sobre o poder, sociologia


Nicolau Maquiavel: um dos grandes teóricos do Renascimento


Introdução

Nicolau Maquiavel foi um importante historiador, diplomata, filósofo, estadista e político italiano da época do Renascimento. Nasceu na cidade italiana de Florença em 3 de maio de 1469 e morreu, na mesma cidade, em 21 de junho de 1527.

Vida e obras

Filho de pais pobres, Maquiavel desde cedo se interessou pelos estudos. Aos sete anos de idade começou a aprender latim. Logo depois passou a estudar ábaco e língua grega antiga.

Aos 29 anos de idade, ingressou na vida política, exercendo o cargo de secretário da Segunda Chancelaria da República de Florença. Porém, com a restauração da família Médici ao poder, Maquiavel foi afastado da vida pública. Nesta época, passou a dedicar seu tempo e conhecimentos para a produção de obras de análise política e social.

Em 1513, escreveu sua obra mais importante e famosa “O Príncipe”. Nesta obra, Maquiavel aconselha os governantes como governar e manter o poder absoluto, mesmo que tenha que usar a força militar e fazer inimigos. Esta obra, que tentava resgatar o sentimento cívico do povo italiano, situava-se dentro do contexto do ideal de unificação italiana.

Entre os anos de 1517 e 1520, escreveu “A arte da guerra”, um dos livros menos lidos do autor.

Em 1520, Maquiavel foi indicado como o principal historiador de Florença.

Nos “Discursos sobre a primeira década de Tito Lívio”, de 1513 a 1521, Maquiavel defende a forma de governo republicana com uma constituição mista, de acordo com o modelo da República de Roma Antiga. Defende também a necessidade de uma cultura política sem corrupção, pautada por princípios morais e éticos.

O termo “maquiavélico”

Em função das idéias defendidas no livro “O Príncipe”, o termo “maquiavélico” passou a ser usado para aquelas pessoas que praticam atos desleais (até mesmo violentos) para obter vantagens, manipulando as pessoas. Este termo é injustamento atribuído a Maquiavel, pois este sempre defendeu a ética na política.

Frases de Maquiavel

- "Os homens ofendem mais aos que amam do que aos que temem."

- "O desejo de conquista é algo natural e comum; aqueles que obtêm sucesso na conquista são sempre louvados, e jamais censurados; os que não têm condições de conquistar, mas querem fazê-lo a qualquer custo, cometem um erro que merece ser recriminado."

- "Nada faz o homem morrer tão contente quanto o recordar-se de que nunca ofendeu ninguém, mas, antes, ajudou a todos."

- "Quem do prazer se priva e vive entre tormentos e fadigas, do mundo não conhece os enganos."

- "Todos os profetas armados venceram, e os desarmados foram destruídos."

- "A ambição é uma paixão tão forte no coração do ser humano, que, mesmo que galguemos as mais altas posições, nunca nos sentimos satisfeitos."

- "Os homens quando não são forçados a lutar por necessidade, lutam por ambição."

- "O homem que tenta ser bondoso todo tempo está fadado à ruína entre os inúmeros outros que não são bons."

- "O homem esquece de forma mais fácil a morte do pai do que a perda do patrimônio".

- "Na política, os aliados atuais são os inimigos de amanhã."

biogra fia de Karl Marx

Karl Marx
Biografia deste importante pensador do século XIX, marxismo, crítica ao capitalismo, livro O Capital, Manifesto Comunista,
Engels, socialismo e comunismo, análise econômica da forma de produção capitalista, Lênin, vida no exílio.


Karl Marx: o idealizador do comunismo


Biografia

Idealizador de uma sociedade com uma distribuição de renda justa e equilibrada, o economista, cientista social e revolucionário socialista alemão Karl Heinrich Marx, nasceu na data de 05 de maio de 1818, cursou Filosofia, Direito e História nas Universidades de Bonn e Berlim e foi um dos seguidores das idéias de Hegel.

Ideias marxistas

Este filósofo alemão foi expulso da maior parte dos países europeus devido ao seu radicalismo. Seu envolvimento com radicais franceses e alemães, no agitado período de 1840, fez com que ele levantasse a bandeira do comunismo e atacasse o sistema capitalista. Segundo este economista, o capitalismo era o principal responsável pela desorientação humana. Ele defendia a idéia de que a classe trabalhadora deveria unir-se com o propósito de derrubar os capitalistas e aniquilar de vez a característica abusiva deste sistema que, segundo ele, era o maior responsável pelas crises que se viam cada vez mais intensificadas pelas grandes diferenças sociais.

Este grande revolucionário, que também participou ativamente de organizações clandestinas com operários exilados, foi o criador da obra o Capital, livro publicado em 1867, que tem como tema principal a economia. Seu livro mostra estudos sobre o acúmulo de capital, identificando que o excedente originado pelos trabalhadores acaba sempre nas mãos dos capitalistas, classe que fica cada vez mais rica as custas do empobrecimento do proletariado. Com a colaboração de Engels, Marx escreveu também o Manifesto Comunista, onde não poupou críticas ao capitalismo.

Este notável personagem histórico faleceu em Londres, Inglaterra, em 14 de março de 1883, deixando muitos seguidores de seus ideais. Lênin foi um deles, e, na União Soviética, utilizou as idéias marxistas para sustentar o comunismo, que, sob sua liderança, foi renomeado para marxismo-leninismo. Contudo, alguns marxistas discordavam de certos caminhos escolhidos pelo líder russo.

Até hoje, as idéias marxistas continuam a influenciar muitos historiadores e cientistas sociais que, independente de aceitarem ou não as teorias do pensador alemão, concordam com a idéia de que para se compreender uma sociedade deve-se entender primeiramente sua forma de produção.

Biografia de Galileu Galilei

Biografia de Galileu Galilei
Biografia deste importante cientista dos séculos XVI e XVI, vida e obras, invenção do telescópio,
estudos e teorias científicas, Renascimento Científico.


Galileu: um dos maiores astrônomos da história


Quem foi

Grande Físico, Matemático e Astrônomo, Galileu Galilei nasceu na Itália no ano de 1564. Durante sua juventude ele escreveu obras sobre Dante e Tasso. Ainda nesta fase, fez a descoberta da lei dos corpos e enunciou o princípio da Inércia. Foi um dos principais representantes do Renascimento Científico dos séculos XVI e XVII.

Descobertas, idéias e estudos

Galileu foi o primeiro a contestar as afirmações de Aristóteles, que, até aquele momento, havia sido o único a fazer descobertas sobre a física. Neste período ele fez a balança hidrostática, que, posteriormente, deu origem ao relógio de pêndulo. A partir da informação da construção do primeiro telescópio, na Holanda, ele construiu a primeira luneta astronômica e, com ela, pôde observar a composição estelar da Via Látea, os satélites de Júpiter, as manchas do Sol e as fases de Vênus. Esses achados astronômicos foram relatados ao mundo através do livro Sidereus Nuntius (Mensageiro das Estrelas), em 1610. Foi através da observação das fases de Vênus, que Galileu passou a enxergar embasamento na visão de Copérnico (Heliocêntrico – O Sol como centro do Universo) e não na de Galileu, onde a Terra era vista como o centro do Universo.

Por sua visão heliocêntrica, o astrônomo italiano teve que ir a Roma em 1611, pois estava sendo acusado de herege. Condenado, foi obrigado a assinar um decreto do Tribunal da Inquisição, onde declarava que o sistema heliocêntrico era apenas uma hipótese. Contudo, em 1632, ele voltou a defender o sistema heliocêntrico e deu continuidade aos seus estudos.

Muitas idéias fundamentadas por Aristóteles foram colocadas em discussão por indagações de Galilei. Entre elas, a dos corpos leves e pesados caírem com velocidades diferentes. Segundo ele, os corpos leves e pesados caem com a mesma velocidade.

Em 1642, ele morreu cego e condenado pela Igreja Católica por suas convicções científicas. Teve suas obras censuradas e proibidas. Contudo, uma de suas obras (sobre mecânica) foi publicada mesmo com a proibição da Igreja, pois seu local de publicação foi em zona protestante, onde a interferência católica não tinha influência significativa. A mesma instituição que o condenou o absolveu muito tempo após a sua morte, em 1983.

biografia Júlio Verne

Júlio Verne
Biografia de Júlio Verne, obras, livros, estilo literário, literatura francesa


Júlio Verne: ficção, aventuras e muita imaginação em suas obras


Biografia, obras e estilo literário

Jules Gabriel Verne, conhecido popularmente como Júlio Verne foi um importante escritor francês do século XIX. Nasceu na cidade de Nantes em 8 de fevereiro de 1828 e faleceu em 24 de março de 1905 na cidade de Amiens (França). Ganhou grande destaque no cenário literário internacional através de suas novelas de aventuras que fizeram e ainda fazem muito sucesso.

Júlio passou a infância com a família na cidade de Nantes. Por ser uma cidade portuária, alguns biógrafos do escritor afirmam que Júlio Verne adorava ficar olhando os navios chegarem e partirem. Este fato pode ter estimulado seu gosto pelas aventuras e viagens.

No início da fase adulta, foi enviado pelo pai para a cidade de Paris com o objetivo de que estudasse Direito e seguisse assim a mesma carreira do pai. Porém, na capital francesa passou a desenvolver grande interesse por teatro e literatura.

Deixou de lado o estudo das leis, fato que lhe causou o corte da ajuda financeira que vinha regularmente do pai. Para sobreviver, passou a trabalhar como corretor de ações.

Em 1857, se casou com Honorine de Morel, uma viúva com dois filhos. Em 1861, teve um filho com ela que se chamou Michel Jean Pierre Verne.

No começo da década de 1860, já bastante familiarizado com setores da intelectualidade francesa, entrou em contato com os grandes escritores Victor Hugo e Alexandre Dumas.

Em 1863, foi publicada sua primeira grande obra: "Cinco Semanas em um Balão". A obra fala sobre uma viagem em um balão de hidrogênio sobre o território africano. Júlio Verne mostrou, nesta obra, importantes aspectos geográficos, culturais e até mesmo sobre a vida animal da África. As informações contidas no livro, e que muitos julgavam ser fictícias, vieram das pesquisas feitas por Júlio Verne e também se sua rica imaginação. Com esta obra, Júlio Verne passou a ser famoso, além de ganhar um bom dinheiro que lhe garantiu estabilidade financeira para escrever outros livros.

O estilo literário de Júlio Verne fez um grande sucesso na segunda metade do século XIX, pois a literatura se expandia e a vontade em conhecer lugares exóticos era muito grande. Sua obra é marcada por doses de ficção científica, aventuras em locais extraordinários e aspectos culturais de povos e pessoas reais e imaginárias.

Principais obras de Júlio Verne:
- Cinco semanas em um balão - 1863
- O capitão Hateras - 1864-1867
- Viagem ao centro da terra - 1864
- Da Terra à Lua - 1865
- Os filhos do capitão Grant - 1866-1868
- Vinte mil léguas submarinas -1870
- Os conquistadores - 1870
- A volta ao mundo em oitenta dias - 1872
- A ilha misteriosa - 1873-1875
- O Chancellor - 1875
- As Índias Negras - 1876-1877
- Um capitão de quinze anos - 1878
- História das grandes viagens e dos grandes viajantes - 1878
- A revolta da Bounty - 1879
- A jangada - 1880
- A escola dos Robinsons - 1882
- Dez horas de casa -1882
- O arquipélago em chamas - 1883
- Kerabán, o teimoso - 1883
- Um bilhete de loteria - 1885
- O náufrago do Cynthia - 1885
- Robur, o conquistador - 1886
- O caminho da França - 1887
- Dois anos de férias -1888
- Família sem nome - 1888-1889
- A esfinge dos gelos - 1895
- Os irmãos Kip - 1902
- O senhor do mundo -1904

Eu te amo... ...em todas as línguas!


  •  
  • Africano - Ek is lief vir 
  • Ek het jou lief 
  • Akan (Ghana) - Me dor wo 
  • Albanês - Te dua 
  • Te dashuroj 
  • Ti je zemra ime 
  • Alentejano(Port.) - Gosto de ti 
  • Alsaciano (Alsácia) - Ich hoan dich gear 
  • Amharico (Etiópia) - Afekrishalehou 
  • Ewedishalehu (dito para mulheres) 
  • Ewedihalehu (dito para homens) 
  • Apache - Sheth she~n zho~n 
  • Arábico(formal) - Ohiboke (dito para mulheres) 
  • Ohiboki (dito para mulheres) 
  • Nohiboka (dito para homens) 
  • Arábico (próprio) - Ooheboki (dito para mulheres) 
  • Ooheboka (dito para homens) 
  • Arábico - Ana behibak (dito para homens)  
  •  Ana behibek (dito para mulheres) 
  • Arábico (Umggs) - Ana hebbek 
  • Armeniano - Yes kez si'rumem 
  • Assamês - Moi tomak bhal pau 
  • Basco - Maite zaitut 
  • Bassa - Mengweswe 
  • Batak (Sumatra do Norte) - Holong rohangku di ho 
  • Bavário - I mog di narrisch gern 
  • Bemba - Ndikufuna 
  • Bengali - Aami tomaake bhaalo baashi 
  • Berber - Lakh tirikh 
  • Bicol (Filipinas) - Namumutan ta ka 
  • Quechua Boliviano - Qanta munani 
  • Bosniano - Volim te 
  • Braile - :..:| ..:| |..-.. .::":.., :.:; 
  • Português - Eu te amo 
  • Búlgaro - Obicham te 
  • As te obicham 
  • Burmês - Chit pa de 
  • Cambojano - Kh_nhaum soro_lahn nhee_ah 
  • Bon sro lanh oon 
  • Francês (Canadá) - Je t'adore 
  • Catalão - T'estimo (Catalonian) 
  • T'estim (Mallorcan) 
  • T'estime (Valencian) 
  • Cebuano (Filipinas) - Ghigugma ko ikaw 
  • Chamoru - Hu guaiya hao 
  • Cheyenne - Nemehotatse 
  • Chichewa - Ndimakukonda 
  • Chickasaw (USA) - Chiholloli 
  • Chinês Goa - ai li (dialeto Amoy) 
  • Ngo oi ney (dialeto Cantonês) 
  • Wo oi ni (dialeto Cantonês) 
  • Ngai oi gnee (dialeto Hakka) 
  • Ngai on ni (dialeto Hakka) 
  • Wa ai lu (dialeto Hokkien) 
  • Wo ai ni (dialeto Mandarin) 
  • Wo ie ni (dialeto Mandarin) 
  • Wuo ai nee (dialeto Mandarin) 
  • Wo ay ni (dialeto Mandarin) 
  • Wo ai ni (dialeto Putunghua) 
  • Ngo ai nong (dialeto Wu) 
  • Comorianon - Ni sou hou vendza. 
  • Córsega (dialeto) - Ti tengu cara (dito
  • para mulheres) 
  • Ti tengu caru (dito para homens) 
  • Creole - Mi aime jou 
  • Croata (familiar) - Ja te volim (formal) 
  • Volim te 
  • Croata (formal) - Ja vas volim 
  • Volim vas 
  • Checo - Miluji te 
  • Dinamarquês - Jeg elsker dig 
  • Davvi Samegiella - Mun rahkistin dú 
  • Dusun - Siuhang oku dia 
  • Holandês - Ik hou van je 
  • Gronings (dialeto holandês) - Ik hol van die 
  • Quechua Equatoriano - Canda munani 
  • Inglês - I love you 
  • Esperanto - Mi amas vin 
  • Estonian - Mina armastan sind 
  • Etíope - Afgreki 
  • Farsi (antigo) - Tora dust mi daram 
  • Farsi - Tora dost daram 
  • Filipino - Mahal ka ta 
  • Finlandês - Minä rakastan sinua 
  • Escocês - (Mä) rakastan sua 
  • Francês (formal) - Je vous aime 
  • Francês - Je t'adore (mais forte do que "je t'aime") 
  • Friesiano - Ik hou fan dei 
  • Galês - Ta gra agam ort 
  • Galícia (língua local) - Querote 
  • Ghanaian - Me dor wo 
  • Alemão (formal) - Ich liebe Sie 
  • Alemão - Ich liebe dich 
  • Grego - S'ayapo 
  • Grego (antigo) - Philo su 
  • Grego (antigüidade clássica) - Philo se 
  • Greenlandic - Asavakit 
  • Guarani - Rohiyu 
  • Gujrati (Índia) - Hoon tane pyar karoochhoon. 
  • iHausa (Nigéria) - Ina sonki 
  • Havaiano - Aloha wau ia 'oe 
  • Hebreu - Anee ohev otakh (dito para mulheres)
  • Anee ohevet otkha (dito para homens)
  • Anee ohev otkha (dito de homem para homem) 
  • Anee ohevet otakh (dito de mulher para mulher) 
  • Hindi Mai tumase pyar karata hun (dito para mulheres) 
  • Mai tumase pyar karati hun (dito para homens) 
  • Hokkien - Wa ai lu 
  • Hopi - Nu'umi unangwáta 
  • Húngaro - Szeretlek 
  • Ibaloi (Fil.) - Pip-piyan taha 
  • Imazighano - Hamlagh kem 
  • Interglossa - Mi esthe philo tu 
  • Islandês - Eg elska thig 
  • Ilocano - Ay-ayaten ka 
  • Indonésio - Saya cinta padamu 
  • Italiano - Ti amo (para relacionamentos) 
  • Ti voglio bene (entre amigos) 
  • Irlandês - Taim i' ngra leat 
  • Irlandês Galês - t'a gr'a agam dhuit 
  • Japonês - Kimi o ai shiteru 
  • Javanês - Kulo tresno 
  • Kankana-ey (Fil.) - Laylaydek sik-a 
  • Kannada - Naanu Ninnanu Preethisuthene 
  • Kikongo - Mono ke zola nge 
  • Kiswahili - Nakupenda 
  • Klingon - qamuSHá 
  • Korean - Dangsinul saranghee yo 
  • Kpele - I walikana 
  • Kurdo - Ez te hezdikhem 
  • Lao - Khoi hak jao 
  • Lappish - Mun rahkistin dú 
  • Latim (Ego) - Amo te (use 'Ego', para mais ênfase) 
  • Lativiano - Es tevi milu 
  • Libanês - Bahibak 
  • Lingala - Nalingi yo 
  • Dialeto Lisboneta - Gramo-te bue 
  • Lithuânio - As tave myliu 
  • Lojban - Mi do prami 
  • Luo (Quênia) - Aheri 
  • Luxemburguês - Ech hun dech gär 
  • Maa - Ilolenge 
  • Macedônio - Te ljubam 
  • Dialeto Madrilenho - Me molas, tronca! 
  • Maiês - Wa wa 
  • Malaio - Saya cintamu 
  • Malaio/Bahasa - Saya cinta mu 
  • Malaio/Indonésio - Aku sayang kau 
  • Malayalam - Ngan ninne snaehikkunnu 
  • Malásio - Saya cintamu 
  • Marathi - Mi tuzya var prem karato 
  • Marshalês - Yokwe 
  • Mohawk - Konoronhkwa 
  • Mokilês - Ngoah mweoku kaua 
  • Mongol - Be Chamad Hairtai 
  • Marroquino - Kanbhik 
  • Navajo - Ayor anosh'ni 
  • Ndebele(Zimbábue) - Niyakutanda 
  • Nepalês - Ma timi sita prem garchhu 
  • Norueguês - Jeg elsker deg (Bokmaal) 
  • Eg elskar deg (Nynorsk) 
  • Jeg elsker deg (Riksmaal: antigo) 
  • Nyanja - Ninatemba 
  • Op Op - lopveop yopuop 
  • Oriya Moon - Tumakoo Bhala Paye 
  • Oromoo - Sinjaladha 
  • Ossetiano - Aez dae warzyn 
  • Pakistanês - Mujhe tumse muhabbat hai 
  • Papiamento - Mi ta stimábo 
  • Pedi - Kiyahurata 
  • "Pig Latin" (mistura fonética de inglês e latim) - Ie ovele ouye 
  • Pilipino - Mahal kita 
  • Polonês - Kocham ciebie 
  • PORTUGUÊS - EU TE AMO 
  • Punjabi - Main tainu pyar karna 
  • Quênia (Tolkien) - Tye-meláne 
  • Retoromanesco - te amo 
  • Rumeno - Te iubesc 
  • Russo -Ya tyebya lyublyu 
  • Samoano - Ou te alofa outou 
  • Sânscrito - Anurag 
  • Escocês-Galês - Tha gr`adh agam ort 
  • Sérvio (formal) - Ja vas volim 
  • Sérvio (familiar) - Volim te 
  • Sérvio (antigo) - Ljubim te 
  • Servocroata - Volim te 
  • SeSotho - Kiyahurata 
  • Shona - Ndinokuda 
  • Singalês (Ceilão) - Mama oyata adarei 
  • Sioux - Techihhila 
  • Eslovaco - Lubim ta 
  • Esloveno - Ljubim te 
  • Somaliano - Waan ku jeclahay 
  • Espanhol - Te amo 
  • SriLanka (dialeto) - Mama oyata arderyi 
  • Suaheli (Ostafrika) - Ninikupenda 
  • Swahili - Nakupenda 
  • Sueco - Jag älskar dig 
  • Sírio/Libanês - Bhebbek (dito para mulheres) 
  • Bhebbak (dito para homens) 
  • Tagalog - Mahal kita 
  • Taitiano - Ua Here Vau Ia Oe 
  • Ua here vau ia oe 
  • Tamil - Naan unnai kadalikiren 
  • Telugu Neenu - ninnu prámistu'nnanu 
  • Thai (formal) - Phom rak khun (dito para mulheres) 
  • Ch'an rak khun (dito para homens) 
  • Thai - Khao raak thoe 
  • Tswana - Ke a go rata 
  • Tshiluba - Ndi mukusua 
  • Tunisiano - Ha eh bak 
  • Tumbuka - Nkhukutemwa 
  • Turco (formal) - Sizi seviyorum 
  • Turco Seni - seviyorum 
  • Twi (Ghana) - Me dowapaa 
  • Ucraniano - Ya tebe kokhayu 
  • Urdu Main - tumse muhabbat karta hoon 
  • Vai Na lia 
  • Värmländska - Du är görgo te mäg 
  • Vietnamita - Anh yeu em (dito para mulheres) 
  • Em yeu anh (dito para homens) 
  • Volapük - Löfob oli. 
  • Votic Miä - suvatan sinua 
  • Vulcan (Sr.Spock) - Wani ra yana ro aisha
  • Walloon - Dji vos inme 
  • Galês - Rwy'n dy garu di 
  • Wolof - Da ma la nope 
  • Iídiche - Kh'hob dikh lib 
  • Maia Yucatec - 'in k'aatech 
  • Yugoslavo - Ja te volim 
  • Zazi (kurdo) - Ezhele hezdege 
  • Zulu - Ngiyakuthanda 
  • Zuni - Tom ho'ichema 


  •  


  • Será que fui claro(a)?
 
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