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O Enigma do Titanic
Na noite de 15 de Abril de 1912 afundava no gélido Atlântico Norte o insubmersível Titanic. O grande navio a vapor levava mais de 2.000 pessoas, saindo de Southampton e entrando para a história.Mistérios e coincidências marcam esse naufrágio que já completa quase cem anos. A história correu mais ou menos assim....
O Olympic a esquerda e o Titanic a direita
O navio fazia sua viagem inaugural e era considerado insubmersível. Ele foi projetado como uma colmeia com compartimentos isolados por portas a prova dágua. O navio resistiria a inundação de dois deles ou até dos primeiros quatro. A noite do dia 14 caia perfeita, er um Domingo. Não havia Lua e o oceano mostrava-se absolutamente calmo. Diversos avisos haviam sido enviados ao Titanic relatando a existência de Icebergs na região. Apesar da latitude não ser elevada, a Terra Nova é a região onde existe o corredor dos Icebergs que se deslocam no degelo desde o norte do Canada. Abril é o pior mês do ano. Próximo ao Titanic o pequeno vapor Californian desligava seus motores e encontrava-se em um mar de Icebergs. Seu comandante preferiu esperar o amanhecer para prosseguir.
O Comandante Smith, em sua última viagem antes da aposentadoria viajava a toda velocidade, provavelmente influenciado por Bruce Ismay, que queria bater o recorde de velocidade entre a Europa e a América. As 11:40 da noite o observador F. Fleet observou o fatídico Iceberg e acionou o sino, que se encontra hoje em exposição provisória no Science Museum em Londres.
Ao descer para verificar as avarias o projetista Thomas Andrews observou que a água já avançava por cinco compartimentos. O destino do navio estava selado. Avisou ao Comandante Smith que o Titanic teria apenas mais umas duas horas de vida. Nesse momento surge um mistério que é a razão desse assunto estar sendo tratado em uma página de astronomia. No momento do lançamento dos fogos de ajuda observou-se ao horizonte uma luz que julgou-se ser um navio. Muitas pessoas imaginaram que em pouco tempo um vapor iria resgatá-las. Isso não aconteceu e observou-se o navio se afastando até desaparecer no horizonte. Por causa desses relatos o comandante do Californian, que se julgava esse vapor, foi execrado por não ter prestado ajuda aos náufragos. De fato, o Californian com o Carpathia e o Mount Temple foram os vapores que procuraram por sobreviventes na manhã seguinte. O Carpathia levou os sobreviventes até o porto de Nova Iorque."
O Carpathia, que levou os sobreviventes para Nova Iorque
" 45 minutos depois da colisão com o iceberg Rowe telefonou para a ponte e o oficial Boxhall respondeu. Rowe disse que ele havia visto o escaler 7 na agua. Boxhall ficou surpreso porque não sabia que a ordem de baixar escaleres havia sido dada. Ele instruiu Rowe para levar os fogos de artifício para a ponte. Boxhall teria visto as luzes de um barco nesse momento e o Capitão Smith deu permissão para o lançamento dos fogos. O primeiro fogo foi lançado as 00:45 e então de 5 em cinco minutos. Entre esses lançamentos Rowe e Boxhall tentaram usar uma lanterna morse. O navio teria sido visto na direção traseira direita do navio. Rowe afirmou que dois pontos indicavam a traseira de um navio a distância de 5 milhas "
Essa direção coincide com a posição do Californian se considerarmos a direção original do Titanic e o fato de que ele virou para o Sul cerca de 90 graus. Podemos perceber a enorme coincidência de horários entre o por do Sol de Marte, no azimute 305 graus, e o momento em que os tripulantes do Titanic teriam visto o navio desaparecendo no horizonte. Como sabemos hoje o Californian estava a mais de 20 milhas náuticas do Titanic e em um azimute de algo como 340 graus. Não podia ser ele, a distância era grande demais. O Titanic trafegava no azimute 266 graus a 21.6 nós. A posição de Marte era exatamente a frontal direita do navio. Visto do Titanic, Marte e o Californian estavam em posições próximas. O Californian estava atracado para aguardar o dia seguinte. Como os marinheiros do Titanic o viram sumir no horizonte ?
Pelo menos para mim estou convencido de que, no afã da situação desesperadora, os marinheiros confundiram o planeta vermelho que, naquele momento, estava se pondo no horizonte, levando com ele a esperança de milhares de pessoas.
O problema é, de fato, mais complexo, pois envolve testemunhas do Californian. O Comandante do Californian foi execrado. Parece que foi apenas um engano, ele estava longe demais para ver o Titanic ? O livro de Gardiner "The Riddle of Titanic" explora bem os testemunhos. Serão só coincidências ? O que voce acha ? A direção do Californian era parecida com a de Marte... O horário batia exatamente com o ocaso do planeta.
Vemos aqui um desenho dos posicionamentos dos navios e dos angulos envolvidos.
O Titanic vinha da direita, o Carpathia de baixo.
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OS GRANDIOSOS NÚMEROS DO TITANIC
- O Titanic tinha 270 metros de comprimento e pesava 46.329 toneladas
- O navio foi construído em quase 3 anos e custou aproximadamente 450 milhões de dólares
- 2.227 foi o número de passageiros à bordo na viagem inaugural do navio
- A banda que tocou até o momento final do naufrágio era composta por 8 músicos
- Para a alimentação de todos os passageirosforam levados, entre outros alimentos, cerca de 40.000 toneladas de batatas, 3 toneladas de manteiga, 20.000 garrafas de cerveja e 15.000 garrafas de água mineral
- No dia da colisão, o comandante recebeu 6 mensagens de aviso de iceberg de outros navios
- O Titanic levava 3.560 coletes salva-vidas individuais e apenas 20 barcos
- A parte da frente do navio levou 6 minutos para ir do nível da água ao fundo do mar. A de trás submergiu em 12 minutos
- 1.522 pessoas morreram na catástrofe
Curiosidades
- Dos 20 casais em lua-de-mel à bordo, somente um escapou.- O primeiro filme sobre o acidente foi "Saved from the Titanic", lançado em 14 de maio de 1912, um mês após o acidente, e foi estrelado por Dorothy Gibson, uma sobrevivente.
- O Iceberg não abriu um rasgo no casco do Titanic mas várias perfurações.
- Embora não tivessem tido ajuda para chegar ao convés de botes, os passageiros da terceira classe não foram presos em suas cabines durante o naufrágio.
- A rota seguida pelo Titanic foi alterada em 176 quilômetros para o sul logo após o acidente, sendo alterada posteriormente para 434 quilômetros ao sul da rota seguida pelo Titanic, aumentando o tempo da viagem em 14 horas.
- Apesar do Titanic levar mais botes salva-vidas que o exigido pela lei inglesa na época, segundo a qual navios de mais de 10,000 toneladas deviam levar no mínimo 16 botes salva-vidas, em tratado internacional de 1914 determinou que todos os navios deveriam levar botes suficientes para todas as pessoas a bordo, exercícios deveriam ser feitos e a tripulação deveria ser treinada devidamente. A partir de então, todos os navios de passageiros passaram a ser monitorados por telégrafo. Formou-se a patrulha do gelo, com a função de monitorar os icebergs e desenvolver pesquisas sobre o comportamento do gelo em altas latitudes.
- No final da década de 60, as enormes estruturas que abrigaram o Titanic, o Olimpic e o Britannic durante sua construção são demolidas e, no lugar, é construído um estacionamento.
- Em 1o de Setembro de 1985, a expedição franco-americana liderada por Robert Ballard encontra o Titanic e fotografa seus destroços a 3.797 m de profundidade.
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Dados técnicos
Porto de registro: LiverpoolClasse: Olympic
Data de lançamento: 31de Maio de 1911
Data de conclusão: 2 de Abril de 1912
Início da viagem: 12h65, Quarta-feira, 10 de Abril de 1912
Custo para construir na época: 1,5 milhões de libras (7.5 milhões de dólares)
Custo hoje: US$ 400 milhões
Comprimento: 269,06 m
Largura: 28,2 m
Altura total: 53,34 m (19 andares)
Altura acima da linha d'água até convés de botes: 18,44 m (6,5 Andares)
Altura da quilha até a ponte: 30,48 m (11 Andares)
Altura das 4 chaminés: 22,25 m (8 Andares)
Anteparas principais: 15
Tonelagem bruta: 46.328 toneladas
Deslocamento: 66.000 toneladas
Rebites: 3 milhões (1.200 toneladas)
Espessura do casco: 2,54 cm
Âncoras: 2 (15 toneladas cada)
Peso do leme: 101 toneladas (formado por 6 partes diferentes) Velocidade máxima: 24 a 25 nós (43.2 a 45 km/h) - nunca atingida
Hélices: 3 (central, com 4.87 m de diâmetro; estibordo e bombordo, com 7.01 m de diâmetro)
Caldeiras: 24 com saída dupla e 5 com saída simples
Fornos: 159
Quantidade de carvão embarcado: 5.892 toneladas
Consumo de carvão: 825 tons / dia
Motores: 2 motores alternados de 4 cilindros para as hélices de bombordo e estibordo; 1 turbina para a hélice central. Peso total: 600 tons cada
Geradores Elétricos: 4 de 400 kw, gerando 16.000 ampares e 100 V
Salva-Vidas
Botes: 20 (Total). Todos com sistema de desengate Murray para soltar ambos os lados juntos:14 botes de madeira: 9,14 m (comprimento), 2,77 m (largura) e 1,2 m (profundidade). Capacidade para 65 pessoas. - 2 escaleres de madeira:- 7,68 m (comprimento), 2,19 m (largura) e 0,91 m (profundidade). Capacidade para 40 pessoas.
4 botes desmontáveis Englehardt: 8,34 m (comprimento), 2,43 m (largura) e 0,91 m (profundidade). Capacidade 47 pessoas.
Capacidade total: 1.178 pessoas
Coletes: 3.560
Bóias: 49
Passagens (em dólares)
Suíte da Primeira Classe: 4.350 na época (hoje, 50.000)Camarote da Primeira Classe: 150,00 por pessoa (hoje, 1.724)
Segunda Classe: 60 (hoje, 689,66)
Terceira Classe: 15 a 40 por pessoa (hoje, 172,41 a 459,77)
*Sujeito à mudanças
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Considerado o símbolo da tecnologia do século XX, o Titanic batia todos os outros grandes barcos dos anos 20 com seu luxo e estrutura.
Medindo 270 metros de comprimento, o navio tinha, entre outras coisas, campos de squash, piscina, sala escura para fotógrafos e elevadores. O famoso restaurante, chamado de 'Café Parisiense', era decorado ao estilo jacobino, com colunas douradas e objetos de prata finamente fabricados. O barco estava equipado, também, com o sistema Marconi, a mais nova forma de comunicação sem-fios da época.
O navio zarpou com 2.227 pessoas a bordo entre homens, mulheres e crianças, sob o comando do experiente capitão Edward J. Smith, que realizaria sua última viagem antes de se reformar. Os passageiros da terceira classe eram, na maioria, imigrantes que iam para a América em busca de uma chance de trabalho ou fugindo de um passado difícil em seus países.
O Capitão Edward J. Smith
Após a última parada em Queenstown, o navio seguiu viagem pelos mares do Atlântico. Para passar o tempo, alguns passageiros se divertiam dançando ao som da banda, outros faziam apostas sobre a data de chegada a Nova Iorque.
A viagem transcorreu calma durante os quatro dias. Mesmo recebendo avisos de outros navios sobre a existência de icebergs pelo caminho, o capitão Smith não se importou e dizia que o navio era grande demais para ser abatido por um iceberg. Ao contrário, a embarcação continuou navegando em sua velocidade máxima (40km/h) porque, além de ser chamado o mais luxuoso e indestrutível navio existente, os construtores queriam também que ele fosse considerado o mais rápido. Para tanto, deveria alcançar Nova Iorque em menos de uma semana, tempo previsto para a chegada.
Na noite do dia 14 de abril, o comandante Smith já tinha ido dormir e pedira ao 1º oficial, William Murdoch, que assumisse o seu posto e o avisasse de qualquer imprevisto que ocorresse. Por volta de 23h20, o sino do cesto dos vigias tocou três vezes, indicando que algo estava no caminho do Titanic. Murdoch conseguiu ver que surgia à frente do navio uma massa escura de gelo. A ordem foi que se virasse ao máximo a estibordo e se fizesse marcha à ré a toda potência. Entretanto, a medida não foi suficiente para evitar o encontro entre o barco e o iceberg. Parte da massa de gelo arranhou o casco da embarcação sob a linha de água, abrindo pequenos cortes e buracos em seis compartimentos estaques da proa, que foram invadidos pela água.
O desespero de tentar se salvar fez com que os primeiros botes saíssem sem a sua capacidade total. Ao final, apenas 705 passageiros conseguiram se salvar. Às 2h20 da manhã do dia 15 de abril, o Titanic submergiu completamente. Os sobreviventes foram resgatados pelo navio Carpathia, da Cunard (que se transformaria na maior rival da White Star Line e a absorveria, tempos depois).
O número de botes salva-vidas não era suficiente
para salvar todos os passageiros
Historiadores tentaram responder a essa pergunta, recuperando os acontecimentos que levaram à tragédia do Titanic. Há diversas justificativas para a catástrofe como as condições desfavoráveis do tempo e os defeitos no design e na construção do navio.
A visibilidade dos icebergs localizados no Atlântico Norte foi prejudicada pelo rigoroso frio do inverno de 1912 e pela calmaria dos mares polares. Além disso, a falha de nenhum vigia possuir binóculos a bordo, a capacidade de a água passar facilmente de um compartimento ao outro - devido à baixa altura das divisões entre eles - e a fragilidade do aço utilizado na construção da estrutura do barco - que era o de mais baixa qualidade da época - facilitaram o choque com o iceberg.
Outros motivos salientados pelos historiadores que facilitaram a ocorrência da tragédia foram o despreparo da tripulação em situações de risco, a falta de testes do navio em sua velocidade máxima (40 km/h) e o fato de os operadores do rádio de transmissão ignorarem os avisos de outros barcos sobre a existência de geleiras no caminho.
A descoberta dos destroços
Em 1985, o explorador Robert Ballard encontrou o lugar do naufrágio do Titanic no fundo do Oceano Atlântico. O que restou do navio está localizado a mais de 3,5 quilômetros de profundidade, abaixo da ilha canadense de Newfoundland.O Titanic tem se deteriorado com o passar dos anos - a maior parte da madeira, por exemplo, foi comida por moluscos. Entretanto, para o explorador marinho, as ações do homem têm acelerado ainda mais esse processo. As constantes viagens ao destroços do navio, com equipamentos e plataformas pesados, danificam sua estrutura. Além dos 'caçadores de troféus' que, desde a descoberta do local exato do naufrágio, já retiraram cerca de 6 mil objetos do fundo do mar.
Em 2001, no intuito de diminuir o impacto da ação humana na destruição do Titanic, a agência do governo norte-americano responsável pelo estudo dos oceanos aconselhou que as atividades de visitação e busca na área interagissem o mínimo possível com o navio e os artefatos que afundaram com ele.
OS GRANDIOSOS NÚMEROS DO TITANIC
O Titanic tinha 270 metros de comprimento e pesava 46.329 toneladasO navio foi construído em quase 3 anos e custou aproximadamente 450 milhões de dólares
2.227 foi o número de passageiros à bordo na viagem inaugural do navio
A banda que tocou até o momento final do naufrágio era composta por 8 músicos
Para a alimentação de todos os passageiros foram levados, entre outros alimentos, cerca de 40.000 toneladas de batatas, 3 toneladas de manteiga, 20.000 garrafas de cerveja e 15.000 garrafas de água mineral
No dia da colisão, o comandante recebeu 6 mensagens de aviso de iceberg de outros navios
O Titanic levava 3.560 coletes salva-vidas individuais e apenas 20 barcos
A parte da frente do navio levou 6 minutos para ir do nível da água ao fundo do mar. A de trás submergiu em 12 minutos
1.522 pessoas morreram na catástrofe
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"Titanic" em Southampton, 2 de Abril de 1912
No começo de 1900, duas grandes companhias inglesas - a Cunard Line e a British White Star Line - disputavam palmo a palmo a supremacia no Atlântico Norte no transporte de passageiros e quem realizava a travessia mais rápida. A White Star Line viu a sua rival transpor o Atlântico com imensos navios transatlânticos até 1909. Teve início nos estaleiros da Harland & Wolff, em Belfast (Irlanda), a construção de um trio de navios gigantes. Os denominados Olympic, Titanic e Gigantic seriam os maiores navios já construídos pelo homem. Os dois primeiros foram construídos em paralelo e o Olympic foi o primeiro a ficar pronto (1911), seguido pelo Titanic (1912), e pelo Gigantic batizado como Britannic (1915).
Comparação do Titanic com outros transportes
Descrição do Titanic
Os números ostentados pelo Titanic inundavam a imprensa da época, voraz por informações sobre o colosso dos mares: 268,25 metros de comprimento; 28,05 metros de largura; 4 chaminés com 19,81 metros de altura por 6,71 metros de diâmetro; 29 caldeiras para produzir vapor; uma turbina a vapor de baixa pressão; 2 motores a vapor com inversão de giro; 20 botes salva-vidas; 3 hélices, um central no meio do leme e uma em cada lado do casco; 3 560 coletes salva-vidas; 9 conveses; 1 piscina; 1 quadra de squash; banhos turcos; biblioteca para 1ª e segunda classe; e 15 anteparas de 1/2 polegadas de espessura que dividiam o casco do navio em 16 compartimentos estanques.Essa divisão do casco em 16 compartimentos estanques, separados por anteparas ermeticamente fechadas por portas a prova de água, que eram fechadas com o acionamento de um botão na cabine de comando do navio, deram ao Titanic o título de "insubmergível". Era tanta a autoconfiança do engenho humano que os jornais da época afirmaram que "Nem Deus poderia afundar esse navio". ". Talvez um presságio para o que viria a acontecer.
Depois que seu casco foi lançado ao mar em uma enorme cerimônia em 1910, o Titanic passou mais de 1 ano sendo equipado com o que havia de mais moderno e luxuoso para a época. Os 735 passageiros da 1ª classe poderiam usufruir de mobiliário e suítes de luxo nunca vistas até então em um navio. Aos 674 passageiros da 2.ª classe não faltou comodidade e conforto. E nem mesmo aos 1 024 passageiros da 3.ª classe faltou conforto. As cabines da 3ª classe eram equipadas com beliches e lavatórios, algo inédito para navios da época.
A Viagem Fatídica
A 10 de Abril de 1912, o RMS (Royal Mail Steamship - Navio-vapor real do correio) Titanic zarpa de Southampton (Inglaterra), com destino a Cherbourg (França). Já avançava a noite de 10 de Abril quando o Titanic ancora as margens de Cherbourg. Não foi possível ir até o cais pois não havia profundidade suficiente para acomodar o casco do Titanic. Os passageiros foram trazidos a bordo através da barca Nomadic da própria "White Star Line". Aqui, os últimos passageiro de renome mundial embarcaram no navio, juntamente com alguns imigrantes.Na manhã de 11 de Abril, o Titanic ancora as margens de Queenstown (Irlanda), para receber seus últimos passageiros. As únicas fotos a bordo do Titanic foram tiradas por passageiros que desembarcaram em Cherbourg e em Queenstown. Às 14h00, o navio segue viagem para Nova Iorque (EUA), com 1 316 passageiros e 891 tripulantes. Durante os próximos 3 dias a viagem seria tranquila e sem nenhum transtorno extra para os mais de 2 200 passageiros e tripulantes do navio. Trabalho extra somente para os operadores do rádio-telégrafo. Um serviço disponível aos passageiros que ficavam enviando e recebendo mensagens para seus parentes na América e Europa.
Primeira página do The New York Herald sobre o acidente
O Capitão Smith era um renome entre os capitães da época. Seu curriculum era invejado por muitos. Só aceitou comandar o Titanic nessa viagem pois iria se aposentar e queria encerrar sua carreira com chave de ouro. O Capitão Smith anteriormente tinha comandado o Olympic, o primeiro irmão do Titanic. Muitos oficiais do Olympic foram deslocados para a primeira viagem do Titanic. Junto nessa primeira viagem, seguiram o Presidente da White Star Line, Bruce Ismay, e o Engenheiro-chefe da construção do navio, Thomas Andrews.
Ao anoitecer de 14 de Abril, o Capitão Smith mandou reforçar a vigia no mastro de proa (frente do navio), e fornecer a eles binóculos. Esses equipamentos não foram encontrados e os vigias tiveram que fazer o seu trabalho apenas com a sua visão. O Capitão Smith retirou-se para seus aposentos e deixou no comando na cabine, o seu Imediato, William Murdoch. A noite estava fria e calma, sem ondelação e sem vento.
Somente a luz das estrelas e do Titanic iluminavam a escuridão. Às 22h30, a tempratura da água do mar estava gélida, cerca de 0,5º abaixo de zero, o suficiente para matar por hipotermia uma pessoa em apenas 20 minutos.
As 23h20, um dos vigias do mastro, Frederick Fleet, avistou uma sombra mais escura que o mar a frente. A imensa sombra cresceu rapidamente e revelou-se em um imenso iceberg na direção ao navio.
Imediatamente o pânico deu lugar aos reflexos e o vigia tocou o sino de alerta do mastro 3 vezes e ergueu o comunicador para falar com a ponte de comando. Preciosos segundos se perderam até que o comunicador foi atendido e o vigia gritou "Iceberg logo à frente". O primeiro oficial que ouvira e vira a imensa massa de gelo na direção ao navio, entrou na ponte de comando. Gritou ordenando ao timoneiro "tudo a estibordo", e à casa de máquinas, "toda a velocidade para trás". Na ponte de comando e no mastro de proa, os tripulantes só observavam inertes o imenso iceberg vindo de encontro ao navio.
Na casa das máquinas, a correria foi grande. O vapor que estava sendo deslocado para os motores tinha de ser fechado, a fim de parar os pistões. Nas salas de caldeiras, os carvoeiros que tiveram que parar de alimentar as fornalhas e abrir os abafadores das caldeiras. Quando os enormes pistões estavam quase parando, uma alavanca na base dos motores fora acionada para reverter os giros das hélices centrais, e então as válvulas tiveram que ser novamente acionadas para liberar o vapor para entrar nos motores que começaram a girar no contrário. O hélice central assim que fora acionado o reverso dos motores parou de funcionar, pois este não era acionado pelos motores do navio, mas por uma turbina que era alimentada pela sobra do vapor dos motores.
A Colisão
A proa do navio começa a deslocar-se do Iceberg, 37 segundos após o avistamento do Iceberg, não evita a colisão. A colisão ocorre às 23h20, na Latitude 41º 46´N e Longitude 50º 14´W. Arestas do Iceberg fazem um rasgão de 90 metros no casco deixando abertos os 6 compartimentos estanques. Apenas 20 minutos depois, o convés já tinha começado a inclinar-se.Mapa do Local de afundamento do Titanic
Com a sacudida provocada pela colisão, muitos acordaram. O Capitão Smith dirigiu-se imediatamente para a ponte de comando e fora informado do ocorrido. Ordenou imediatamente a paragem total dos motores. Com a parada dos motores, um barulho ensurdecedor fora ouvido na área externa do navio, devido à grande quantidade de vapor que era expelido.
O Capitão Smith chamou o Engenheiro-chefe, Thomas Andrews, e solicitou um exame das avarias. Após alguns minutos, Andrews selou o destino do Titanic dizendo: "O navio vai afundar, temos menos de 2 horas para evacuar o navio". Bruce Ismay, Presidente da White Star Line e o Capitão Smith mostraram-se incrédulos com o relato. "O Titanic não pode afundar" - menciona Ismay - "é impossível ele afundar". Havia sido atingindo 5 compartimentos estanques. Com 4 compartimentos, o Titanic ainda conseguiria flutuar, mas o peso de 5 compartimentos cheios faziam a proa afundar e o navio perderia seu ponto de equilíbrio. A água do 6.º compartimento passaria para o 7.º compartimento, depois para o 8.º compartimento, e assim por diante.
Eventos após Colisão
Ilustração do afundamento do Titanic por Willy Stöwer
Às 0h05, o Capitão Smith reuniu os oficiais e informou do ocorrido. Solicitou que os passageiros fossem acordados e que se dirigissem ao convés de botes salva-vidas para serem evacuados. Sabiam que o número de botes era suficiente para apenas um 1/3 das pessoas a bordo, mas mesmo assim pediu para não haver pânico. Camareiros começaram a passar de cabine por cabine na 1ª classe e 2ª classe, acordando os passageiros, solicitando para colocarem os coletes salva-vidas e que se dirigissem para o convés de botes imediatamente. Enquanto isso, os passageiros de 3.º classe permaneciam reunidos e trancados no grande salão da 3.ª classe junto a popa (parte de trás do navio). Muitos passageiros revoltaram-se, e alguns se aventuraram pelos labirintos de corredores no interior do navio para tentar achar outra saída. Alguns conseguiram escapar com vida, mas muitos deles acabaram sepultados dentro do Titanic. A evacuação havia sido processada de acordo com as classes sociais que os passageiros pertenciam, valor até então aceito.
Às 0h31, os botes começaram a ser preenchidos com "mulheres e crianças primeiro". Os primeiros botes foram lançados sem ter a lotação máxima permitida. Alguns sobreviventes relataram que a sensação ao caminhar no convés de botes era como a de estar descendo um morro.
Como o navio que estava próximo não respondia nem aos sinais de telégrafo e nem aos sinais de lanterna, às 0h25, o Capitão Smith manda que fossem disparados os foguetes de sinalização. É arriado o primeiro bote salva-vidas n.º 7. A fim de evitar o pânico, o capitão solicitou que a orquestra de bordo viesse tocar junto ao convés dos botes para acalmar os passageiros. A tradição diz que a banda foi para o fundo tocar "Nearer My God to Thee". Segundo o testemunho do 2.º operador de TSF, estava tocando "Autumn", um hino episcopal.
Enquanto que nos primeiros botes tinha que se implorar para as pessoas entrarem, fazendo muitos deles descerem praticamente vazios, nos últimos, o tumulto já era visível. Relata-se em tiros para o alto para conter os mais afoitos. Faltando pouco mais de 2 botes para deixar o navio, os passageiros da 3.ª classe são liberados. Restava apenas esses 2 botes e os 2 desmontaveis que ficavam junto a base da primeira chaminé. A água gélida já invadia os convés dos botes, quando os botes desmontáveis conseguiram ser lançados.
Às 2h05, é arriado o último bote salva-vidas, o desmontavél "D". Às 2h60, é enviado o último sinal pelos telegrafistas. O Capitão Smith ordena "cada um por si" e não é mais visto por ninguém. Já com a proa mergulhada no mar e a água atingindo o convés de botes, o pânico é geral. Heróicamente, os operários da sala de eletricidade resistem até ao final para manter as luzes o quanto podem. Às 2h68, as luzes do navio falham.
A primeira chaminé não aguentando mais a pressão exercida sobre ela tomba na água, vítimando dezenas de pessoas nos convés e na água. A água gélida avança rápidamente, arrasando tudo pela frente. Muitos são sugados pelas janelas para dentro do navio pela força das águas. A popa do Titanic agora eleva-se fora da água mostrando suas imponentes hélices de bronze. Os que conseguem ainda caminhar arrastam-se para a o castelo de popa do navio. O navio parte-se em 2 partes. Enquanto a proa desce, ela inclina a popa, deixando-a "em pé". A popa flutua por uns dois minutos e começa a descer. As 2h20, o navio mergulha a pique nas profundezas do oceano.
Resgatados e Mortos
| Categoria | Resgatados | Mortos | ||
| Mulheres e crianças | Homens | Total | ||
| 1.ª Classe | 98% | 31% | 199 | 130 |
| 2.ª Classe | 87% | 16% | 119 | 166 |
| 3.ª Classe | 47% | 14% | 174 | 536 |
| Totais | – | 22% | 685 | 214 |
Resgate dos Sobreviventes
Dos botes, os passageiros assistem as sombras do navio afundando para sempre em meio a milhares de gritos de pavor. Mais de 1 500 pessoas estavam agora lançadas a água congelante. Após a popa sumir, alguns segundos de silêncio são seguidos por uma fina névoa branca acinzentada por sobre o local do naufrágio. Essa névoa fora provocada pela fuligem do carvão e pelo vapor que ainda havia no interior do navio. O silêncio que parecia imenso deu lugar a uma infinita gritaria por pedidos de socorro. Os que não tiveram a sorte de morrer durante o naufrágio agora lutavam para se manter vivos nas águas, tentando agarrar qualquer coisa que boiasse. Aos passageiros dos botes não restava nada a fazer a não ser esperar passivamente por socorro. Mas um bote não limitou-se esperar. O bote comandado pelo oficial Lowe aproximou-se de outro, transferiu seus passageiros e retornou ao local do naufrágio para recolher alguns possíveis sobreviventes. Praticamente todos já havia morrido de hipotermia. Apenas 6 pessoas foram resgatadas ainda com vida.Bote salva-vidas cheio de sobreviventesAs 4h60, de 15 de Abril de 1912, o navio Carpathia resgata o primeiro bote salva-vidas. No local, apenas duas dezenas de botes flutuando dispersos entre os destroços. Assim que os primeiros raios de Sol surgiram no horizonte, outros navios começaram a chegar na área do naufrágio. Dentre eles, o Californian. Mas nada mais havia a fazer a não ser resgatar os corpos que boiavam. A recolha dos último salva-vidas aconteceu às 8h30. O Carpathia ruma a Nova Iorque com os sobreviventes pelas 8h50. Das 2 223 pessoas a bordo, apenas 706 foram resgatadas. Mais de 1 500 morreram.
Depois disso, o nome Titanic, era símbolo da maior tragédia marítima da História. O Capitão Smith e o Engenheiro-chefe Thomas Andrews permaneceram no navio. No entanto, Bruce Ismay, Presidente da White Star Line, embarca num dos últimos botes que deixava o navio. A sociedade da época nunca ira perdoá-lo por esse feito.
Conclusões dos Relatórios de Inquérito
Para a Comissão de Inquérito dos EUA foram 1517 vítimas, para a Câmara de Comércio Britânica foram 1503 vítimas, enquanto para a Comissão de Inquérito Britânnica ficou pelas 1490 vítimas. O número da Câmara de Comércio Britânica parece o mais convincente, descontado o fogueiro Joseph Coffy e o cozinheiro Will Briths Jr., que desertaram em Queenstown e o engenheiro em comunicações Rodrigo Araújo que desembarcou em Southampton. Dois inquéritos posteriores viriam a julgar os culpados pela tragédia um inglês e quatro americanos. Com a perda do Titanic das centenas de pessoas dessa tragédia as leis que regiam a construção de transatlânticos foram alteradas. Telegrafistas teriam que ser deixados de plantão durante a noite. A Patrulha Internacional do Gelo fora criada para monitorar, alertar e até destruir Icebergs que venham a oferecer riscos a navegação.Proa do Titanic no fundo do mar
Localização dos Destroços
Somente nos fim de 1970 e começo de 1980, um empresário americano patrocinou diversas expedições para tentar localizar o navio. Nenhuma delas teve exito. Somente em 1985, numa expedição oceanográfica franco-americana, o Dr. Robert Ballard descobriu os destroços do Titanic submersos a 3 600 mil metros (ou 12 600 pés) de profundidade, a 153 km ao Sul dos Grandes Bancos de Newfoundland. A notícia correu o mundo. Ele passou a ser conhecido como "O Descobridor do Titanic". Retornou ao local em 1986, com uma equipe de filmagem da "National Geographic Society" para fazer as primeiras filmagens do transatlântico após 73 anos. Desde então, a empresa "RMS Titanic, Inc" obteve os direitos de realizar operações de salvamento no local e recuperou mais de 6 mil artefatos do navio. Diversas empresas de turismo e produtoras de filmes, também visitaram o local em veículos submergíveis tripulados. O Dr. Ballard retorna ao Titanic em 2004, para averiguar os danos que o navio sofreu desde o seu descobrimento (1985-2004). Constatou a aceleração da deterioração da estrutura do navio. Concluíu ainda que os danos provocados pelas inúmeras expedições e visitas ao local, só serviram para danificar o sítio arqueológico do Titanic.Regras Oficiais do Atletismo parte 2
1. Quando controles de dopagem forem realizados pela IAAF, uma Filiada ou uma Associação de Área de conformidade com estas Regras Antidopagem e Guia de Procedimentos, toda Federação deverá reconhecer os resultados de tais controles de dopagem. Além disso, quando decisões forem tomadas pela IAAF ou uma Federação com relação à falha nestas Regras Antidopagem, toda Federação Filiada deverá reconhecer tais decisões e deverá tomar todas as ações necessárias para tornar tais decisões efetivas
2. O Conselho pode, em nome de todas as Filiadas, reconhecer os resultados dos controles de dopagem realizados por um órgão esportivo , outro que não a IAAF, quer nacional, regional, continental ou internacional, ou por um membro daquele órgão desportivo, ou por qualquer governo ou agência governamental, sob regras e procedimentos diferentes daqueles da IAAF, se estiver convencido de que o controle foi realizado de forma correta e se as regras do órgão que realizou tais testes oferecem proteção suficiente para os atletas.
3. O Conselho pode delegar sua responsabilidade pelo reconhecimento de resultados de controles de dopagem sob a Regra 43.2 acima para o Painel de Revisão de Dopagem ou outra pessoa ou órgão conforme considere apropriado.
4. Se o Conselho (ou sua indicação sob a Regra 43.3) decidir que o resultado de um controle de dopagem realizado por um órgão esportivo, exceto a IAAF, ou por um governo ou agência governamental, seja reconhecido, então será considerado que o atleta cometeu uma falta a Regra pertinente e estará sujeito aos mesmos procedimentos disciplinares e sanções como uma violação correspondente a estas Regras Antidopagem. Todas as Filiadas deverão tomar todas as ações necessárias para assegurar que qualquer decisão com relação a uma violação da regra antidopagem em tal caso seja efetiva.
ESTATUTO DE LIMITAÇÕES
1. A menos que de outro modo estabelecido em uma Regra ou Regulamento específico (por exemplo, em relação a disputas originadas no campo da competição), todas as disputas surgidas sob estas Regras deverão ser resolvidas de conformidade com as provisões estabelecidas abaixo.
Disputas envolvendo atletas, equipe der apoio ao atleta e outras pessoas
2. Toda Federação Filiada deve incorporar em sua constituição uma provisão que, a menos que especificado de outro modo em uma Regra ou Regulamento específico, todas as disputas envolvendo atletas, equipe de apoio ao atleta ou outras pessoas sob sua jurisdição, de qualquer forma surjam, relacionadas à dopagem ou não, devem ser submetidas a uma audiência perante o órgão pertinente constituído para realizar a audiência ou de outro modo autorizado pela Filiada. Tal audiência deverá respeitar os seguintes princípios: uma audiência oportuna perante um órgão uma audiência justa e imparcial, o direito do indivíduo de ser informado da acusação contra ele, o direito de apresentar evidência, incluindo o direito de ser chamado e interrogar testemunhas, o direito de ser representado por conselho legal e um intérprete (a custa do indivíduo) e uma decisão oportuna e razoável por escrito. Quando tais disputas surgirem em um contexto não disciplinar, o órgão pertinente para audiência deverá ser constituído como um painel de arbitragem.
3. No caso de uma falha nas violações da regra antidopagem no Capítulo 3 acima, a Federação deverá aplicar os procedimentos disciplinares estabelecidos na Regra 38. A Filiada deverá informar a IAAF por escrito da decisão tomada dentro de 5 dias úteis da decisão ter sido feita (e deverá enviar uma cópia das razões para tal decisão por escrito em Inglês ou Francês).
4. Na caso de uma falta alegada na Regra 22 acima relacionada à Inelegibilidade em Competições Internacionais e Doméstica (exceto no caso da quebra da Regra 22.1(e)), a Filiada deverá aplicar os procedimentos disciplinares especificados abaixo:
Disputas entre a Federação e a IAAF
6. Cada Federação deverá incorporar uma provisão em sua constituição que, a menos que de outro modo estabelecido em uma Regra ou Regulamento especifico, todas as disputas que surgirem entre uma Filiada e a IAAF deverão ser referidas ao Conselho. O Conselho deverá determinar um procedimento para adjunção da disputa dependendo das circunstâncias do caso em questão.
7. No caso em que a IAAF queira suspender uma Filiada por uma ruptura nas Regras, deverá ser enviada para a Filiada primeiro uma notificação por escrito dos motivos para suspensão e deverá ser dado uma oportunidade razoável para ser ouvida sobre a questão de conformidade com os procedimentos estabelecidos no artigo 14.10 da Constituição.
Disputas entre Filiadas
8. Cada Filiada deverá incorporar uma provisão em sua Constituição que todas as disputas com outras Federações devem ser referidas ao Conselho. O Conselho deverá determinar um procedimento para adjunção dependendo das circunstâncias do caso em questão.
Apelações
9. Todas as decisões sujeitas a apelações sob estas Regras, relacionadas a dopagem ou não, podem ser apeladas ao CAS de conformidade com as provisões estabelecidas abaixo. Tais decisões deverão permanecer em efeito enquanto sob apelação, a menos que determinado de outro modo (ver Regras 60.23-24 abaixo).
10. Os seguintes são exemplos de decisões que podem ser sujeitas a apelação sob estas Regras:
12. Nos casos não envolvendo atletas com Nível Internacional (ou suas equipes de apoio a atleta) ou que não surgiram em uma Competição Internacional, quer relacionadas a dopagem ou não, a decisão do órgão pertinente da Filiada pode (a menos que se aplique a Regra 60.17) ser apelado ao órgão nacional de revisão de conformidade com a Regra 60.15. Cada Filiada deverá ter um lugar na apelação em nível nacional que respeite os seguintes princípios: uma audiência oportuna perante um órgão para audiência justa, imparcial e independente, o direito de ser representado por conselho legal e intérprete (a custa do apelante) e uma decisão oportuna e razoável por escrito. A decisão do órgão nacional de revisão pode ser apelada ao CAS em conformidade com a Regra 60.16.
OFICIAIS INTERNACIONAIS
Em competições organizadas sob a Regra 1.1 (a) e (b), deverão ser indicados, em nível internacional, os seguintes dirigentes:
Em competições organizadas sob a Regra 1.1 (a):
A seleção de pessoas conforme as letras (a), (b), (c), (d) e (j) é feita pelo Conselho da IAAF.
A seleção de pessoas conforme a letra (e) é feita pelo Conselho da IAAF a partir dos Membros do Painel de Oficiais Técnicos Internacionais e de Oficiais Internacionais de Cross Country, Corrida de Rua e Corrida em Montanha da IAAF, respectivamente. A seleção de pessoas conforme a letra (f) é feita pelo Conselho da IAAF, a partir dos Membros do Painel Internacional de Árbitros de Marcha Atlética da IAAF.
As despesas de passagens de cada oficial indicado pela IAAF ou Associação de Área, segundo esta Regra ou segundo a Regra 3.2 serão pagas individualmente pelos organizadores da competição não mais que catorze dias antes da partida para o local. Em casos envolvendo vôos com mais de mil e quinhentas milhas, serão pagas passagens em classe executiva. As despesas com acomodação também serão pagas pelos organizadores não mais que no final do campeonato ou a sessão final do Atletismo nos Jogos ou no dia do meeting se a competição for de um dia.
A seleção das pessoas segundo a letra (g) é feita pelo(s) Delegados Técnicos, entre os membros do Painel de Medidores Internacionais de Corridas de Rua da IAAF/AIMS. A seleção de pessoas segundo a letra (h) é feita pelos Delegados Técnicos dentre os membros do Painel de Árbitros Internacionais de Partida da IAAF.
A seleção de pessoas segundo a letra (i) é feita pelos Delegados Técnicos, dentre os membros do Painel de Árbitros de Photo-Finish da IAAF.
O Conselho da IAAF aprovará os critérios de seleção, qualificação e deveres dos dirigentes acima mencionados. As Federações filiadas a IAAF terão o direito de sugerir pessoas qualificadas para a seleção.
Em competições organizadas sob a Regra 1.1 (b) estas pessoas serão selecionadas pelas respectivas Associações de Área. No caso de Oficiais Técnicos de Área e de Árbitros de Marcha Atlética de Área, a seleção será feita pela respectiva Associação de Área de sua própria lista de Oficiais Técnicos de Área e de Árbitros Marcha Atlética de Área.
Para competições organizadas segundo a Regra 1.1 (a) e (f), a IAAF pode indicar um Comissário de Propaganda. Para competições segundo a Regra 1.1 (b), (d) e (g), qualquer indicação desse tipo será feita pela Associação de Área pertinente, para competições segundo a Regra 1.1 (c) pelo órgão competente e para as competições segundo a Regra 1.1 (e) e (h) pela Filiada da IAAF pertinente. Nota: Os Oficiais Internacionais deverão usar uniformes que os identifiquem.
DELEGADOS DE ORGANIZAÇÃO
Os Delegados de Organização deverão manter sempre uma estreita ligação com o Comitê Organizador e informar regularmente ao Conselho da IAAF, e tratarão, quando necessário, de questões concernentes aos deveres e responsabilidades financeiras do Comitê Organizador e da Federação Organizadora. Eles deverão cooperar com o(s) Delegado(s) Técnico(s).
DELEGADOS TÉCNICOS
Os Delegados Técnicos, juntamente com o Comitê Organizador, cujos membros deverão propiciar-lhes toda ajuda necessária, são responsáveis em assegurar que todas as providências técnicas estejam em completa conformidade com as Regras Técnicas da IAAF e o Manual de Instalações de Pista e Campo da IAAF. Os Delegados Técnicos apresentarão à entidade apropriada, propostas para o programa-horário das provas, os índices para participação, bem como os implementos a serem utilizados, e também determinarão os índices para as provas de campo, e as bases nas quais as séries e rodadas de qualificação serão realizadas para os eventos de pista.
Eles deverão assegurar-se de que os regulamentos técnicos serão enviados em tempo hábil a todas as Filiadas participantes antes da competição. Os Delegados Técnicos serão responsáveis por todos os outros preparativos técnicos necessários para a realização dos eventos atléticos. Eles deverão controlar as inscrições e terão direito de rejeitá-las por razões técnicas ou de conformidade com a Regra 146.1. (A rejeição por razões que não sejam técnicas devem resultar de um regulamento da IAAF ou do Conselho de Área apropriado). Eles deverão providenciar as séries e as rodadas de qualificação e os grupos para as provas combinadas.
Os Delegados Técnicos deverão apresentar relatórios por escrito, como apropriado, sobre os preparativos para a competição. Eles deverão cooperar com os Delegados de Organização. Nas competições segundo a Regra 1.1 (a), (b), (c), os Delegados Técnicos dirigirão o Congresso Técnico e orientarão aos Oficiais Técnicos.
DELEGADO MÉDICO
O Delegado Médico terá autoridade final sobre todos os assuntos médicos. Ele deverá assegurar que a estrutura adequada para exames, tratamentos e cuidados de emergência estarão disponíveis no local da competição e que poderá ser providenciada assistência médica onde os atletas estiverem hospedados. O Delegado Médico terá autoridade, também, para proceder exame para determinação do sexo de um atleta, se assim julgar conveniente.
INSPETORES (PROVAS DE CORRIDA E MARCHA ATLÉTICA)
Quando o inspetor observar que o atleta correu em uma raia diferente da sua, ou que a troca de bastão tenha sido realizada fora da zona de passagem, ele deverá imediatamente marcar a pista com material adequado onde a falta aconteceu.
ANUNCIADOR
O Anunciador deve transmitir ao público os nomes e os números dos atletas de cada prova, e todas as informações importantes tais como composição das séries, raias ou posições sorteadas e tempos intermediários. O resultado (colocações, tempos, alturas e distâncias) de cada prova deve ser anunciado o mais rápido possível, após o recebimento da informação. Em competições realizadas sob a Regra 1 (a), os Anunciadores de língua inglesa e francesa serão designados pela IAAF. Em conjunto com o Coordenador de Apresentação da Prova e sob a direção geral do Delegado de Organização e/ou do Delegado Técnico, esses Anunciadores serão responsáveis por todos os assuntos relacionados ao protocolo de anúncios.
AGRIMENSOR OFICIAL
O Agrimensor Oficial deverá verificar a exatidão das marcas e das instalações e entregar os certificados correspondentes ao Coordenador Técnico antes da competição. Ele deverá ter acesso a todas as plantas e especificações do estádio e aos relatórios da última medição para poder realizar a sua verificação.
ANEMOMETRISTA
O Anemometrista deve assegurar que o anemômetro esteja situado de acordo com a Regra 163.9 (provas de pista) e 184.5 (provas de campo). Ele deve verificar a velocidade do vento na direção da corrida nas provas apropriadas e então anotar e assinar a súmula com os resultados obtidos e comunica-la ao Secretário da Competição.
ÁRBITRO DE MEDIÇÕES ELETRÔNICAS
Um Árbitro de Medições deve ser indicado quando for usada medida eletrônica de distância. Antes do início da competição, ele reunir-se-á com o pessoal técnico envolvido e familiarizar-se-á com o equipamento. Antes da prova ele supervisionará o posicionamento dos instrumentos de medição, levando em consideração as exigências técnicas solicitadas pelo pessoal técnico. 40 Durante a competição ele deverá permanecer em total controle da operação. Ele entregará um relatório ao Árbitro Geral das Provas de Campo para certificar que o equipamento está preciso.
DESQUALIFICAÇÃO
2. O Conselho pode, em nome de todas as Filiadas, reconhecer os resultados dos controles de dopagem realizados por um órgão esportivo , outro que não a IAAF, quer nacional, regional, continental ou internacional, ou por um membro daquele órgão desportivo, ou por qualquer governo ou agência governamental, sob regras e procedimentos diferentes daqueles da IAAF, se estiver convencido de que o controle foi realizado de forma correta e se as regras do órgão que realizou tais testes oferecem proteção suficiente para os atletas.
3. O Conselho pode delegar sua responsabilidade pelo reconhecimento de resultados de controles de dopagem sob a Regra 43.2 acima para o Painel de Revisão de Dopagem ou outra pessoa ou órgão conforme considere apropriado.
4. Se o Conselho (ou sua indicação sob a Regra 43.3) decidir que o resultado de um controle de dopagem realizado por um órgão esportivo, exceto a IAAF, ou por um governo ou agência governamental, seja reconhecido, então será considerado que o atleta cometeu uma falta a Regra pertinente e estará sujeito aos mesmos procedimentos disciplinares e sanções como uma violação correspondente a estas Regras Antidopagem. Todas as Filiadas deverão tomar todas as ações necessárias para assegurar que qualquer decisão com relação a uma violação da regra antidopagem em tal caso seja efetiva.
ESTATUTO DE LIMITAÇÕES
1. Nenhuma ação disciplinar pode iniciar segundo estas Regras Antidopagem contra um atleta ou qualquer outra pessoa por uma violação da regra antidopagem contida nestas Regras Antidopagem a menos que tal ação inicie dentro de oito anos da data na qual a violação da regra antidopagem ocorreu.INTERPRETAÇÃO
1. As regras antidopagem são, por sua natureza, regras de competição que regem as condições sob as quais o esporte do Atletismo é realizado. Elas não são destinadas a serem sujeitas ou limitadas por solicitações e padrões legais aplicáveis a procedimentos criminais ou assuntos empregatícios. As políticas e padrões estabelecidos no Código são como uma base para a luta contra dopagem no esporte, e são aceitas pela IAAF nestas Regras Antidopagem, representam um consenso amplo daqueles com interesse em esporte justo e deveria ser respeitado por todas as cortes e órgãos judiciais.
2. Os vários títulos e sub-títulos usados nestas Regras Antidopagem são somente para conveniência e não devem ser considerados como parte substancial destas Regras Antidopagem ou afetar de qualquer maneira a linguagem das provisões a que elas se referem.
3. A Introdução e Definições no Capítulo 3 devem ser consideradas como parte integral destas Regras Antidopagem.
CAPÍTULO 4 - DISPUTAS
Geral1. A menos que de outro modo estabelecido em uma Regra ou Regulamento específico (por exemplo, em relação a disputas originadas no campo da competição), todas as disputas surgidas sob estas Regras deverão ser resolvidas de conformidade com as provisões estabelecidas abaixo.
Disputas envolvendo atletas, equipe der apoio ao atleta e outras pessoas
2. Toda Federação Filiada deve incorporar em sua constituição uma provisão que, a menos que especificado de outro modo em uma Regra ou Regulamento específico, todas as disputas envolvendo atletas, equipe de apoio ao atleta ou outras pessoas sob sua jurisdição, de qualquer forma surjam, relacionadas à dopagem ou não, devem ser submetidas a uma audiência perante o órgão pertinente constituído para realizar a audiência ou de outro modo autorizado pela Filiada. Tal audiência deverá respeitar os seguintes princípios: uma audiência oportuna perante um órgão uma audiência justa e imparcial, o direito do indivíduo de ser informado da acusação contra ele, o direito de apresentar evidência, incluindo o direito de ser chamado e interrogar testemunhas, o direito de ser representado por conselho legal e um intérprete (a custa do indivíduo) e uma decisão oportuna e razoável por escrito. Quando tais disputas surgirem em um contexto não disciplinar, o órgão pertinente para audiência deverá ser constituído como um painel de arbitragem.
3. No caso de uma falha nas violações da regra antidopagem no Capítulo 3 acima, a Federação deverá aplicar os procedimentos disciplinares estabelecidos na Regra 38. A Filiada deverá informar a IAAF por escrito da decisão tomada dentro de 5 dias úteis da decisão ter sido feita (e deverá enviar uma cópia das razões para tal decisão por escrito em Inglês ou Francês).
4. Na caso de uma falta alegada na Regra 22 acima relacionada à Inelegibilidade em Competições Internacionais e Doméstica (exceto no caso da quebra da Regra 22.1(e)), a Filiada deverá aplicar os procedimentos disciplinares especificados abaixo:
(a) A alegação deverá ser reduzida por escrito e encaminhada para a Federação na qual o atleta, equipe de apoio ao atleta ou outra pessoa é filiada, o qual deverá proceder de maneira oportuna para realizar uma investigação nos fatos do caso.5. Quando uma Federação delegar a condução de uma audiência a qualquer órgão, comitê ou tribunal (quer dentro ou fora da Federação), ou quando por qualquer outra razão, qualquer órgão nacional, comitê ou tribunal fora da Federação seja responsável por produzir para o atleta, equipe de apoio ao atleta ou outra pessoa sua audiência sob estas Regras, a decisão daquele órgão, comitê ou tribunal deverá ser considerada, para os propósitos da Regra 60.10 abaixo, ser a decisão da Filiada e a palavra "Federação" em tal Regra deverá então ser interpretada.
(b) Se, seguinte a tal investigação, a Filiada acreditar que há evidência para apoiar a alegação de inelegibilidade, a Federação deverá notificar, imediatamente, o atleta ou outra pessoa em questão da responsabilidade a ser trazida e do direito a uma audiência antes que qualquer decisão na inelegibilidade seja tomada. Se o atleta ou outra pessoa falhar em confirmar por escrito para a Filiada ou outro órgão pertinente dentro de 14 dias de tal notificação que ele deseja ter uma audiência, será considerado que ele renunciou ao seu direito a uma audiência e aceitou que cometeu uma falha nas provisões pertinentes da Regra 22.
(c) Se o atleta ou outra pessoa confirmar que deseja ter uma audiência, todas evidências pertinentes deverão ser dadas a pessoa cuja elegibilidade foi protestada e deverá ser realizada uma audiência respeitando os princípios estabelecidos na Regra 60.2 acima dentro do período de não mais que 2 meses seguintes à notificação prevista na Regra 60.4(b) acima. A Federação deverá informar a IAAF com a máxima brevidade conforme seja estabelecida uma data para audiência e a IAAF terá o direito de comparecer a audiência como observadora. O comparecimento da IAAF na audiência em tal capacidade, ou qualquer outro envolvimento no caso, não deverá afetar seu direito de apelar da decisão ao CAS de conformidade com a Regra 60.24 abaixo.
(d) Se o órgão pertinente para audiência da Federação, após ouvir as evidências, decidir que o atleta ou outra pessoa em questão tenha quebrado a Regra 22, ele deverá declarar a pessoa inelegível para competição internacionais e domésticas por um período estabelecido no Guia produzido pelo Conselho (ou a Federação deverá faze-lo se o atleta ou outra pessoa renunciou ao seu direito a uma audiência). Na ausência de tal Guia, o órgão pertinente para audiência deverá determinar o período apropriado da inelegibilidade da pessoa.
(e) A Federação deverá informar a IAAF por escrito da decisão dentro de 5 dias úteis da decisão ter sido tomada (e deverá enviar para IAAF uma cópia das razões escritas para a decisão).
Disputas entre a Federação e a IAAF
6. Cada Federação deverá incorporar uma provisão em sua constituição que, a menos que de outro modo estabelecido em uma Regra ou Regulamento especifico, todas as disputas que surgirem entre uma Filiada e a IAAF deverão ser referidas ao Conselho. O Conselho deverá determinar um procedimento para adjunção da disputa dependendo das circunstâncias do caso em questão.
7. No caso em que a IAAF queira suspender uma Filiada por uma ruptura nas Regras, deverá ser enviada para a Filiada primeiro uma notificação por escrito dos motivos para suspensão e deverá ser dado uma oportunidade razoável para ser ouvida sobre a questão de conformidade com os procedimentos estabelecidos no artigo 14.10 da Constituição.
Disputas entre Filiadas
8. Cada Filiada deverá incorporar uma provisão em sua Constituição que todas as disputas com outras Federações devem ser referidas ao Conselho. O Conselho deverá determinar um procedimento para adjunção dependendo das circunstâncias do caso em questão.
Apelações
9. Todas as decisões sujeitas a apelações sob estas Regras, relacionadas a dopagem ou não, podem ser apeladas ao CAS de conformidade com as provisões estabelecidas abaixo. Tais decisões deverão permanecer em efeito enquanto sob apelação, a menos que determinado de outro modo (ver Regras 60.23-24 abaixo).
10. Os seguintes são exemplos de decisões que podem ser sujeitas a apelação sob estas Regras:
(a) Quando uma Federação tomou a decisão que um atleta, equipe de apoio ao atleta ou outra pessoa cometeu uma violação da regra antidopagem.11. Nos casos envolvendo Atletas com Nível Internacional (ou suas equipes de apoio a atleta) ou surgir em uma Competição Internacional, ou envolver a sanção de uma Filiada pelo Conselho por uma ruptura das Regras, quer relacionadas a dopagem ou não, a decisão do órgão pertinente da Federação ou a IAAF (conforme apropriado) pode ser apelada exclusivamente ao CAS de conformidade com as provisões estabelecidas nas Regras 60.25 - 60.30 abaixo.
(b) Quando um atleta aceita a decisão da Federação que ele cometeu uma violação da regra antidopagem, mas quer uma revisão da determinação do Painel de Revisão de Dopagem sob a Regra 38.18 que não há circunstâncias excepcionais no caso justificando uma redução do período de inelegibilidade a ser cumprido.
(c) Quando uma Federação tomou a decisão que um atleta, equipe de apoio ao atleta ou outra pessoa não cometeu uma violação da regra antidopagem.
(d) Quando o teste indicou a presença de uma substância proibida ou o uso de um método proibido e contrário a Regra 38.7, a Filiada recusou ou falhou em fornecer ao atleta uma audiência dentro do período pertinente.
(e) Quando a IAAF tomou a decisão de negar uma IUT para um Atleta com Nível Internacional sob a Regra 34.5(a).
(f) Quando a IAAF emitiu uma sanção contra uma Filiada por uma ruptura das Regras.
(g) Quando uma Filiada tomou a decisão que um atleta, equipe de apoio ao atleta ou outra pessoa não cometeu uma ruptura da Regra 22.
12. Nos casos não envolvendo atletas com Nível Internacional (ou suas equipes de apoio a atleta) ou que não surgiram em uma Competição Internacional, quer relacionadas a dopagem ou não, a decisão do órgão pertinente da Filiada pode (a menos que se aplique a Regra 60.17) ser apelado ao órgão nacional de revisão de conformidade com a Regra 60.15. Cada Filiada deverá ter um lugar na apelação em nível nacional que respeite os seguintes princípios: uma audiência oportuna perante um órgão para audiência justa, imparcial e independente, o direito de ser representado por conselho legal e intérprete (a custa do apelante) e uma decisão oportuna e razoável por escrito. A decisão do órgão nacional de revisão pode ser apelada ao CAS em conformidade com a Regra 60.16.
CAPÍTULO 5 - REGRAS TÉCNICAS
Todas as competições internacionais, como definidas na Regra 1, serão realizadas sob as Regras da IAAF, o que deverá constar em todos os anúncios, propagandas, programas e material impresso. Nota: Recomenda-se que as Filiadas adotem as Regras da IAAF para realização de suas próprias competições atléticas.OFICIAIS INTERNACIONAIS
Em competições organizadas sob a Regra 1.1 (a) e (b), deverão ser indicados, em nível internacional, os seguintes dirigentes:
(a) Delegado(s) de OrganizaçãoO número de oficiais indicados em cada categoria será determinado nos Regulamentos de Competições da IAAF (ou Associação de Área) em vigor.
(b) Delegado(s) Técnicos(s)
(c) Delegado Médico
(d) Delegado de Controle de Dopagem
(e) Oficiais Técnicos Internacionais/Oficiais Internacionais de Cross Country,
Corrida de Rua e Corrida em Montanha/Oficiais Técnicos de Área
(f) Árbitros Internacionais de Marcha Atlética/Árbitros de Marcha Atlética de Área
(g) Medidor Internacional de Corrida de Rua
(h) Árbitro Internacional de Partida
(i) Árbitros Internacionais de Foto finish
(j) Júri de Apelação.
Em competições organizadas sob a Regra 1.1 (a):
A seleção de pessoas conforme as letras (a), (b), (c), (d) e (j) é feita pelo Conselho da IAAF.
A seleção de pessoas conforme a letra (e) é feita pelo Conselho da IAAF a partir dos Membros do Painel de Oficiais Técnicos Internacionais e de Oficiais Internacionais de Cross Country, Corrida de Rua e Corrida em Montanha da IAAF, respectivamente. A seleção de pessoas conforme a letra (f) é feita pelo Conselho da IAAF, a partir dos Membros do Painel Internacional de Árbitros de Marcha Atlética da IAAF.
As despesas de passagens de cada oficial indicado pela IAAF ou Associação de Área, segundo esta Regra ou segundo a Regra 3.2 serão pagas individualmente pelos organizadores da competição não mais que catorze dias antes da partida para o local. Em casos envolvendo vôos com mais de mil e quinhentas milhas, serão pagas passagens em classe executiva. As despesas com acomodação também serão pagas pelos organizadores não mais que no final do campeonato ou a sessão final do Atletismo nos Jogos ou no dia do meeting se a competição for de um dia.
A seleção das pessoas segundo a letra (g) é feita pelo(s) Delegados Técnicos, entre os membros do Painel de Medidores Internacionais de Corridas de Rua da IAAF/AIMS. A seleção de pessoas segundo a letra (h) é feita pelos Delegados Técnicos dentre os membros do Painel de Árbitros Internacionais de Partida da IAAF.
A seleção de pessoas segundo a letra (i) é feita pelos Delegados Técnicos, dentre os membros do Painel de Árbitros de Photo-Finish da IAAF.
O Conselho da IAAF aprovará os critérios de seleção, qualificação e deveres dos dirigentes acima mencionados. As Federações filiadas a IAAF terão o direito de sugerir pessoas qualificadas para a seleção.
Em competições organizadas sob a Regra 1.1 (b) estas pessoas serão selecionadas pelas respectivas Associações de Área. No caso de Oficiais Técnicos de Área e de Árbitros de Marcha Atlética de Área, a seleção será feita pela respectiva Associação de Área de sua própria lista de Oficiais Técnicos de Área e de Árbitros Marcha Atlética de Área.
Para competições organizadas segundo a Regra 1.1 (a) e (f), a IAAF pode indicar um Comissário de Propaganda. Para competições segundo a Regra 1.1 (b), (d) e (g), qualquer indicação desse tipo será feita pela Associação de Área pertinente, para competições segundo a Regra 1.1 (c) pelo órgão competente e para as competições segundo a Regra 1.1 (e) e (h) pela Filiada da IAAF pertinente. Nota: Os Oficiais Internacionais deverão usar uniformes que os identifiquem.
DELEGADOS DE ORGANIZAÇÃO
Os Delegados de Organização deverão manter sempre uma estreita ligação com o Comitê Organizador e informar regularmente ao Conselho da IAAF, e tratarão, quando necessário, de questões concernentes aos deveres e responsabilidades financeiras do Comitê Organizador e da Federação Organizadora. Eles deverão cooperar com o(s) Delegado(s) Técnico(s).
DELEGADOS TÉCNICOS
Os Delegados Técnicos, juntamente com o Comitê Organizador, cujos membros deverão propiciar-lhes toda ajuda necessária, são responsáveis em assegurar que todas as providências técnicas estejam em completa conformidade com as Regras Técnicas da IAAF e o Manual de Instalações de Pista e Campo da IAAF. Os Delegados Técnicos apresentarão à entidade apropriada, propostas para o programa-horário das provas, os índices para participação, bem como os implementos a serem utilizados, e também determinarão os índices para as provas de campo, e as bases nas quais as séries e rodadas de qualificação serão realizadas para os eventos de pista.
Eles deverão assegurar-se de que os regulamentos técnicos serão enviados em tempo hábil a todas as Filiadas participantes antes da competição. Os Delegados Técnicos serão responsáveis por todos os outros preparativos técnicos necessários para a realização dos eventos atléticos. Eles deverão controlar as inscrições e terão direito de rejeitá-las por razões técnicas ou de conformidade com a Regra 146.1. (A rejeição por razões que não sejam técnicas devem resultar de um regulamento da IAAF ou do Conselho de Área apropriado). Eles deverão providenciar as séries e as rodadas de qualificação e os grupos para as provas combinadas.
Os Delegados Técnicos deverão apresentar relatórios por escrito, como apropriado, sobre os preparativos para a competição. Eles deverão cooperar com os Delegados de Organização. Nas competições segundo a Regra 1.1 (a), (b), (c), os Delegados Técnicos dirigirão o Congresso Técnico e orientarão aos Oficiais Técnicos.
DELEGADO MÉDICO
O Delegado Médico terá autoridade final sobre todos os assuntos médicos. Ele deverá assegurar que a estrutura adequada para exames, tratamentos e cuidados de emergência estarão disponíveis no local da competição e que poderá ser providenciada assistência médica onde os atletas estiverem hospedados. O Delegado Médico terá autoridade, também, para proceder exame para determinação do sexo de um atleta, se assim julgar conveniente.
INSPETORES (PROVAS DE CORRIDA E MARCHA ATLÉTICA)
1. Os Inspetores são auxiliares do Árbitro Geral, mas sem poder de decisão.Nota
2. O Inspetor deve permanecer no local designado pelo Árbitro Geral, observando atentamente o desenrolar da prova, e, no caso de uma falha ou violação das Regras (outra que não a Regra 230.1) por um atleta ou outra pessoa, fazer um registro por escrito imediato do ocorrido para o Árbitro Geral.
3. Qualquer violação das regras deve ser comunicada ao Árbitro Geral em questão levantando uma bandeira amarela ou qualquer outro meio confiável, aprovado pelo(s) Delegado(s) Técnico(s).
4. Um número suficiente de Inspetores deve ser também designado para fiscalizar os revezamentos nas zonas de passagem do bastão.
Quando o inspetor observar que o atleta correu em uma raia diferente da sua, ou que a troca de bastão tenha sido realizada fora da zona de passagem, ele deverá imediatamente marcar a pista com material adequado onde a falta aconteceu.
ANUNCIADOR
O Anunciador deve transmitir ao público os nomes e os números dos atletas de cada prova, e todas as informações importantes tais como composição das séries, raias ou posições sorteadas e tempos intermediários. O resultado (colocações, tempos, alturas e distâncias) de cada prova deve ser anunciado o mais rápido possível, após o recebimento da informação. Em competições realizadas sob a Regra 1 (a), os Anunciadores de língua inglesa e francesa serão designados pela IAAF. Em conjunto com o Coordenador de Apresentação da Prova e sob a direção geral do Delegado de Organização e/ou do Delegado Técnico, esses Anunciadores serão responsáveis por todos os assuntos relacionados ao protocolo de anúncios.
AGRIMENSOR OFICIAL
O Agrimensor Oficial deverá verificar a exatidão das marcas e das instalações e entregar os certificados correspondentes ao Coordenador Técnico antes da competição. Ele deverá ter acesso a todas as plantas e especificações do estádio e aos relatórios da última medição para poder realizar a sua verificação.
ANEMOMETRISTA
O Anemometrista deve assegurar que o anemômetro esteja situado de acordo com a Regra 163.9 (provas de pista) e 184.5 (provas de campo). Ele deve verificar a velocidade do vento na direção da corrida nas provas apropriadas e então anotar e assinar a súmula com os resultados obtidos e comunica-la ao Secretário da Competição.
ÁRBITRO DE MEDIÇÕES ELETRÔNICAS
Um Árbitro de Medições deve ser indicado quando for usada medida eletrônica de distância. Antes do início da competição, ele reunir-se-á com o pessoal técnico envolvido e familiarizar-se-á com o equipamento. Antes da prova ele supervisionará o posicionamento dos instrumentos de medição, levando em consideração as exigências técnicas solicitadas pelo pessoal técnico. 40 Durante a competição ele deverá permanecer em total controle da operação. Ele entregará um relatório ao Árbitro Geral das Provas de Campo para certificar que o equipamento está preciso.
DESQUALIFICAÇÃO
1. Se um atleta é desqualificado de uma prova por infração às Regras Técnicas da IAAF, uma referência deve ser feita nos resultados oficiais à Regra da IAAF que foi infringida. Qualquer resultado obtido até aquele momento naquela prova não será considerado válido. Entretanto, resultados obtidos em uma rodada de qualificação anterior daquela prova serão considerados válidos. A desqualificação de um atleta em uma prova por uma infração às Regras Técnicas não impedirá o atleta de participar quaisquer outras provas naquela competiçãoCORRIDAS COM OBSTÁCULOS
2. Se um atleta é desqualificado de uma prova por agir de forma anti-desportiva ou de maneira imprópria, deverá ser feita referência nos resultados oficiais dando as razões de tal desqualificação. Se um atleta é advertido por uma segunda vez segundo a Regra 125.5 por agir de uma maneira imprópria e anti-desportiva, em uma prova, ele será desqualificado daquela prova. Se um atleta é advertido duas vezes seguidas em provas diferentes, ele deve ser desqualificado apenas da segunda prova. Qualquer resultado obtido até aquele momento naquela prova não será considerado válido. Entretanto, resultados obtidos em uma rodada de qualificação anterior daquela prova serão considerados válidos. Outras provas anteriores ou provas individuais anteriores de uma prova combinada serão consideradas válidas. A desqualificação de uma prova por comportamento anti-desportivo ou impróprio sujeitará o atleta a ser passível de desqualificação pelo Árbitro Geral de participar das provas subseqüentes naquela competição. Se a infração é considerada séria, o Diretor da Competição relatará isto ao 43 organismo nacional apropriado para consideração de maiores ações disciplinares de acordo com a Regra 22.1 (f).
1. As distâncias padrão serão 2.000m e 3.000mCORRIDAS DE REVEZAMENTOS
2. Haverá 28 saltos sobre obstáculos e 7 sobre o fosso de água na prova de 3.000m e 18 saltos sobre obstáculos e 5 sobre o fosso de água na prova de 2.000m.
3. Para as provas com obstáculos, haverá 5 saltos por volta após a linha de chegada ter sido passada pela primeira vez, sendo a passagem do fosso o quarto dos mesmos. Os saltos estarão distribuídos de forma regular, de maneira que a distância entre eles seja aproximadamente a quinta parte do comprimento normal de uma volta.
4. Na prova de 3.000m, a distância da saída ao começo da primeira volta não deve incluir nenhum salto, devendo ser removidos os obstáculos até que os atletas tenham iniciado a primeira volta. Na prova de 2.000m, o primeiro salto é o terceiro obstáculo de uma volta normal. Os obstáculos anteriores serão removidos até que os atletas tenham passado por ele pela primeira vez.
5. Os obstáculos devem ter 91,4cm para provas masculinas e 76,2cm para provas femininas (± 3mm ambos) de altura e, pelo menos 3,94m. A seção superior do travessão, inclusive do obstáculo do fosso, deve ser um quadrado de 12,7cm de lado.
1. Linhas de 5cm de largura devem ser pintadas na pista para marcar as distâncias das zonas de passagem a linha central.
2. Cada zona de passagem deve ser de 20m de comprimento, da qual a linha central é o centro. As zonas devem começar e terminar nas bordas mais próximas da linha de saída na direção da corrida.
3. A linha central da primeira zona de passagem para os 4x400m (ou a segunda zona para os 4x200m) é a mesma linha usada na saída de 800m.
4. As zonas de passagem para a segunda e para a última passagem (4x400m) serão linhas de 10m de cada lado da linha de saída/chegada.
5. O arco que atravessa a pista da entrada da reta oposta, que marca o lugar em que se permite aos segundos atletas (4x400m) e aos terceiros atletas (4x200m) saírem de suas respectivas raias será o mesmo que para a prova de 800m, descrito na Regra 163.5.
6. A prova de Revezamento 4x100m e, onde possível, a de 4x200m serão corridas inteiramente em raias.
Nas provas de Revezamento 4x200m (se este não for percorrido inteiramente em raias) e 4x400m, a primeira volta, bem como parte da segunda até a linha após a primeira curva (raia livre), será corrida em raias marcadas.
Nota
Nos revezamentos de 4x200m e 4x400m, quando não mais que 4 equipes estiverem competindo, é recomendado que somente a primeira curva da primeira volta seja percorrida em raias marcadas.
7. Nas provas de 4x100m e 4x200m, os membros de uma equipe, exceto do primeiro corredor, podem começar a correr de uma distância não superior a 10m fora da zona de passagem (ver parágrafo 2 acima). Traçar-se-á uma marca em cada raia para indicar o limite dessa prolongação.
8. No revezamento 4x400m, na primeira passagem do bastão, que é feita com os atletas em suas respectivas raias, não será permitido que o segundo corredor inicie sua corrida fora de sua zona de passagem do bastão, e deve iniciar dentro dessa zona. Similarmente, o terceiro e o quarto atletas deverão iniciar suas corridas dentro de suas respectivas zonas de passagem.
Os segundos atletas de cada equipe correrão em suas raias até o final da linha marcada após a primeira curva onde os atletas deixam suas respectivas raias. A linha será marcada por uma linha em arco de 5cm de largura através da pista. Para ajudar os atletas a identificarem a linha de raia livre, pequenos cones ou prismas com base de 5cm x 5cm e com uma altura máxima de 15cm, preferencialmente de corres diferentes da linha de raia livre devem ser colocados imediatamente antes das interseções das linhas de cada raia com a linha de raia livre.
9. Os atletas na terceira e na quarta etapas do revezamento 4x400m, sob a direção de um árbitro designado para tal, devem colocar-se em suas posições de espera na mesma ordem (de dentro para fora) dos respectivos membros de suas equipes quando eles completarem os 200m de suas etapas. Uma vez que os atletas ativos tenham passado esse ponto, os que esperam devem manter essa ordem e não mudar suas posições no início da zona de passagem do bastão. Qualquer atleta que não seguir esta regra causará a desqualificação de sua equipe.
Nota
Nas corridas de revezamento 4x200m (se esta prova não for realizada inteiramente em raias), os atletas na quarta etapa serão alinhados na ordem da lista de saída (de dentro para fora).
10. Em quaisquer corridas de revezamento, quando raias não estão sendo utilizadas, incluindo quando aplicável, nos 4x200 e 4x400, os atletas que esperam podem tomar posição dentro da pista à espera de seus companheiros de equipe que se aproximam, desde que não empurrem ou obstruam outro atleta de modo a impedir o progresso do mesmo. Nos 4x200m e 4x400m, os atletas que aguardam devem manter a ordem de acordo com o parágrafo 9.
11. Marcas. Quando a primeira parte ou todo revezamento for corrido em raias, um atleta pode fazer uma marca sobre a pista dentro de sua própria raia, usando fita adesiva, com o máximo de 5cm x 40cm, de cor distinta, que não possa ser confundida com outras marcas permanentes. Nenhuma outra marca poderá ser usada.
12. O bastão deve ser um tubo liso oco, de seção circular, feito de madeira, metal, ou outro material rígido em uma única peça, com no máximo 30cm e no mínimo 28cm de comprimento. Deve ter uma circunferência de 12cm a 13cm e pesar no mínimo 50g. O bastão deve ser visto facilmente durante a corrida.
13. O bastão deve ser carregado na mão durante toda a prova. Não é permitido aos atletas usarem luvas ou passar substâncias em suas mãos para obter uma melhor pegada de bastão. Se derrubado, deverá ser recuperado pelo atleta que o derrubou. Ele pode deixar sua raia para recuperar o bastão desde que fazendo isso ele não diminua a distância a ser corrida. Caso esse procedimento seja adotado e nenhum outro atleta seja prejudicado, a queda do bastão não resultará em desqualificação.
14. Em todas as corridas de revezamento, o bastão deve ser passado dentro da zona de passagem. A passagem do bastão começa quando ele é tocado pela primeira vez pelo atleta que o está recebendo e considera-se terminado somente no momento em que o bastão se encontra na mão do atleta que o está recebendo..Em relação à zona de passagem somente a posição do bastão é decisiva, e não dos corpos dos atletas. Passagem do bastão fora da zona de passagem resultará em desqualificação.
15. Os atletas antes de receber e/ou após a passagem do bastão, devem permanecer em suas raias ou zonas, neste último caso, até que o curso esteja livre para evitar que prejudique outros atletas. A Regra 163.3 e 4 não deve ser aplicada a estes atletas. Se um atleta impede, intencionalmente, um membro de outra equipe por sair de sua posição ou raia ao fim de seu estágio, sua equipe será desqualificada.
16. Um auxílio por meio de um empurrão ou qualquer outra forma resultará em desqualificação.
17. Qualquer quatro atletas dentre os inscritos para a competição, em qualquer prova, podem ser usados para compor a equipe de revezamento, em qualquer fase. Entretanto, após a equipe haver iniciado a disputa de um revezamento, somente dois (2) atletas podem ser substituídos na composição da equipes. Se uma equipe não seguir esta regra, deve ser desqualificada.
18. A composição de uma equipe e a ordem dos corredores para o revezamento devem ser declaradas oficialmente no máximo uma hora antes da publicação do horário da primeira chamada para a primeira série de cada fase da competição. Alterações posteriores podem ser feitas somente por razões médicas (verificadas por um oficial médico indicado pelo Comitê Organizador) até a última chamada para a série particular em que a equipe esteja competindo. . No caso de uma equipe não cumprir esta regra, ela será desqualificada.
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